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Mostrando postagens com o rótulo Acre

A Carta do Acre. Voces não viram nada.

No Blog do Altino (link ai do lado) se pode ler o inteiro teor da Carta do Acre, assinada por várias organizações. Algumas são acadêmicas, outras são populares, todas, porém, de algum modo ligadas à causa ambiental. São, por assim dizer, militantes ambientalistas que reunidos em torno de um tema " Serviços Ambientais, REDD e Fundos Verdes do BNDES: Salvação da Amazônia ou Armadilha do Capitalismo Verde?" resolveram publicar suas principais preocupações e conclusões. De inicio é bom reconhecer o mérito de haverem se reunido para ao invés de baterem paus para o modelo, realizarem uma crítica. Se consequente, o futuro dirá. Pelo menos falaram, o que já é uma boa novidade. A julgar pela Carta, os participantes deram uma olhada no passado recente, visitaram experiências concretas do modelo em vigor, exploraram regulamentações, analisaram os mecanismos implementados pelo estado e concluíram que estamos sob o domínio do "capitalismo verde". Bidu. O que pensavam...

Tirem o fardo da pobreza do lombo dos prefeitos.

Leio no AC 24 horas, matéria do jornalista Jairo Carioca dando conta do mapa da pobreza no Acre, onde fica evidente a má colocação do Estado e dos Municípios em seus respectivos rankings. São dados oficiais extraídos de pesquisas do IBGE. Não cabe discussão. Deveriam mesmo estar pendurados junto aos diplomas dos técnicos que durante anos sustentaram e, pasmem, ainda sustentam a base extrativista como motor da economia acreana. O jornalista está errado, entretanto, ao "linkar" os dados com as prefeituras. Nada a ver. Nenhuma prefeitura em nenhum lugar é responsável pela economia local. Pode no máximo dar uma ajudazinha se obtiver recursos para execução de obras de infra-estrutura. Seu papel é outro. Prefeito é pouco mais que síndico. Seu dever é cuidar bem da cidade, da urbanização, dos prédios públicos, da iluminação, da limpeza das ruas, da coleta de lixo, do trânsito, do fornecimento de água, da educação e da saúde nos termos e limites da Lei... enfim, basicamente das coi...

Canetada fora do quadrado tem consequências fora da realidade.

Leio nos jornais e Blogs que o governo do Acre pediu um tempo para implementação de medidas de eliminação total de desmatamentos e queimadas no estado. Uns entendem como freio no preservacionismo exacerbado, outros como rendição aos argumentos da oposição, outros mais como mudança de rumos e, por último, há quem entenda como uma recalibragem necessária ao desenvolvimento das forças produtivas. Eu que sempre afirmei a incapacidade dos modelos extrativistas de promoverem a economia acreana, inclino-me a achar que o governador Tião Viana esteve certo desde que passou a repensar a profundidade do projeto florestania. É evidente que ele fez as contas e percebeu que renda, emprego e qualidade de vida não podem ser gerados com atividades de baixo dinamismo. Aplaudo suas tentativas de equilibrar o modelo. O caso atual apenas denota a inviabilidade do cumprimento de decisões que emanadas do conhecimento superficial e do engajamento no politicamente correto vão contra a raci...

Agricultura lá (nos EUA) e florestas aqui (no Brasil). Um relatório para as autoridades acreanas não deixarem de ler.

Recentemente cientistas americanos publicaram um estudo que está dando o que falar, principalmente nos meios dominados pela religião do aquecimento global. Sob o título sugestivo "Farms here, forest there" ou, em português, " Fazendas aqui, florestas lá", o texto vem em boa hora para esquentar e iluminar o debate sobre o código florestal. Não é de hoje que mentes lúcidas como o deputado Aldo Rebelo vem demonstrando que por trás da guerra que ONG's e personalidades travam em favor da preservação da floresta brasileira está a defesa intransigente de interesses econômicos dos EUA, principalmente. Sob pretexto conservacionista os americanos se pretendem donos do almoxarifado global. O documento assinado por Shari Friedman e David Garnier & Associates ( aqui em inglês ) tem a chancela ainda de duas organizações. A primeira, Avoided Devorestation Partners, se diz uma rede internacional de pensadores, estrategistas e profissionais de apoio aos esforços interna...

A caneta da estupidez carbofóbica faz vítimas no Acre.

Leio nos jornais acreanos que por lá as autoridades liberaram o corte raso de 1,0 hectare em áreas de seringal sem, contudo, autorizarem a queima para posterior limpeza, preparo e plantio. Com perdão da analogia, eles não sabem o que fazem. Falta-lhes bom senso e conhecimento técnico, sobra-lhes estupidez e fé na religião do aquecimento global antropogênico. A cantilena que fabrica líderes em Brasília e Londres faz suas vítimas no interior da Amazônia. Aproveito para sugerir que leiam, estudem e abram a mente para o debate que, diferentemente do que propalam os carbofóbicos, não está encerrado. Pelo contrário. O fato incontestável de que nesta década as temperaturas globais estão estacionárias enquanto crescem as emissões de CO² derruba qualquer teoria alarmista. Por exemplo, foi publicado ontem, dia 10/08 pelo Blog Heartland  um excelente artigo da organização, o Institute Heartland, que trabalha com economia e, por motivos econômicos, resolveu trata...

Mais grana emprestada ao Acre. Que vá ao que interessa.

Não conheço em detalhes o destino da grana que o governador Tião Viana está emprestando do BNDES para investir no Acre. Espero que não seja mais grana para a "florestania sonhática" da Marina nem para para a filosofia carnavalesca do Joãozinho Trinta "pobre gosta é de luxo, quem gosta de pobreza é intelectual". Pelo que tenho acompanhado, o atual governador do Acre tem a mente mais focada em resultados econômicos. Percebeu onde o sapato aperta. Proponho, mesmo ignorando os detalhes do programa, que estabeleça a geração de empregos permanentes como indicador UM para a escolha das áreas que receberão os recursos. E que crie mecanismos de acompanhamento de metas. Além disso, que pise com força no acelerador da produção. Menos seminários, consultorias, pesquisas socio-econômicas e outras boas intenções que fazem a alegria de meia dúzia e mais foco, mais dureza na aplicação, mais força aos gerentes e mais cobrança. Outra coisa. Prioridades. Alguns vão ficar reclamand...

Fronteiras escancaradas.

Desde que o governo brasileiro resolveu falar fino com os colegas da fronteira, mais que dobrou a quantidade de drogas que entra no Brasil. Na campanha eleitoral este foi um tema importante. Serra prometia falar grosso e retaliar, a dona Dilma prometia combate ao tráfico e apoio aos drogados. Até agora, nada. A matéria publicada na página do Augusto Nunes dá uma idéia de como estamos "combatendo" o tráfico. A Policia Federal sofre de inanição, falta pessoal e recursos. No centro da questão, o Acre, que não tem as mínimas condições de enfrentar a violência decorrente do tráfico. Até quando?

O traidor não se culpa. É da sua natureza.

Em uma novela que está passando na TV Globo, tem um personagem muito interessante. Esqueci o nome. Mas o cara é malvado. Atropela seguidamente a todos os que julga no seu caminho. A arma que usa é a dissimulação, o engodo, jamais "bate de frente". Bem falante e de boa aparência, não poupa elogios e sorrisos simpáticos quando cuida de aproximar-se. Às vezes até surpreende com declarações que de tão íntimas e inesperadas parecem sinceras. Este é, aliás, seu principal truque, parece realmente sincero, gera confiança. Mas trai a todos. Mulher, pai, irmão, amigos... todos. Ninguém é seu amigo de fato. Todos são degraus nos quais pisa para ir a um patamar mais elevado. Segundo os especialistas, este é o comportamento típico do psicopata. Ele faz tudo isso sem culpas. Seus valores éticos e morais são nulos. O que importa unicamente é o seu objetivo. No caso da novela, o cara quer se dar bem, ter mais que o irmão, alcançar maior status, subir, subir, subir... nessa subida deixa par...

No Acre, pouca farinha, meu pirão primeiro.

O bom secretário Mâncio Lima Cordeiro, da Fazenda do Acre, enfrenta mais uma vez descontentamentos aqui e ali. Passadas as eleições, um tempinho para as coisas se ajeitarem e começam a surgir as reclamações, as cobranças, os compromissos, enfim, é necessário dar respostas às expectativas, todas  legítimas porém inconciliáveis perante as disponibilidades do tesouro. Desta vez até o Judiciário resolveu reclamar. Deve ter suas razões, não creio que o Presidente do Tribunal viesse à planície onde vivem os mortais sem um bornal de bons motivos, não é mesmo? A questão é saber se o cofre aguenta as mãos que todos querem nele enfiar. Nestas circunstâncias a melhor saída é a transparência. Chamar todo mundo de uma vez só para a mesa, expor os números, dividir a folga e tocar pra frente no limite legal. Orçamento é como aniversário em casa de pobre. Se não juntar todo mundo para partir o bolo, a metade vai ficar chupando o dedo.

Marcio Bittar está devidamente "incluído fora desta".

Leio na coluna do Luis Carlos Moreira Jorge que o deputado Marcio Bittar ameaça ser candidato ao governo em 2014 se não for candidato a prefeito de Rio Branco em 2012. Balela. Para o Marcio não basta apoio político nacional, isto ele teve para se candidatar ao Senado em 2010 e não topou. Marcio só entra se tiver muita grana garantida pra campanha. Além disso, se, como noticia a grande imprensa, o que sobra do DEM for mesmo absorvido pelo PSDB, os tucanos ganharão um suplente de Senador (Fernando Lage - suplente do Petecão). Com Petecão disputando o Governo, no caso de vitória os tucanos ganham de graça um Senador. Pra que gastar grana alta com uma candidatura ao governo quando mais importante é ter um Senador? Mais tranquilo, barato e inteligente será apoiar a candidatura do Petecão. Este itinerário só será interrompido caso Lage faça a besteira de acompanhar o Petecão rumo ao PSD, o que não acredito. Em síntese, como todo mortal, o Marcio Bittar pode se preparar...

Quem faz a fama se deita na cama

Na política o traidor é como o sujeito que tem mau hálito. Ningém quer chegar perto, conversar ao pé do ouvido, abraçar, firmar namoro então nem pensar. O pior é que a fama de um e de outro se espalha com imensa facilidade. Em toda conversa que o traidor está ausente, o papo rola "Se fez essa trairagem com fulano, sicrano e beltrano, por que não faria conosco?" É gente esperta se precavendo contra rasteiras que certamente viriam. Talvez isso explique alguns desacertos no Acre.

Acre - o progresso vem aí? É preciso.

Conversei recentemente com um dos membros do primeiro escalão do governo acreano. Na pauta, as perspectivas para os próximos quatro anos. Meu interlocutor dá uma boa notícia. Tião Viana vem com tudo para implementar um novo padrão de intervenção nos setores básicos da economia. A industrialização será a ponta do iceberg de um processo amplo que tem como fundamento a exploração em escala do potencial produtivo do Acre. Bom sinal. Aprendi que para resolver um problema, o primeiro passo é reconhecer que ele existe. Fazendo as contas e percebendo que a economia de base agrícola tem muito que contribuir para a geração de riqueza e oportunidades no estado, o novo governador poderá emitir para a sociedade sinais claros de que inaugurará um ciclo de real desenvolvimento, o que, paralelamente, servirá para quebrar o discurso obviamente exacerbado de que no Acre nada se produz. Está na hora.

Analfabetismo segundo a PNAD - escarafunchando honestamente os números do Acre.

Publicação do IPEA nesta quinta-feira, com base na PNAD - Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios, demonstra um avanço importante na diminuição do analfabetismo no Brasil. Vejamos o que dizem os dados sobre o Acre: 1. Entre 2004 e 2009 o Acre não conseguiu acompanhar o avanço médio brasileiro na diminuição do analfabetismo da população total acima de 15 anos de idade. Embora tenha reduzido a taxa de analfabetismo de 17,3 para 15,4, mantém o maior índice da região. A média nacional é de 9,7% e a regional é de 10,6%. A variação da taxa nacional foi de 15,3% e da taxa regional foi de 16,9%. 2. Quando se trata, porém, do analfabetismo funcional (até 4 anos de estudo), os dados do Acre são promissores. O Acre teve a maior variação da taxa de redução de analfabetismo funcional no Brasil (33%). A taxa caiu de 16,5% para 11% no período. Isto coloca o Acre em posição melhor que a média regional que é de 12,6%. 3. Na faixa entre 15 e 64 anos, os números do Acre s...

A agricultura familiar exige prioridade

Participei esta semana, em Recife, de um seminário sobre Assistência Técnica e Extensão Rural no Brasil. Presentes representantes de todas as empresas estaduais de ATER, da EMBRAPA, da ASBRAER, do MDA e dirigentes dos principais movimentos sociais (CONTAG, FETRAF e MPA). A ATER, que vive um novo momento desde que o governo passou a dar efetiva importância à agricultura familiar precisa acompanhar e, muitas vezes, se antecipar às transformações no campo, que são aceleradas. É preciso produzir mais e melhor. No Acre, mediante as condições oferecidas o trabalho realizado merece a defesa dos extensionistas. O problema é que a ATER recebe comandos ditados pelo modelo implementado. Se há problemas importantes na viabilização econômica da agricultura no estado, eles devem-se à rigidez da política de desenvolvimento. No plano nacional, alguns sinais permitem otimismo em relação ao desenvolvimento da agricultura familiar. A presidente eleita anuncia que seu alvo é a eliminação da...

A segurança alimentar do acreano em xeque.

Mais uma vez os números são duros com o Acre. A segurança alimentar do acreano ainda é um alvo distante. Se mais de 50% da população não tem garantia de alimentação adequada, aproveite-se a informação para refazer o planejamento e execução das políticas públicas. A informação também serve, é obvio, para reforçar o discurso da oposição. Creio que é possível enfrentá-lo com ações determinadas e consequentes de promoção do setor rural. Continuar na perspectiva de que da floresta transbordarão efeitos econômicos capazes e suficientes para garantir a renda necessária à aquisição de alimentos já se demonstrou equivocado. Ao invés de aprofundar o erro, insistindo em ações de baixo impacto na economia, deve-se concentrar esforços em um programa vigoroso de exploração agrícola das áreas já desflorestadas. A fruticultura tropical pode ser a base deste processo.

Nem "O Globo" escapa do diversionismo de nossos analistas.

No jornal O Globo de hoje, em matéria com o título  Derrota de Dilma indica fim do dominio do PT no estado , acreanos, petistas no meio, anunciam a queda do vianismo e a derrota da FPA em novos embates. Com mais ou menos razão tenta-se explicar os resultados das eleições e assinalar algumas perspectivas. A parte inusitada fica por conta da acusação que faz o jornalista Antonio Alves de que os sucessivos governos da FPA escolheram controlar a imprensa. "No Acre não existe imprensa, existe assessoria de imprensa. Quem ganha o governo leva a imprensa de contrapeso. A tentação de dominar os meios de comunicação parece irresistível." Demorou pra notar, hein? Já o deputado eleito, Sibá Machado, prefere ver na derrota da Dilma uma questão de antipatia "As pessoas simplesmente não gostaram dela e pronto. Não tem explicação." De tão simplista, a opinião nem parece refletida. Se de fato está selado o fim do petismo-vianismo no Acre como sugerem os entrevistados, o qu...

Quando é obvio, tanto faz nos EUA como no Acre.

Bem longe do Acre, após as eleições parlamentares nos EUA, o senador democrata por Indiana, Evan Bayh, publicou um Artigo  muito interessante tratando do futuro do seu partido e, por consequência, do governo Obama. Se não soubesse antes, juraria que o autor é um membro lúcido da FPA.

O projeto. Sempre o projeto.

Recorto da coluna do Claudio Humberto: Aécio: PSDB precisa de 'projeto' "O senador eleito Aécio Neves (PSDB), disse nesta quinta (4) que, antes de ter um nome para concorrer à Presidência da República, em 2014, o PSDB precisa definir um "projeto" a ser apresentado ao eleitorado do país. A declaração foi dada em resposta ao presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra e também pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que defendem que o PSDB antecipe para 2012 a escolha do seu candidato a presidente." No Acre, o governador eleito Tião Viana convoca o professor Rego para dar feição a uma versão renovada do projeto em curso, se reúne com colaboradores e pede contribuições. Segundo suas próprias palavras, aguarda nova idéias de politicas públicas. Estão certos os dois. O Aécio por saber que um dos problemas das oposições é a ausência de um projeto que marque claramente as diferenças entre o que pretendem e o que pretende o governo. Não dá pra ir...

A lição que nem a FPA nem o Altino nem a Marina querem assimilar.

Como sempre, leio com muita atenção o que diz o Altino Machado em seu Blog, o mais prestigiado entre os acreanos e, talvez, da Amazônia. Em seu último post ele identifica nos resultados eleitorais recentes, uma lição dos eleitores que, segundo ele, reclamam da atual maneira de governar adotada pela FPA. Aponta razões do tipo  "o governo é perseguidor", "o governo cerceia a imprensa", "mente demais na propaganda", "o pessoal do governo é muito arrogante", "só tem vez no governo uma panelinha", "que manda mesmo é gente de fora", "acreano não tem vez" que explicariam o fio da navalha em que se encontra a florestania. Ainda que concorde que as razões citadas estão mesmo por ai, desconfio que são tópicas. Estas não são as razões do povão. Sinto dizer, mas o buraco é mais embaixo, sim senhor. A razão de fundo é, principalmente, a limitada capacidade do projeto em curso de gerar empregabilidade e real desenvolvimento econ...

Acre, o mais tucano dos estados brasileiros. Por que será?

Com 7 em cada 10 votos acreanos, José Serra deu a maior lavada nas eleições presidenciais deste domingo. Pode-se dizer que o Acre é o mais tucano entre os estados. Parece piada, mas é o que os números dizem, apesar de o Estado viver sob hegemonia petista há 12 anos e ter mais 4 pela frente com o mesmo grupo no comando. Dos 22 municípios, paradoxalmente, a Dilma só venceu naquele em que o prefeito é tucano (ainda é?). Parece que quem nasceu para ser dindin jamais será sorvete. Rio Branco também deu a Serra o seu maior percentual de votos entre as capitais brasileiras com 73,29%. De quebra, o Acre apresentou os dois municípios onde a Dilma foi menos votada em todo o Brasil. Em Porto Acre teve apenas 19% dos votos. Em Capixaba teve 20%. Os dois municípios são governados pelo PT. Pelo que foi noticiado, ressabiados com os resultados contrários no primeiro turno, os líderes da FPA se empenharam como nunca para reverter a situação. Seria uma tarefa possivel, já qu...