quinta-feira, 1 de julho de 2010

Um certo Indio da Costa.

Sobre o companheiro de chapa de José Serra, considerando o que foi noticiado a respeito, tanto pode ser uma grande tacada como uma grande merda (Lula falou, também posso). Explico.

O fato de ser desconhecido não é exatamente relevante. Isto a campanha vai dar conta. A questão é como este cidadão será conhecido, com que atributos será apresentado à população, que papel desempenhará na campanha. Tarefa para o marketing.

O certo é que trata-se de uma novidade e, só por isso, já gerou impacto importante. De ontem para hoje se falou mais em Índio da Costa do que em qualquer outro assunto da pauta política. E isto é bom para a campanha. A apresentação do Michel Temer, por exemplo, passou praticamente despercebida.

Além disso, não é nenhum poste. No primeiro mandato como deputado federal já se colocou acima do baixo clero relatando o projeto ficha limpa, um dos projetos mais importantes dos últimos anos. E relatou bem. Dizem que é metido a galã. Se isto fosse defeito pior para o Temer que casou aos sessenta e dois com uma moça de vinte anos.

Aguardemos o que farão os marqueteiros.

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