sábado, 26 de dezembro de 2009

Luis Fernando Verissimo em dia bovino

Quem sou eu para contrapor algo ao maravilhoso escritor Luis Fernando Veríssimo, não é mesmo? Mas, creiam, o homem falou merda no artigo “Quem falou pelas vacas?” que publicou no Jornal Zero Hora a respeito do aquecimento global antropogênico.

A pretexto de justificar a incapacidade das vacas de controlar puns e arrotos e, com isto, diminuir a emissão de gases do efeito estufa, o escritor em dado momento compara os céticos, como são denominaos aqueles que duvidam da capacidade humana de alterar o clima, aos negadores do holocausto. Uma completa imbecilidade vinda de um grande escritor. Como se vê, falar merda não é exclusividade de políticos.

Aliás, o LFV já está entre aqueles que alternam frases e conceitos. Hora falam em aquecimento global, hora falam em mudanças climáticas como se tivessem o mesmo significado. Não têm. É o primeiro passo para se esquivar de explicar as ondas de frio extremo que varrem algumas regiões, como a Europa desta semana.

Voltemos ao Luis Fernando Veríssimo em dias de climatologista. Diferentemente dos negadores do holocausto que negam a historia registrada, documentada, testemunhada, os céticos refutam afirmações pretensamente científicas o que, convenhamos, é muito diefrente, São especialistas no clima, muitos deles até já fizeram parte do IPCC, se baseiam para suas afirmações nos dados dos próprios aquecimentistas, isto quando não são manipulados como no CLIMATEGATE.

Ninguém, nenhum cientista foi capaz de negar até hoje que dos 200 bilhões de toneladas de CO² emitidos para a atmosfera, apenas cerca de 6 bilhões são causados pelo homem. Estaríamos tratando, portanto, da hipótese de diminuindo 30% de 3% alterar os efeitos dos 100% de CO², sendo que este é apenas um dos gases do efeito estufa.  Bem ali na esquina, em Porto Alegre, o escritor pode consultar o climatologista Eugene Hackbart, no MetSul, e ouvir a ciência antes da propaganda.

Quanto as vacas, a julgar pelo que saiu do escritor, elas tem um legítimo representante.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Feliz Natal


Feliz Natal. Creiam mais em Deus. Ele existe. Eu garanto.

Deixem o sol trabalhar

Prestem atenção. Daqui pra frente cada vez menos você vai ouvir falar em aquecimento global. Não se anime. Não é que os alarmistas tenham caído em si, é que depois do CLIMATEGATE os mais espertos saíram na frente e já se negam a pronunciar o termo “aquecimento global”. Trocaram-no por “mudanças climáticas”. Tipo assim. O clima pode esquentar ou esfriar, pode chover ou fazer seca, pode ter ventania ou ficar parado, o que vale é que tá mudando e a culpa é do seu carro, do seu chuveiro elétrico e do seu ar condicionado, por exemplo. Com isto eles fogem da responsabilidade de explicar eventos como o frio que faz agora na Europa.


Mas ai tem um problema. Se o negócio não é bem o aquecimento, então o que tem o CO² com a historia? Ou vai me dizer que o CO² tanto causa calor quanto frio? Desconfio que os adeptos da seita AGA vão ter um trabalhão danado para explicar que o CO² faz mesmo é endoidar o clima.

Sinceramente, se pudesse diria a todos os fanáticos do AGA, bem ao estilo do Duda Mendonça: Se aquietem. Deixem o Sol trabalhar.

E haja frio!

Quem viu na TV a nevasca que desceu esta semana no interior de São Paulo deve ter pensado imediatamente que se tratava de uma cena da Suíça. É que o clima é desobediente e costuma fazer das suas, sabe? Nem pede licença ao CO² e manda ver empurrando o mercúrio dos termômetros pra baixo. Parece briga na tabela periódica. De um lado Al Gore e os fanáticos da seita AGA, do outro, o Sol. Al Gore perde feio.


Aliás, vem perdendo todas nos últimos tempos. Perdeu em Copenhagen e está perdendo de goleada na Europa. Se a turma de lá acreditasse piamente nos alarmistas do aquecimento já estariam morrendo aos milhões. Como são fanáticos mas não são burros, compraram cobertores, ligaram os aquecedores e mandaram mais umas toneladas de CO² para o espaço. Quem não fez isso congelou e bateu as botas nas vielas de Londres. Ali, bem pertinho da sede do CLIMATEGATE.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Dilma sem nada na (sobre) cabeça e Lula falando...

Tudo conforme o script. Dilma sem peruca, uma pesquisa sem a Heloisa Helena e a candidata do Presidente ultrapassa a barreira dos 20%.  Tão previsível quanto a posição do Senador Romero Jucá.

No ringue é Lula que se aquece, como se fosse ele para a luta. Segundo ele, uma chapa puro-sangue Serra-Aécio é como tostão e tostão no mesmo time - pode não funcionar. Parece que guardou o Pelé-qualquer um pra a Dilma-qualquer um.

Ocorre que o jogo vai começar mesmo é quando os times verdadeiros estiverem em campo. Esperemos o carnaval passar.

Dois fracassos incomodam muito mais

Enquanto a COP 15 derretia sob o calor da incompetencia e da desorganização, a terra, como a zombar de todos ali, mandou um frio de rachar sobre a Europa e os Estados Unidos. Em alguns paises não se viu tanta neve há mais de um século. Aquele ursinho da fotografia deve estar de malas prontas para Londres, sabe como é, vai aproveitar as férias para esquiar na neve.

A COP 15 fracassou também no clima. A encomenda era de temperaturas menos frias, quem sabe um calorzinho fora de época para sacramentar o aquecimento global. Esqueceram de combinar com quem manda no clima, talvez por não saberem o que é. O fato é que o frio da Europa transformou a conferencia em piada pronta.

Incomodou demais.

Um fracasso incomoda

Em Copenhagen deu a lógica. Fracasso. As nações desenvolvidas não aceitaram pagar sozinhos o preço da escatalogia que eles mesmo criaram. Os paises em desenvolvimento não aceitaram dividir a conta. Os pobrinhos não aceitaram ficar onde estão sem justificadas compensações. Não ia dar certo mesmo. Os alarmistas perderam perderam tempo em seu woodstock de 2009.

Como a reunião era de politicos e não de Deuses, a terra vai continuar seu ciclo normal sem dar a mínima para os dois graus de Al Gore, Rajendra e George Soros. Ouço prantos por aqui, são os órfãos da COP 15. Snif.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Serra-Marina. Eita!

A desistência de Aécio Neves deu asas à imaginação de muitos "experts" em política. Embalados pelo "clima" de Copenhagen há quem faça conjecturas do tipo Serra-Marina contra Dilma-outro-que-o-Lula-aponte. Os dois tiveram posições muito semelhantes na COP 15.

Sinceramente, acho improvável. Muito improvável. Pode ser que no Rio de Janeiro idéias como esta possam prosperar, sabe como é, entre um chopp e outro... mas o Brasil é grande e bem diferente. Há muito a difrenciar os dois. No Acre, por exemplo, a senadora é água, o PSDB é óleo. Como o DEM é parceiro certo, já pensou a Marina e a Kátia Abreu no mesmo palanque? Eita!

Aécio Neves desiste - bom senso e compromisso partidário

Em carta aberta, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, fez o que devem fazer todos os politicos de bom senso e moralmente comprometidos com seu partido, retirou a pré-candidatura a presidente. Depois de manter a pretensão por um tempo considerável, percebeu que não é a sua vez. A vez é de Serra que está à frente nas pesquisas há 3 anos, inabalável em torno de 40% da preferencia dos eleitores.

Politicos que não olham apenas para o próprio umbigo fazem assim, não insistem em candidatruas destinadas ao fracasso, o que equivale a trabalhar para o adversário.

Poderia ter esticado a corda, poderia ter tensionado o partido, poderia ter provocado rupturas e embates. Mas Aécio não é idiota, sabe que a causa é mais importante do que a aventura. Prefere ser sócio da vitória do que dono exclusivo da derrota. Dá assim um exemplo a muitos de seu próprio partido que igual Narciso acham feio o que não é espelho.

Extensão Rural ganha uma Lei e um Plano

Foi aprovado ontem no Senado o PL 5665 do Executivo que cria a Lei Geral da Assistencia Técnica e Extensão Rural e a Politica Nacional para o setor. É um bom momento para a agricultura familiar cuja viabilidade cada vez mais exige adoção de tecnologia.

O ponto mais polêmico da matéria foi a alteração que o PL impôs à Lei de Licitações, inserindo os serviços de ATER entre os dispensáveis de licitação. O processo se dará mediante chamada pública. Ver o texto aqui

De fato a alteração na Lei 8.666 não é pouca coisa. Há quem veja ai um foco importante de facilitação e direcionamento dos recursos para entidades nem sempre capazes e idôneas.

Por outro lado, para os dirigentes do Setor este é o principal avanço, pois a velha rotina dos convênios e a subordinação aos processos licitatórios são os principais responsáveis pelos atrasos na execução dos programas e pela descontinuidade da ATER como política pública.

De todo modo, fez bem o legislador ao atribuir às empresas públicas a prioridade (Artigo 1º, parágrafo único) no acesso aos recursos do Programa. Assim, pelo menos estará assegurada uma fonte permanente de manutenção do sistema.

Funcionará? Pode ser que sim. Se não for capturado por dentro pelo aparelho ideológico e partidário presente no setor. Em alguns anos se poderá dizer.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Toda grana é bem vinda, mas se não souber usar...

Se for aprovada a proposta de Ibsem Pinheiro e Humberto Souto para o pré-sal, o Acre terá mais 573 milhões de reais a cada ano. Isto é mais que toda a receita tributária de 2008.

Recursos que se forem investidos em projetos de real desenvolvimento econômico serão capazes de alterar siginificativamente a realidade mostrada pelos dados da FIRJAN. Do contrário, podemos nos afundar na "doença holandesa", aquela distorção econômica cuja característica principal é o investimento em projetos que não firmam as bases de sustentabilidade de longo prazo. Quando acaba a bonança, a crise se instala.

Uma ameaça, aliás, que paira sobre a nação como um todo em vista do Pré-sal.

As cartas, digo, os números não mentem.

Dei uma rápida olhada no Índice FIRJAN de desenvolvimento municipal. Entre 2000 e 2006 os municípios acreanos tiveram crescimento acima da média nacional nos indicadores de Educação e Saúde. O indicador  Emprego e Renda é que puxou para baixo a performance do Acre.

A grana do pré-sal no endereço certo

Recentemente se comemorou na Câmara dos Deputados o acordo em torno do relatório do Deputado Henrique Eduardo Alves ao PL do Pre-sal. Mesmo preservando privilégios aos “estados produtores” o deputado conseguiu maior equilíbrio do que havia na proposta do Governo.

Não bastou. Nos últimos dias, prosperou a proposta dos Deputados Humberto Souto – PPS/MG e Ibsem Pinheiro – PMDB/RS, segundo a qual, estados e municípios receberão a grana do pré-sal nos termos definidos pela distribuição dos fundos de participação e ponto final. Sem essa de “estado produtor”. Metade fica com a União.

Se for aprovada, estados pequenos e pobres como o Acre, Roraima e Amapá serão os privilegiados. Menos mal. Pelo menos, assim estará sendo obedecido o preceito constitucional de redução das desigualdades regionais.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

COMO NOSSOS PAIS

Fantástico!

Quem se interessa pelo tema racial e se incomoda com o projeto de alguns oportunistas de criar a divisão racial no Brasil com essa famigerada politica de cotas, não pode deixar de ver no link ai do lado - CONTRA A RACIALIZAÇÃO DO BRASIL.

O filminho vagabundo de Al Gore pode ir para a lixeira

Segundo o "Los Angeles Times" (AQUI ) Roger L. Simon e Lionel Chetwynd, ambos membros da Academia, querem que o Oscar dado ao Al Gore por aquele filminho vagabundo seja devolvido por fraude nas informações que divulga.

O documentário de araque já foi alvo de uma decisão da Corte Suprema da Inglaterra e Gales, número 2007/EWHC 2288 Adm. CO/3615/2007 - Caso Stuart Dimmock versus Ministério da Educação - que proibiu a exibição do filme nas escolas, até corrigirem 11 erros graves nele existentes. Segundo o cientista brasileiro José carlos de Azevedo, ex-Presidente do INPE, no filme podem se contar até 35 erros.

Depois desta e do CLIMATEGATE, falta alguém pedir o Nobel de volta.

Aquecimento global e uma nova ordem mundial

Não se trata de teoria conspiratória engendrada por sociedades secretas, mas do resultado concreto de um processo global de adoção simultânea de objetivos e metas. Sejamos lógicos, apenas.

O que une os 192 paises representados esta semana em Copenhagen? O aquecimento global antropogênico. É por isto que todos estão lá. Com base em enunciados “científicos” acreditam que a terra está aquecendo devido às emissões de CO² na atmosfera decorrentes da ação humana. Nos últimos anos as TV’s, jornais e revistas do mundo todo inundaram as nossas mentes com programas e reportagens alarmistas. Secas, inundações, degelos, fome, doenças, espécies em extinção, ursos morrendo, insetos se multiplicando, pragas de fazer inveja ao capítulo bíblico do apocalipse ameaçam a humanidade. É preciso salvar o planeta!

Criou-se então uma situação de temor propícia à adoção de medidas cujo impacto e conseqüências nem sempre são claros. Em pânico, o cidadão aceita qualquer coisa que lhe pareça salvação. O náufrago não pergunta quem está lhe jogando a bóia. Nem para onde levará a maré.

Não há controvérsia? Há sim. E muita. Mas, como se viu no CLIMATEGATE, os cientistas contrários não puderam publicar seus trabalhos, pois as bancas das editoras de ciência estão viciadas, completamente dominadas pelos alarmistas.

Voltemos à Copenhagen. Ali não se discute a ciência. Vale o facismo científico de Rajendra, Al Gore e IPCC. E o que eles dizem é que precisamos diminuir em tantos por cento as emissões globais de CO², pois assim a temperatura vai aquecer só um pouquinho. Temos então uma meta global. Passo seguinte é distribuir a meta, ou seja, quanto cada país em função de suas responsabilidades, estágio de desenvolvimento e grau de riqueza pode diminuir individualmente e, no conjunto alcançar a meta global. Definidas as responsabilidades físicas, restam as responsabilidades financeiras, ou, quem paga a conta? É aí que a coisa está pegando.

George Soros, este neo-ambientalista quase um santo das finanças cuja maior diversão é arrancar dinheiro de acionistas em sua banca de agiotagem internacional, propôs que o FMI entre com 100 bilhões de dólares. Deve estar guardando a própria grana para comprar ações de empresas de painéis solares ou moinhos de energia eólica.

Sarkozy atropelou todo mundo e propôs a criação de um imposto global sobre operações financeiras. Uma CPMF ecológica. O resultado é estimado em trilhões que seriam destinados ao financiamento da redução das emissões.

De qualquer modo, ao ser criado um fundo com esta proporção e com este objetivo, estará sacramentada via financiamentos a limitação das soberanias nacionais. Haverá um controle da aprovação dos programas, da distribuição dos recursos, dos processos tecnológicos, dos bens e da escala de produção etc. Nações que se recusem a adotar as regras estarão fora do fundo e, provavelmente, sofrerão retaliações no comércio global. Haverá nações “verdes” e outras não. A tendência é de padronização global de bens e serviços em competição por “sustentabilidade” e recursos.

Um fundo desta natureza implica a criação de uma nova organização ou, talvez o fortalecimento da velha prostituta, a ONU. Em qualquer dos casos a nova economia (de baixo carbono) somente será alcançada se regida por um concerto global. Acordos, tratados e convenções obrigarão os termos de produção e comércio de bens e serviços. Empresas e sociedade produzirão, usarão e consumirão conforme estes termos.

Em longo prazo nada ficará imune a este processo. Sistemas políticos, moeda, religião, língua, cultura, costumes... nada.

Que melhor nome se daria a tudo isto, senão o de uma nova ordem mundial?

Entendo. Alguém poderá dizer que o Prof. Luiz Carlos Molion e outros estão certos e que a terra vai esfriar desfazendo o pressuposto de tudo isso. É bem possível. Mas quem vai ligar? A “roda” estará girando com tanta força que não pode parar. E, depois, quem disse que a questão era climática?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Em Copenhagen, pau na Marina SIlva

Acabei de ver no Jornal Nacional sobre quem paga a conta da redução das emissões de CO². Além da cantilena dos últimos dias, as declarações dos presidenciáveis. Faltou Ciro Gomes que, provavelmente, não acredita no AGA. Ponto pra ele.

Serra: O Brasil deve contribuir para com isto forçar aos paises desenvolvidos a assumirem suas responsabilidades

Marina Silva: Idem. O Brasil empresta grana pro FMI, pode muito bem fazer um gesto e botar 1 bilhão de dólares na sacolinha de Copenhagen.

Dilma: Nada disso. Quem poluiu foram os ricos, eles que paguem a conta.

A candidata Dilma  poderia ter ficado por ai, mas não resistiu e aproveitou para tripudiar sobre a Marina com um risinho irônico na face plastificada. "Um bilhão não faz nem cosquinha. Gesto não serve pra nada" Putz! Isto é que é menosprezo explícito. Praticamente chamou de ignorante a ex-Ministra que durante quase seis anos fez a mediação entre governo e sociedade e trouxe a questão ambiental para o dia a dia das pessoas.

É claro que um bilhão não dá pra nada. Muito provavelmente a Marina apenas quantificou o gesto a que se referia para que o Brasil passasse da posição de demandante para ofertante de recursos financeiros. Dai em diante seria mais viável impor aos ricos uma posição mais generosa. Se a Ministra Dilma não entendeu isso, como é que se tornou o que é hoje? Ou não é o que aparenta ser? Ou entendeu direitinho e mandou o pau só de vingança?

Malthusianismo na veia.

Quem assistiu ontem pela primeira vez o climatologista brasileiro Luiz Carlos Molion no "Canal Livre" da BAND, deve ter tomado um susto. Suas sentenças "O CO² não controla o clima" e "A COP 15 é uma plataforma política e econômica. Não tem nada de científico" são devastadoras.

Ele é um predador? Em hipótese nenhuma. É apenas um climatologista honesto. Dos que não "ajustam" dados como os do IPCC.

O que ele sugere? Molion reconhece, porque é fato e não fé, que os recursos naturais são finitos e devem ser explorados com parcimônia e eficiência.

O que ele acusa? Aponta para os interesses subjacentes à teoria AGA. Bens e serviços considerados ecologicamente sujos terão que ser substituídos por outros, limpos. Há por trás disso uma economia crescente. Empresas, corporações, países, cientistas e politicos que se beneficiarão dessa substituição dominaram o debate.

Tenho dito que o nó não é climático, é mallthusiano. A revista Veja desta semana traz, sem a melhor análise econômica, infelizmente, os pressupostos da crise global. A energia, o alimento e a água existentes não estão em disponibilidade para todos. É preciso frear o crescimento da demanda.

Juntos, a China e a Índia possuem 2 bilhões de habitantes. Cerca de 27% de todas as almas. Os dois países vem apresentando as maiores taxas de crecimento, o mercado interno explode, o padrão de consumo ocidental é o sonho de todos, água em abundância, comida variada, eletricidade, televisão, ar condicionado, carros, motos... mas tudo isso se contrapõe à finitude dos recursos naturais. Surgem então as mais variadas teorias.

Que mude-se o padrão de consumo, é o que propoem os ambientalistas mais radicais. Abandonemos nosso banho diário, desliguemos nosso freezer e nossos aparelhos de ar condicionado, troquemos nossos carros por bicicletas, seguremos no chão os aviões, fechemos os fast foods e cultivemos uma horta... quem sabe, assim, nos harmonizemos com a capacidade de suporte da terra.

Que paremos de nos multiplicar feito coelhos, é o que dizem os especialistas em geografia humana. Quanto mais cedo alcançarmos a estabilidade numérica da raça humana, mais cedo se estabilizará a pressão sobre a base natural de recursos. Para isto, planejamento familair e liberação total dos métodos contraceptivos e abortivos.

Que avancemos na tecnologia e, por esta via, criemos produtos e serviços de menor impacto no meio ambiente. Ao mesmo tempo, criaremos formas de adaptação à escassez de recursos. Em síntese: o homem se adapta ao meio. É  o que dizem os ambientalistas céticos tipo Bjorn Lomborg, citado na Veja desta semana e entrevistado pelo site Noticias Agrícolas.

Que diminuamos a temperatura da terra em 1,5 ou 2,0 graus reduzindo as emissões de CO², é o que dizem os ambientalistas corporativos de Copenhagen. Se isto acontecer, cessarão as secas, as tempestades, os furacões, o degelo, as alterações dos biomas e, assim, poderemos manter o desenvolvimento econômico dos países. Se não o fizermos, torraremos todos em décadas.

Apenas com estas teorias (há outras) já se pode perceber que tem solução pra todos os gostos. O que não falta é inteligencia voltada para esta questão que alavancada pela mídia está inquietando o mais inerte dos mortais.

E todas levam à Malthus. O CO² é só uma sirene.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Por que voce se emociona?




Qual destes merece primeiro a sua lágrima, sua ação e sua doação?

Gaorge Soros é o cara?


O Cara da COP 15 vai ser o mega-mega-mega investidor, entenda-se o mega-mega-mega agiota George Soros. Segundo ele a saída pra financiar a redução das emissões, é usar a grana do FMI. Tem uns 100 bilhões de dólares que porderiam ser utilizados.

Por que será que nunca antes neste planeta ninguém jamais pensou em usar um pouquinho dessa grana para combater a fome que faz chorar todas as noites 1 bilhão de almas em todo o mundo?

Já que esculhambaram de vez com o Nobel em 2007 capaz de George Soros ganhar um com essa idéia fantástica.

Hotel California

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Molion no Uol

Nem tudo está perdido. Vejam o que diz o Professor Molion no UOL AQUI

Perdi alguma coisa ou tá faltando lógica?


Tem uma coisinha que não entendo na posição brasileira em relação ao aquecimento global. Apertada por um repórter, a ministra de todas as coisas, a neo-ambientalista Dilma, também não tirou minhas dúvidas.

É o seguinte: os países estão todos em uma cruzada para reduzir as emissões de CO², certo? Uma das principais fontes de emissões é o petróleo, certo? Vamos todos gastar uma grana medonha para mudar a matriz energética e para alterar usos e consumos emissores de CO², certo? Não tem essa de responsabilidade estrita. Todos são responsáveis por todos, pois o ar é o mesmo para todos, certo?

Então, Cacilda, como é que vamos explorar o pré-sal e vender mais de 5 bilhões de barris de petróleo que serão obviamente queimados? Hein?

Será que vão chamar o Al Gore, o Rajendra, o Greenpeace, a WWF e a Globo para inaugurar uma daquelas plataformas gigantescas no meio do oceano?

O facismo científico questionado, ou, nem todo mundo é mané.

Há quem mesmo se achando democrata promova o facismo desde que sirva à sua causa. Como na marchinha carnavalesca, de dia é Maria, de noite é João. É o que ocorre com muitos de nossos editores de jornais, chefes de órgãos do governo, ambientalistas e políticos. De dia querem liberdade de expressão e de noite interditam o debate científico.

Um exemplo: outro dia em um chat, ao responder a uma indagação que lembrava a posição do climatologista Professor, pós-doutor Luiz Carlos Molion, contrária à tese alarmista, o editor de ciência de um grande jornal simplesmente respondeu que o professor devia voltar ao curso elementar de física e encerrou a questão. Outro exemplo: em debate recente no programa “entre aspas” da Globo, comandado por Mônica Waldvogel, o professor José Eli da Veiga do mesmo modo sentenciou “este é um debate vencido”. E mudou de assunto. Mais um: em um debate na Câmara dos Deputados, confrontado com as mesmas dúvidas, o irmão-do-bussunda-amigo-da-globo Sérgio Besserman usou a mesma frase. Assim, de um em um, os nossos formadores de opinião vão encerrando por conta própria o debate. Isto tem nome, chama-se facismo. No caso, científico.

É contra o facismo que verdadeiros democratas se insurgem. Simplesmente não está claro, não está provado, restam dúvidas, há muito contraditório, há muitos riscos e muita grana e o modo de vida da humanidade envolvido para que uma elite científica articulada com setores da mídia, da economia e da política empurrem na goela do cidadão comum um novo padrão, usando para isso ameaças catastróficas. Pegaram tão pesado que está ficando difícil acreditar.

Nos EUA, por exemplo, a credibilidade desses atores está em queda. Quanto mais eles vão na TV e nos jornais mostrar o planeta em chamas, mais o cidadão sente sua grana, seu conforto e seu emprego ir pro espaço e, então, começa a ter dúvidas. Ainda mais quando cientistas são flagrados alterando dados e conspirando contra outros cientistas – CLIMATEGATE. Lá, menos de 40% acreditam na tese antropogênica. Paralelamente, cresce o número de cientistas contrários ao alarmismo. O resultado, veremos.

Por estas e outras é que deputados republicanos estão indo a Copenhagen para anunciar que o Congresso Americano não ratificará posições de Obama enquanto não cessar o facismo científico. No fundo os republicanos nem estão se opondo de pronto à tese aquecimentista. O que eles estão dizendo é que os EUA são um país democrático, portanto não aceitarão determinações baseadas em uma ciência facista.

Por aqui, como os nossos congressistas não se dividem entre republicanos e democratas, mas entre mensaleiros e não-mensaleiros, percamos as esperanças. Com raríssimas exceções, estão correndo atrás do coelho como naquela corrida de cães. E aquilo nem é coelho de verdade.

Um papinho com Sérgio Barros.

Fui procurado ontem pelo vencedor das prévias do PSDB para o Senado no Acre, o ex-Deputado Sergio Barros, em quem nunca votei, com quem nunca trabalhei, mas que conheço há décadas. Tivemos uma longa conversa, principalmente sobre possibilidades, alternativas e condicionantes.

Ao final, algumas impressões. Está animado, mas sabe que tem um prazo para viabilizar-se e promover uma convergência razoável, sabe que não terá facilidades com os aliados, sabe que está muito atrás do Marcio Bittar nessa peleja (todos estão), sabe que a multiplicidade de candidatos leva todos ao fundo e sabe que pode ser mais sábio recuar oportunamente. Menos mal.

Para que falar de ética, se estamos autorizados a corrompê-la?

A cada dia fico mais convencido de que a propaganda partidária/eleitoral deveria ser limitada à aparição exclusiva dos próprios candidatos, em época própria, falando de suas ações e intenções. Nada de propaganda partidária, nada de propaganda de governo, nada de propaganda da oposição.

A realidade está demonstrando que com o povo inebriado pela propaganda é praticamente impossivel pautar a ética e a honestidade. É de se pensar se de fato o povo é melhor que os mensaleiros de todas as cores ou os corruptos de todos os tons.

Talvez acreditando que não, é que os marqueteiros e politicos perdem todo o pudor e se apresentam cinicamente, mentindo e mentindo. A luta deixa de ser política na acepção da palavra para ser uma corrida de ardis, espertezas e engodos.

Há um plano por trás de tudo isso e, infelizmente, o plano é manter ou alcançar o poder a qualquer custo. Políticos de merda!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Por falar em merda, no Acre...

Nem vem com a MERDA!

O mais engraçado é que o presidente depois de falar MERDA no comicio evento, já foi logo arranjando uma desculpa. Segundo ele, não tem problema falar palavrão porque tem consciência de que em casa todo mundo fala.

Pode até ser, Presidente, mas é em casa e não numa solenidade perante uma multidão de brasileiros. E todo mundo não é Presidente, né?

Lula fala merda! O que foi que botaram na água do Presidente?



Eita! A coisa tá ficando ingraçada. Que o homi num é chegado nos idioma nóis sabi, mais percisava esculhambar? E a dona Dilma que tá sendo trenada pa imitar as fala do homi, será que vai falar merda também?

Tem Molion no Canal Livre da BAND no Domingo

Aconselho a todos que fechem a porteira da Fazenda da Record, esqueçam aqyuele fiminho repetido da Globo e se liguem na BAND neste Domingo. A TV dos Saad que, aliás, é a única que não tem um lado só, promove um debate sobre o aquecimento global.

Entre os convidados estará o maior climatologista brasileiro, o Prof. Luiz Carlos Molion, um dos que teimam em puxar a corda do debate e afirma entre outras coisas que o homem não altera o clima global com sua ação e, consequentemente, não pode controlar suas alterações.

Imperdível!

Zelaya, vaza! E leva a cambada.


Para desocupar a embaixada brasileira e ocupar um cafofo no México, o ex-Presidente Zelaya, de Honduras, está impondo condições. Pode?

Uma sugestão: que saia como entrou. Clandestinamente. O nosso pessoal lá em Honduras arranja um carro, põe ele no portamalas e leva o bigodudo até a fronteira. Antes combina com o Chavez de ir buscá-lo em avião disfarçado de cargueiro. Pronto. Faz o caminho de volta e se manda para viver de suas memórias. Quem sabe, faz um filme "o filho de Honduras". O Barretão tá ai pra isso, com experiência e tudo.


A imagem acima foi capturada DAQUI

Sabe os salários? Aumentaram, mas o cassetete continua o mesmo...

A Policia do DF deveria ser, em tese, a melhor do Brasil. Pelo menos é a mais bem paga. Lá, um tenente ganha mais que um Professor da UnB e que um Major do Exército Brasileiro. Vai ver, merece, não é mesmo? O fato é que pelas imagens exibidas ontem em todas as televisões tal prestigio não mudou os métodos de abordoagem abordagem de manifestantes.

Como dizia um antigo sambista "o pau cantou na casa de noca". Foi cassetete, bala de borracha, gás de pimenta e cavalaria pra ninguém botar defeito.

Vem ai a grana do pré-sal. Não a disperdicemos.

Com a aprovação do parecer do relator, Deputado Henrique Eduardo Alves, ao PL do Pré-sal na Câmara dos Deputados, parece que terá fim a novela dos royalties. Algumas estimativas garantem que os estados não-produtores receberão cerca de 112 bilhões de reais até 2025. Os recursos serão distribuidos na forma adotada pelo FPE.

Boa noticia, desde que os recursos não sejam dissipados em obras desnecessárias e pagamento de militantes instalados no aparelho do Estado.

Boa notícia, se os recursos forem empregados em programas estruturantes, que sinalizem para investimentos e gerem empregos permanentes.

Boa notícia, se os governantes entenderem que a fonte não é infinita e, portanto, não se pode gerar vinculações permanentes a esta receita.

Enfim, boa notícia, apesar de tudo.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

CLIMATEGATE - Pegos no flagra, Al Gore e seus discípulos querem ganhar no grito.

Finalmente o Edir Macedo do aquecimento global resolveu aparecer para falar sobre o CLIMATEGATE. Em entrevista ao canal CNN dos EUA, Al Gore tratou do tema. Visivelmente a contragosto foi obrigado a responder sobre o que achava dos e-mails trocados entre cientistas importantes nos quais fica evidente a manipulação de dados climáticos e o interesse em criar dificuldades para a publicação de trabalhos científicos por cientistas contrários à tese alarmista.

No final das contas não disse muita coisa. Para ele trata-se apenas de gente que não quer fazer nada a favor e tenta perturbar o trabalho dos outros. "The leaking of the messages was "an example of people who don't want to do anything about the climate change crisis taking things out of context and misrepresenting them."

Se Al Gore e seus adeptos tem tanta certeza de seus dados e de suas previsões, por que raios não concordam em abrir o debate e, de uma vez por todas, encerram a questão afirmando cientificamente suas teses?

Não. Eles não querem e não precisam disso. Já dominaram a mídia, governos e organizações. O mercado já sentiu o cheiro do verde e anda frenético. Empresários esfregam as mãos. Politicos, jornalistas, consultores, ambientalistas e outros que jamais sairiam do anonimato estão ficando famosos. Pra que discutir?

Querem ganhar no grito, encerrando na marra uma questão que verdadeiramente está em aberto. Note-se (está no vídeo) que nos EUA, apesar da predominância dos alarmistas, o percentual de pessoas que acredita na origem antropogênica do aquecimento global diminuiu de 54% para 45% entre 2008 e 2009. A ciência verdadeira e o futuro responderão.


A entrevista pode ser vista AQUI

No dia de combate à corrupção, cinismo e pouco caso.

Ao invés de comprar panetones, a forma mais razoável e segura de combater a corrupção é entregar aos partidos de oposição todos os cargos de chefia dos órgãos de controle, sejam externos ou internos. Se o executivo em seus três níveis e os outros poderes fizessem isto se criaria uma enorme barreira de inibição à propinagem.

É preciso que haja vigilância sobre pessoas e insituições e isto só pode ser feito por adversários políticos.

Eugenio Hackbart - O alegado consenso sobre a responsabilidade humana nas mudanças climáticas é um engodo



Outro eminente climatologista brasileiro, Eugene Hackbart, do Metsul, está fora da histeria apocaliptica dos discípulos de AL Gore.

Em artigo publicado recentemente ele afirma a respeito da culpa do homem em relação ao clima "Trata-se de outra falácia. O alegado consenso sobre a responsabilidade humana nas mudanças climáticas é um engodo que se repete ad nauseam. No ano passado, um estudo (Brown, F., J. Annan, and R.A. Pielke Sr., 2008: Is there agreement amongst climate scientists on the IPCC AR4 WG1?) revelou que "a afirmação de que o homem não tem um papel importante na forçante climática é falsa, entretanto ainda existe uma controvérsia muito significativa quanto à magnitude dos seus impactos".



O texto completo pode ser visto AQUI

Prof Luiz Carlos Molion - o gás carbonico não controla o clima.


O aquecimento global é coisa de políticos. A climatologia é coisa de cientistas. Um dos mais importantes climatologistas brasileiros, senão o maior, Professor Luiz Carlos Molion deu uma entrevista imperdível  ao Terra Magazine AQUI .

Em certo trecho dá os números "A quantidade de carbono lançada pelo homem é ínfima, é irrisória, se comparada com os fluxos naturais dos oceanos, solo e vegetação. Para a atmosfera, saem 200 bilhões de toneladas de carbono por ano. O homem só lança seis."

E então? Quem do INPE virá dizer que o homem está mentindo? Qual daqueles setecentos e tantos ativistas que foram a Copenhagen desmoralizará o cientista brasileiro?

Alô, Minc!


A imagem acima foi capturada DAQUI

Pré-sal - o relator arranja um remendo.


O relator do Projeto do Pré-sal, Deputado Henrique Eduardo Alves em seu parecer tenta atender os "estados não produtores" às custas dos "municípios produtores" (-8,25%), do Comando da Marinha (-9,5%), dos municípios afetados pelo embarque e desembarqueas mantém a destinação original (-3,75%) e do Ministério da CIência e Tecnologia (-0,5%).

Apesar da redução do percentual destinado a municípios produtores, eles poderão participar do rateio do fundo para todos os municípios brasileiros, segundo os critérios do FPM.

Pelo texto do relator, isso não será possível para os estados produtores, cujos recursos a que teriam direito no fundo para todos os estados serão redistribuídos aos não produtores, segundo os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Em relação à participação especial, mesmo contra a posição da equipe econômica do governo, o relator Henrique Eduardo Alves refere-se apenas à participação paga sobre o petróleo já licitado do pré-sal. Pela lei vigente, metade fica com a União e metade com estados (40%) e municípios (10%) produtores.

O texto aprovado tira 15 pontos percentuais da parcela da União e direciona 5 pontos a todos os municípios e 10 pontos a todos os estados. Da mesma forma que nas outras divisões, os estados produtores não poderão participar desse rateio, ao contrário dos municípios produtores. Os critérios também serão os do FPM e do FPE.

Parece bom à medida que redistribui como mais equidade os recursos, entretanto mantém um pecado original, que é o privilégio aos estados limítrofes às áreas do pré-sal. A rigor NÃO EXISTE essa de estados ou municípios produtores. O petróleo do Pré-sal fica em alto mar, parcialmente além das duzentas milhas. Além disso, é preceito constitucional que a União deve reduzir as desigualdades regionais. A estrita obediência à CF levaria a que toda a grana fosse destinada a um fundo e dividida de conformidade com indicadores de pobreza. Mas às vésperas de eleição, quem vai peitar São Paulo e Rio de Janeiro?

O Deputado do PPS, Humberto Souto, apresenta uma proposta neste sentido. Segundo ele é melhor botar todos os ovos em uma cesta e dividir nos termos do FPE e FPM. Parece mais justo.

A votação está prometida para esta quarta-feira, mas tem muita gente contra.


A imagem  acima foi capturada DAQUI

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Aquecimento global - quem vai pagar a conta? Dou o Pré-sal.

O bicho está pegando em Copenhagen. É que o pessoal começou a mexer nos bolsos para ver quem vai dividir a conta do controle das emissões de CO² e, com isto, suponho, salvar a humanidade. Que lindo. Teremos governos solidários e povos altruístas a arcar com o sacrifício.

Não vai sair barato. O relatório Stern calculou em 20% do PIB global. O Brasil precisaria de uns 3 trilhões de reais. Olhinhos verdes faiscaram quando viram estes números. O problema é que os ricos só querem livrar do chapéu os pobrinhos da África, mas a turma do meio, incluindo o Brasil, também quer ficar de fora. Acham até que merecem uma  comissão gorjeta.

Não acho justo, afinal de contas nos últimos anos encontramos o caminho das pedras, vamos crescer a taxas chinesas. Tenho uma sugestão. Como até pouco tempo atrás nem sabiamos que o Pré-sal existia e aquilo lá é coisa suja (petróleo), que tal entregarmos ele todinho para a causa? Vai lá Lula. Mostra que somos verdes.

TIM MAIA

Marina Silva pode perder apoio do PSol

Praticamente todas as referências à busca de Marina Silva no Google dos últimos dias remetem para uma noticia: a sua alta rejeição e o baixo índice de preferência eleitoral captados em recente pesquisa do IBOPE. Paralelamente, o PSol ameaça virar-lhe as costas. Querem a Marina na toada socialista e acham-na muito articulada com PT e PSDB ao mesmo tempo e não confiam nadinha no PV do Sarneyzinho. Até aprovaram resolução impondo uma linha de comportamento de confronto em relação ao que chamam de direita, incluindo o PT.

Enquanto isso, a senadora sumiu. Talvez aposte que na campanha propriamente dita possa recuperar o tempo perdido e vencer rejeições. Não será fácil.

CLIMATEGATE - O chefão só quer saber quem entregou a fraude


Em entrevista de oito minutos dada hoje à Jornalista brasileira Ana Luiza Herzog, o chefão do IPCC, Rajendra Pachauri disse sobre o CLIMATEGATE o seguinte: "Não vejo como uma questão importante. A questão é, sim, descobrir quem roubou esses e-mails e os colocou na rede porque toda essa ação, obviamente, é parte de um plano. O timing de toda essa história indica que ele tinha como objetivo atrapalhar as negociações que estão acontecendo aqui. Os processos de trabalho do IPCC são claros e fortes e suficiente para que não haja qualquer manipulação de dados."

Bacana, né? Parece a hsitória do corno que quer tirar o sofá da sala. O sócio do Al Gore não está nem ai para apurar a fraude ou para refazer a verificação dos dados. Para ele, importante é botar as garras em quem dedurou a sacanagem que vinham fazendo em um dos pilares científicos do IPCC.

E pensar que é a gente asim que estamos entregando o nosso futuro!



A entrevista está AQUI
E a imagem acima foi capturada DAQUI

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Quanto CO² produzirão em Copenhagen?

Alguém poderia calcular com exatidão quantas toneladas de CO² serão jogadas na atmosfera pelos 16.500 conferencistas de Copenhagen, vindos de avião de 192 paises e passando dias de mordomia em hotéis luxuosos?

O CLIMATEGATE é o must da COP 15

Nesta segunda, em Copenhagen, a Arábia Saudita pediu uma investigação independente sobre "climategate" advertindo que o escândalo ameaça prejudicar aas negociações sobre o aquecimento global. "Acreditamos que esse escândalo - ou o que tem sido referido como o escândalo do" climategate '- nós pensamos que esta é definitivamente vai afetar a natureza do que se podia confiar em nossas deliberações ", disse o negociador da Arábia Saudita.

Segundo ele "o nível de confiança e de segurança estão abalados." É mais um pais que não se rendeu à escatologia dom IPCC. No Brasil, o CLIMATEGATE é igual ao mensalão. Não existiu.

Marina... Alôoo! Cadê voce?


A pesquisa do IBOPE divulgada nesta segunda-feira dá o mesmo. Serra beirando os 40%, Dilma beirando os 15%, Ciro embaixo na gangorra com 13% e Marina Silva com 6% apenas. AMarina parece sinalizar algo para pensar. Já não dava tempo para a Marina crescer um pouco ou, pelo menos, manter-se naqueles nove por cento de quando entrou na briga?

Penso que sim. Por que caiu? Por que aparece com 40% de rejeição? Respondo. É porque sumiu. Cadê a Marina? Justo agora que o tema do aquecimento global entrou com tudo na midia, a Marina some? Ou será que sumiram com ela?

Do jeito que a coisa vai a bandeira da ecologia vai terminar nas mãos da Dilma. Se a Senadora Marina Silva não se mexer pode terminar naquela toada do Cristovam. Seria uma pena.

Aos poucos o CLIMATEGATE revela os contornos da ciência manca

Enquanto aqui no Brasil e em outras partes do mundo a pesquisa sofre horrores com verbas insuficientes e fora do tempo, no Reino Unido só o Professor Phill Jones, recentemente afastado depois que foi flagrado em e-mails coprometedores da ética científica, recebeu nada menos que 13 milhões de euros para suas pesquisas.

Entre os projetos do professor aloprado tem um que se denomina "Avaliando o impacto da mudança climática sobre o futuro dos recursos hídricos e da hidrologia do Rio de la Plata." Que tal?

O negócio funciona assim: O cientista publica um trabalho a favor do aquecimento global antropogênico e,  como isto, se habilita a receber mais dinheiro para mais pesquisas a favor. Forma um grupo e publica outros trabalhos, ai levam mais grana para mais pesquisas a favor. Do outro lado, quem é contra não publica seus trabalhos, não recebe financiamento para as pesquisas e, ao final, fica valendo a ciência de um lado só.

Com base nesta ciência manca é que o IPCC quer controlar o tempo que voce passa com o ventilador ligado. Gostou?

CLIMAGATE põe o Met Office para trabalhar.

Obama não quer, Gordon Brown não quer, Lula não quer, mas pelo jeito não vai dar pra evitar uma auditoria nos dados do IPCC. A desculpa dos caras é que insistir nisso seria dar eco aos céticos. Engraçado, eles acham que ciência tem um lado só. O deles.
De qualquer maneira, apesar da gritaria contra, o Met Office, o instituto meteorológico britânico, anunciou que vai rever os dados das temperaturas globais dos últimos 150 anos recolhidos em cerca de mil estações em todo o Mundo. Uma trabalheira danada.

Pra falar a verdade, a não ser que seja acompanhada de uma auditoria externa, não acredito que resulte em algo que vá contra o IPCC. Talvez até sirva para reforçar a causa. Tudo bem. Importante é que as coisas sejam trazidas a lume.

Fica assim demonstrado que os céticos não são fantasmas como quer a mídia brasileira.

COP 15 - A culpa é sempre dos outros

"O recente incidente de roubo de e-mails de cientistas da Universidade de East Anglia demonstra que algumas pessoas estão dispostas a recorrer à ilegalidade, talvez para desacreditar IPCC". Foi assim que o chefão do IPCC e sócio de Al Gore, o indiano Rajendra Pachauri, encarou o CLIMAGATE.

Só faltou dizer que o cientista-chefe da Universidade Britânica, Phil Jones, é adversário. Esquisito esse povo, né? Os caras são pegos com a mão na massa manipulando dados e conspirando contra os adversários e a culpa é dos céticos que usaram o fato para desacreditar a teoria.

Onde foi mesmo que já vi algo bem parecido com isso?

Prostitutas de graça em Copenhagen - nem tudo está perdido


Jornais do mundo inteiro noticiam que os participantes da CP 15 em Copenhagen poderão usufruir gratuitamente dos serviços das belas prostitutas dinamarquesas. A historia é a seguinte:

A organização do evento prevendo a farra que poderia ser a presença repentina de milhares de ecologistas do mundo todo na cidade, divulgou uma mensagem aos hotéis pedindo que dificultassem o acesso dos hóspedes aos serviços das profissionais do sexo. Os conferencistas receberam uma mensagem singela "Seja sustentável. Não compre sexo". Como por lá as coisas e as pessoas são bem organizadas, a reação das meninas foi imediata. Durante esta semana, quem apresentar o crachá  da COP 15 não paga pelos afagos daquelas loiras monumentais.

Quem não foi, perdeu!

Copenhagen - só faltou voce.

O Brasil está tão empenhado em ser exemplo para o resto do mundo (já anda dando carão na Alemanha e nos EUA) que levou para a COP 15 que começa hoje em Copenhagen nada menos que 700 cidadãos e cidadãs devotos do aquecimento global antropogênico – aquela que se baseia em dados manipulados conforme o CLIMAGATE.

Pensando bem, é gente pra dedéu. Vai fazer falta ali pelo posto 9 em Ipanema. Não sei se do cortejo faz parte alguma representação da "Portela", ou dos "Filhos de Ghandi", quem sabe o Joãozinho Trinta ou o Carlinhos Brown não topa ser nosso embaixador na ONU para assuntos de aquecimento? Sabe como é, escola de samba sustentável com nossas mulatas usando tangas biodegradáveis deve ser uma boa propaganda.

Os sócios do cavalo-de-pau



Enquanto os fanáticos da igreja do aquecimento global se contorcem para defender os cientistas que falsearam os dados sobre o clima, em um escândalo tido como a maior fraude científica da história, tanto que ganhou o nome de CLIMAGATE, o número 1 do IPCC e número 2 da propaganda escatológica (o número 1 é AL Gore), Rajendra Pachauri faz declarações bem objetivas sinalizando o próximo passo da campanha.

Segundo o indiano Rajendra Pachauri em entrevista ao jornal “Observer” de Londres, afirma que a humanidade terá que alterar seu padrão de consumo se quiser sobreviver. Segundo ele, esse negócio de comer carne deveria ser abolido, andar de avião também não pode, ligar o ar condicionado é abuso punível com severas taxas, tomar água gelada então é um desperdício de energia, o uso de automóveis deve ser reprimido, banho quente então é pecado mortal.

Meio sem querer querendo o sócio de Al Gore declara o verdadeiro sentido de toda esta campanha global subjacente à escatologia do aquecimento antropogênico. Tem nome, lugar, hora e propriedade intelectual. Chama-se Malthusianismo, foi proposto em 1798 pelo ainda pastor anglicano, o inglês Thomas Robert Malthus. O IPCC apenas atualiza suas projeções à realidade do consumo atual.

Pelo menos assim falando sabemos do que se trata. Como já disse antes neste humilde espaço, este é o cerne da questão. O aquecimento global é cortina de fumaça. Os caras querem reduzir o consumo para poderem continuar consumindo. Pronto. Quem consumiu (Europeus e Norte-americanos, principalmente) consumiu, quem não consumiu (africanos, sul-americanos e asiáticos, principalmente) não consome mais.

Pelo que declara o indiano chefão do IPCC devemos dar um cavalo-de-pau na história e adotar consumos sustentáveis, tipo natureba, fazendo o caminho de volta. Neste sentido, os índios corubos do Rio Javari são os povos mais avançados da humanidade. Que tal?


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CLIMAGATE - mais cientistas desconfiam dos "cientistas"

O “Climagate” “é um caso claro de corrupção científica. A opinião pública foi enganada. Isso não quer dizer que não haja aquecimento e que outros cientistas sérios possam ter razão. Porém, cai por terra a versão alarmista da mudança climática, que oculta que nos últimos 11 anos não houve aquecimento e [a fraude] do gráfico do taco de hóquei”.

Não sou eu que digo. O trecho acima faz parte de uma avaliação realizada por uma das maiores autoridades climáticas do mundo, o Dr. Gabriel Calzada, presidente do Instituto Juan de Mariana, professor da Universidade Rey Juan Carlos na Espanha para o principal Jornal espanhol, o “El País”. Para quem não sabe, o “taco de hóquei” é uma formulação gráfica para explicar o aquecimento e serviu de base para aquele filminho vagabundo do Al Gore.

Este é o ponto. O alarmismo, mais que o aquecimento global antropogênico é uma fraude. Em reação ao Climagate, os aquecimentistas de primeira hora refizeram para cima suas projeções, na estratégia do tipo “a melhor defesa é o ataque”. Pelo que disse ontem o Fantástico da Rede Globo, já estou quase vendo a água do Atlântico invadindo o canal da maternidade em Rio Branco. Vou pescar garoupa na gameleira.

domingo, 6 de dezembro de 2009

FHC e a maconha

O ex-Presidente FHC de vez em quando aparece com o tema das drogas. Ele é a favor da adoção de políticas mais frouxas em relação ao  uso da maconha e da concetração de esforços no tratamento do vício como doença. Sua abordagem é tipo assim: não vai mesmo dar pra vencer a guerra, vamos cuidar dos feridos. Praticamente joga a toalha.

Sinceramente, acho que nosso sociólogo está precisando de uma ocupação mais severa, que o tire de devaneios como este. Não dá pra descuidar das drogas. Se estamos perdendo a batalha é porque damos muito pouca atenção ao problema. É porque há paises como a Bolívia em que a rpodução e exportação de drogas está crescendo e muito depois que assumiu o índio cocaleiro. Gasta-se muito pouco no combate às drogas no Brasil, que deveria ter um programa específico e recursos suficientes.

Facilitar com as drogas é uma aposta de alto risco. Não vale a pena.

Fantasticamente falso

Ao invés de explicar a descobertas as fraudes reveladas nos e-mails trocados entre cientistas do IPCC para encobrirem dados contrários á sua teoria, o programa fantástico da Rede Globo deu 20 minutos para "provar" que voce e seu consumo são responsáveis pelo aquecimento gobal. E mentiu.

Se voce prestou atenção aos gráficos mostrados talvez tenha percebido que foram registrados vários ciclos de aquecimento+elevação de CO². É isso mesmo. A terra já esquentou e esfriou um monte de vezes. A mentira está na frase "tudo começou com a revolução industrial". A reportagem dá a entender que só com a revolução industrial e a queima de combustiveis fósseis, a quantidade de CO² lançada na atmosfera aumentou consideravelmente, e a partir daí, a terra aqueceu. Isto é MENTIRA. A terra já aqueceu antes muitas vezes sem que o homem lançasse sequer um pum na atmosfera.

Bem que a Globo poderia dizer que dada a gravidade do CLIMAGATE a própria ONU está sendo obrigada a dar satisfações. O chefão do IPCC, o indiano Rajendra Pachauri, declarou que vai investigar o caso. É claro que não vai dar em nada. É como se o Arruda fosse investigar o mensalão de Brasília.

Bem que a Globo poderia ao menos prestar um servicinho mais honesto à sociedade e detalhar a questão ao invés de lançar sobre nossos ombros uma responsabilidade que cientificamente NÃO está provada.

Fluminenseeeeeeeeeeeeee. Não resisti.

sábado, 5 de dezembro de 2009

CLIMAGATE - só o Brasil se cala.

O CLIMAGATE está na 'Época" desta semana. Errado, mas está.

A Época AQUI rompeu o silêncio e fez uma matéria, bem pequena, sobre o CLIMAGATE. Bem poderiam seus repórteres ter realizado entrevistas com cientistas aquecimentistas e céticos, para apurar o que pensam e que valor dão ao escândalo. Não fizeram. Ficaram apenas na informação mínima que corre o  mundo em milhares de blogues.

A matéria não vai no mérito, não esmiúça as correspondências nem as fraudes ali sinalizadas, não estimula a curiosidade do leitor. Pelo contrário. Insiste na mistificação e defende a fraude. Bem coisa da Época mesmo, lembremo-nos que a revista pertence ao Grupo Globo, a principal defensora e mantenedora das ong's aquecimentistas no Brasil. Foi uma matéria do tipo "para não dizer que não se disse nada". Em determinado trecho vem o seguinte:  "Mesmo que o grupo de East Anglia e outros centros tenham agido de má-fé, é pouco provável que o escândalo abale as bases científicas da pesquisa climática."

Ora, como assim? Quer dizer que se ficar provado que houve manipulação dos dados, isso não afeta nada? Isso é ciência ou fé?

Como diz meu amigo Queiroga, é melhor ler isto do que ser cego.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

CLIMAGATE, cIência e poesia

Uma das mais importantes revistas científicas do Reino Unido, a New Cientist, publicou sua versão oficial sobre o Climagate que por aqui ninguém se atreve a comentar. O título é "Por que não há conspiração nos e-mails hackeados" Li atentamente AQUI

De inicio a revista de publicações científicas diz o seguinte:

"Podemos ser 100 por cento de certeza de que o mundo está ficando mais quente. Esqueça os registros de temperatura compilados por pesquisadores como os e-mails que foram hackeados. Na próxima Primavera, ao sair em seu jardim ou no campo próximo observe quando as folhas se desenrolam, quando as flores florescem, quando as aves migratórias chegam e assim por diante. Compare seus resultados com os registros históricos, quando disponível, e você provavelmente vai encontrar primavera está chegando dias, até semanas mais cedo do que algumas décadas atrás.

Você não pode ver  uma Primavera falsa vindo mais cedo, ou árvores de crescimento mais alto nas montanhas, ou as geleiras recuando para quilômetros e vales, ou diminuindo a cobertura de gelo no Ártico, ou os pássaros mudando seus tempos de migração, ou derretimento no Alasca, ou expansão dos trópicos ou plataformas de gelo na Península Antártica se dissolverem, ou fluxo do rio ocorrendo mais cedo no verão por causa do derretimento adiantado, ou do nível do mar subindo cada vez mais rápido, ou qualquer um dos milhares de exemplos semelhantes.

Nenhuma dessas observações pode provar que o mundo está se aquecendo, pois eles poderiam ser simplesmente efeitos regionais, por exemplo. Mas se colocar todos os dados de todo o mundo junto, você tem provas irrefutáveis de uma tendência de aquecimento a longo prazo."

Confesso que depois deste apelo poético fiquei tentado a esquecer os termômetros e acreditar que a ciência do IPCC agora tem 100% de certeza. Se basta dar uma volta nos arredores, pra quê tanto trabalho, né? Mas acordei do devaneio e fui ver os termômetros do IPCC, não os meus. Está lá. Na última década as temperaturas se estabilizaram e tiveram até um pequeno declínio.

Por enquanto prefiro acreditar em Galilei, que inventou o termômetro e estava certo mesmo contra o IPCC da época.

Até a ONU sabe do CLIMAGATE. Aqui no Brasil, o silêncio.

Apenas três dias antes da reunião dos bispos da igreja do aquecimento global, a COP 15 em Copenhaguen, o Jornalista Nile Gardiner, correspondente do jornal britânicoThe Telegraph, e de outros grande smeios como a Fox News Channel, CNN, BBC, Sky News, e NPR, faz hoje uma matéria na qual recolhe do Número 1 do IPCC, sócio do Al Gore no Nobel da paz, o indiano Rajendra Pachauri, a afirmação de que a ONU vai apurar a verdade sobre o Climategate. "Vamos, certamente, apurar e depois tomaremos uma posição sobre o caso. Nós certamente não queremos nado debaixo do tapete. Este é um assunto sério e vamos analisá-lo em detalhe."

Como se vê, embora no Brasil a mídia amestrada não tenha dado sobre o escândalo mais que algumas palavrinhas em cadernos B, como se fosse uma curiosidade, e a TV tenha ficdo muda, o negócio é sério. De lascar´é que quem vai investigar é justamente quem promove a fraude - a ONU. No fim, arrisca desqualificarem o caso e darem um atestado científico à "teoria". Será como o governo investigar o mensalão. Só vou acreditar nessa investigação quando chamarem os céticos para acompanharem o processo.

De todo modo fica a pergunta: Cadê os jornalistas brasileiros?

De volta pra sala de aula


Conheço o bom jornalista Antonio Muniz. Pode nem sempre dizer o que pensa e o que sabe, mas certamente não é mais um bate bumbo entre tantos que há. Se os motivos do processo criminal que responde já soam estranhos, a prisão então é de deixar qualquer um perplexo.

Se considerarmos os argumentos do Professor Jorge Araken, fica parecendo mais um daqueles processos Kafkianos que recheiam a nossa justiça. A tese levantada ao “Gazeta 24 horas” pelo ilustre professor "Não existe crime sem Lei anterior que o defina. Se a Lei foi extinta não existe crime. Isso faz parte de um princípio universal do Direito. A Lei de Imprensa foi extinta e todas as condenações, automaticamente, devem ser revogadas", é de uma clareza e simplicidade que lhe caberia penitenciar a si mesmo por não ter ensinado direito aos alunos hoje togados.



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Desempacando o PAC


O Ibama, que juntamente com o TCU e o Ministério Público foi acusado de entravar as obrasdo PAC, foi alvo recentemente de um aperto do tipo "ou anda rápido ou sai da moita". Sobrou para o Diretor de Licenciamento, Sebastião Cuatódio Pires e para o Coordenador Geral de Infraestrutura de Energia Elétrica, Leozildo Tabajara da Silva Benjamin. Ambos entregaram o boné nesta semana.

Segundo um amigo que trabalha por lá, na outra semana o próprio Ministro esteve lá em reunião fechada com o primeiro escalão do IBAMA. A ordem foi severa. Ou agiliza os licenciamentos do PAC ou todo mundo vai "dançar". Dois já dançaram.

Pelo visto a bronca maior é com a Usina de Belo Monte, no Rio Xingu, uma megaempreendimento de geração de energia que se arrasta há mais de 20 anos sem que os responsáveis tenham cumprido as exigências ambientais. Pela pressão que está havendo, parece que agoraa licença sai. O resto, f...-se.



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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Aristóteles não perdoa nem o Lula.



Gostei da porrada verbal que o Presidente Lula deu na Chanceler Angela Merkel, da Alemanha. Se tem bomba nuclear, não tem moral pra falar com quem não tem bomba, certo?

A lógica imediatamente nos remete para: Quem tem floresta queimando não tem moral pra reclamar de quem não tem, certo? Quem tem corrupção não tem moral pra falar com quem não tem, certo? Quem tem miséria não tem moral pra falar com quem não tem, certo? Quem tem mensaleiro não tem moral pra falar com quem não tem, certo? Quem tem a violência do Rio de Janeiro não tem moral pra falar com quem não tem, certo?

Por isso que prezo a lógica.


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Miistério da Saúde e AIDS - uma campanha lamentável



A recente campanha do Ministério da Saúde de combate ao preconceito contra a AIDS é simplesmente uma irresponsabilidade. O beijo escancarado que voce vê ai em cima entre um portador do HIV e uma moça saudável dá a impressão de que se pode sair por ai beijando um soropositivo sem nenhuma preocupação. Mais uma destrambelhamento do Governo Federal.

Especialistas garantem (nem precisariam), que a simples existência de uma pequna ferida na gengiva ou no dente de uma pessoa portadora do virus pode contaminar a outra pessoa em um daqueles beijos exibidos na propaganda.

Além disso sabe-se que o número de brasileiros com problemas dentários é gigantesco. Ainda somos um país banguela. Apenas uma pequena minoria poderia se expor deste modo. Pergunto: Voce ai, garante que não possui nenhuma porta aberta em sua boca, garganta, esôfago, estômago e instestino para a saliva, ou talvez uma gotícula de sangue que viria no beijo exibido pelos aloprados do Ministério da Saúde? Que porcaria de comercial é este?

O Ministro Temporão diria à própria filha que fizesse este filme? Duvido. Não se pode sob a imposição do politicamente correto pôr em risco a saúde da população com mensagens erradas e cientificamente inseguras.

Mensagem aos ambientalistas - James Corbett


Em um texto que merece a subscrição de qualquer pessoa séria e responsável, o ambientalista e jornalista James Corbett manda uma mensagem aos ambientalistas. O núcleo do seu discurso é: estamos sendo enganados, mas podemos tomar de volta nossa causa. Conclui sua mensagem dizendo "We are at a crossroads of history. And make no mistake, history will be the final judge of our actions. So I leave you today with a simple question: Which side of history do you want to be on?"

Em portugues  "Estamos numa encruzilhada da história. E não se enganem, a história será o juiz final das nossas ações. Então deixo-vos hoje com uma pergunta simples: De que lado da história que você quer estar?"

AQUI Imperdível.



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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O imprudente, a quase prudente e o crente




Nas cenas do mensalão candango mostradas na TV três personagens aparecem. Um, Leonardo Prudente, não honrou o sobrenome. Enfiou na meia um monte de dinheiro ilegal e saiu bem mal na fita. Outra, Eurides Brito, foi quase prudente. Cuidou de trancar a porta da sala do aloprado, mas descuidou da honra e danou-se. O outro, Brunelli, pastor evangélico, tanto crê na ajuda financeira que Deus oferece aos crentes que ainda com os bolsos cheios fez uma oração em voz alta. Agradeceu a intervenção divina pelas mãos sujas do aloprado.

Tem horas que dá uma inveja da China...

Te cuida Arruda!

Não à racialização do Brasil.

Por favor, não deixem de ler AQUI o post contra a racialização do pais e, se puder, as partes mais importantes da tese de doutorado de Maria da Penha Nery, da UnB, em que a doutoranda demonstra as consequências extremamente negativas da adoção de cotas raciais na universidade.

Nem tudo que diz o escroque pode ser tido como verdade.

Uma coisa precisa ser dita. Este aloprado do DF gravou até as msocas que entravam em seu gabinete. É um delegado de policia, portanto um sujeito que sabe o que fazer com este aparato imoral de espionagem, e não o fez para ficar de bem com Deus. Pelas datas das gravações (2006) muito provavelmente o fez para chantagear e achacar políticos e empresários.

Qualquer pessoa que alguma vez tenha participado de campanha politica sabe que em algum momento grana viva passa de mãos. Caixa dois? Claro. Alguma novidade? Expectativas de contratos? Claro. Onde está a novidade?

É preciso, portanto, sem livrar a cara de ninguém, fazer a cronologia daquelas gravações. A impressão que passa é de que são da semana passada, e não são. Tudo tem um princípio, uma ordem e uma motivação. É bom conhecer tudo isso antes de fazer os julgamentos errados.

Além disso, não se pode ir atribuindo status de verdade irrefutável a cada palavra declarada por este escroque, sob o risco de submeter ao seu juizo a moral de todo mundo com quem teve alguma relação nos últimos anos. Não foi pouca gente.

À francesa

O Democratas parece inclinado a livrar a cara do vice-Governador Paulo Octávio do escândalo do mensalão candango. A rigor, nada até agora o incrimina, a não ser uma frase sem valor juridico do aloprado denunciante que pelas gravações parecia cumprir um roteiro de novela. A cada capítulo, novas revelações e textos estudados para comprometer alguém.

Com o Arruda sangrando enquanto sobrevive no cargo, o vice pode muito bem ser inocentado na Justiça e com este atestado de bons antecedentes disputar com alguma chance a sucessão no DF. Não será fácil, mas é o que sobra, pois fora disso o eixo DEM-PSDB-PPS-PMDB não dispõe de mais ninguém com fôlego moral para a empreitada, considerando que este é um tema que prevalecerá no próximo ano. É fundamental que o PO suma deste cenário macabro para reaparecer oportunamente.

Embora abrigue o centro do Poder, o Distrito Federal é de uma pobreza política de dar pena. Dos 24 deputados distritais uns dois ou três aparentam alguma seriedade. O resto é uma cambada para nenhuma câmara de vereadores do interior do Maranhão botar defeito. Por lá já passaram acusados de assassinatos, roubo, grilagem e pedófilia. Uma penúria de representação da qual não se pode esperar praticamente nada. Deus nos ajude.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Aquecimento global - auditoria na instituição britânica


Uma auditoria externa vai analisar os rastros de manipulação de dados e informações deixados pelo Diretor do Climatic Research Unit, University of East Anglia, que foi flagrado em recente vazamento de informações provocado pela invasão de hackeres aos computadores da Instituição.

O Diretor Phil Jones foi afastado. Parece que por lá deram atenção às evidencias de fraude nas bases da teoria do aquecimento global antropogênico. Se confirmadas talvez a repercussão seja suficiente para mandar um pouco de luz aos governos e paises.


 
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Diferentes...


O sopro do Presidente Lula nas feridas do Arruda é daqueles que nos fazem pensar. Nunca antes na história deste pais se viu um Presidentre tão bonzinho com o adversário. O Arruda está lá acuado feito bode na capação e o Lula, ao invés de desancar falação nos "Demo", dá uma de compreensivo e magnânimo. Segundo ele, as imagens "não falam por si". Vai esperar o fim do processo, ou seja, alguns anos, provavelmente. Muito estranho, afinal, entre petistas e demos há uma enorme diferença.



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Umo morto-vivo no Buritinga


É a situação do Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Não salvou nada. As imagens exibidas à exaustão em todos os canais de TV foram devastadoras. Sua versão pareceu ridícula, velha, melancólica.


Gente graúda do Democratas acha que ele pode até se livrar na Justiça, mas politicamente está acabado. É verdade. A impressão é de que o filme está apenas começando. Muitas cenas impróprias ainda serão exibidas, afinal, fala-se em dezenas de gravações feitas pelo aloprado denunciante.

A prática de mensalões e mensalinhos parece regra no Brasil. Se ocorria na Câmara Federal, imagine-se nas milhares de câmaras municipais existentes país afora. Prefeitos nas mãos de vereadores achacadores e chantagistas. Governadores sob rédeas de maiorias formadas à base de concessões de toda ordem, inclusive financeiras. E o povo à mercê desta canalha.

Argh. Que nojo.


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