sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Em 2013, mais Lineus e menos Dirceus.

Ontem assisti uma parte do episódio de "A Grande Família", programa da Globo que tem como personagens centrais um funcionário público honesto, sua esposa dona de casa, seu filho preguiçoso, sua filha sem noção e seu genro esperto. Uma excelente diversão às quintas. Pois bem. Ontem o tema central foi o encontro do Lineu com uma juíza, em situação armada pela esposa dona Nenê. Ele acaba cuidando do cachorrinho da magistrada, interpretada por Regina Duarte, e o fato serviu de oportunidade para que a família o estimulasse a aproveitar a simpatia da Juíza em favor de seu genro Agostinho, que cumpre pena na prisão.

Pense num aperreio. O Lineu, coitado, não cogitava em hipótese alguma acercar-se da juíza com algo que pudesse significar um pedido. Menos ainda se este pedido ultrapassasse os limites éticos. Mas, haja pressão da família. Lineu resistia a pedir que a juiza "amolecesse" a mão no julgamento do genro, Agostinho.

Enquanto assistia as cenas em que o Lineu se esforçava para não confrontar os interesses da família, fiquei imaginando no que ele diria das tentativas dos mensaleiros e seus acólitos, primeiro de melar e, depois, de desconstruir o julgamento do mensalão pelo STF.

É claro que Lineus não entram na política. Seus narizes não suportariam, seus estômagos vomitariam, seus nervos paralisariam. Mas há Lineus por ai, no meio do povo. Gente que não põe ídolos nem partidos acima de princípios. Gente que se envergonha de que o vejam como oportunista ou aproveitador. Gente que não verga a coluna nem faz cambalhotas intelectuais para justificar a mentira e a ladroagem.

Se pudesse desejar algo ao Brasil nesta virada de ano, pediria que os Lineus acordassem, aparecessem, se manifestassem e não permitissem que a nação afunde ainda mais na cultura anti-Lineu.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Nada como conhecer seus direitos e ter coragem para exigí-los.

Hoje aprontei o "maior barraco" em um supermercado. Aos fatos:

Há alguns dias comprei uma dessas maquininhas que dão pressão à água e permitem lavar superfícies, tipo lajes, veículos, etc. A TV está repleta de propaganda delas. Pois bem. Na terceira vez que tentamos usá-la, cadê? A porcaria não liga, não dá sinal de vida. Morreu.

Muito bem. O que deve fazer qualquer pessoa de bom senso? Volta no vendedor e cobra a garantia. Foi o que fez a minha esposa. Chegou lá e recebeu a informação de que o local de vistoria e providências era tal loja em frente a tal lugar. Fomos lá e não encontramos a loja citada. Voltamos ao  supermercado e pedimos melhor orientação (endereço completo, telefone, contato etc.). Foi ai que o negócio azedou.

Nos encaminharam a um funcionário que simplesmente nos disse que a loja referida era apenas uma prestadora de serviço, que o supermercado não tinha nada com isso, que o problema era da fábrica e que nos virássemos. Que tal?

Fiquei indignado. E indignado fala, grita, esperneia até ser ouvido. Sinceridade? Quase botei o supermercado abaixo. Não ficou um cliente entre as dezenas que lá estavam que não tenha parado para me ouvir, no volume máximo que minha garganta alcança, dizer que conheço os meus direitos de consumidor, que o supermercado responde solidariamente por problemas de funcionamento dos aparelhos que vende, que tem a obrigação de encaminhar uma solução adequada e que não poderia me largar à mão.

Apareceu a gerente da loja. Me convidou a ir em outro espaço, ouviu a reclamação, garantiu solução e fomos embora. Na saída, um cliente que estava próximo e comprava um notebook durante a discussão nos disse que desistiu da compra, um senhor de meia idade que estava no caixa fez côro: Nós temos direitos!

Estamos aguardando as providências. Se não forem satisfatórias, porei uma faixa na rua em frente ao supermercado: NÃO COMPREM ELETRODOMÉSTICOS. O SUPERMERCADO MANDA VOCE SE VIRAR COM A FÁBRICA.


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

"É hora de ir às ruas!" Zé Dirceu. Ou, "Não me deixem só!" Fernando Collor.

Estou achando que a antesala das grades está fazendo um mal danado ao juízo do ex-Deputado Zé Dirceu. O homem veio de novo com essa história de povo na ruas defendendo os mensaleiros, ele no meio. Sugere o Zé que o STF deve ser afrontado não apenas pelo Marco Maia, o atual representante do baixo clero na presidência da Câmara dos Deputados, mas também por mim, por voce, pelos estudantes-estudantes (os da UNE pré-paga são de outra espécie), pelos professores-professores, pelos agricultores-agricultores (os do MST são de outra espécie), pelos operários do ABC etc. Tudo isso porque apesar de TUDO e, neste caso, TUDO é muita coisa que foi feita para melar o julgamento, o STF honrou os brasileiros e condenou o bando a penas pesadas (algumas nem tanto).

Se pudesse, daria um conselhinho ao Zé Dirceu. Diria simplesmente que fosse juntando uma boa lista de livros para ler duante as férias que ganhou do STF e não contasse muito com a força do cabresto da popularidade no focinho do povo não. Da última vez, o Collor tentou e sifu.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ainda há juízes!

Acabou! O Boeing 470, que aterrisou no STF com uma imbiricica de peixes graúdos (outros nem tanto) pegos no mar de lama político em que estamos navegando há tempos, acabou de decolar deixando para trás vários condenados e algumas certezas.

A principal é que ainda há juízes no Brasil. Apesar das tentativas de postergar indefinidamente e até mesmo de melar o julgamento, o certo é que, sob o comando de gente decente, o relatório do MINISTRO JOAQUIM BARBOSA (com letras grandes, mesmo) foi apresentado, votado e aprovado. O resultado aí está. Mensaleiros, quadrilheiros, corruptos, corruptores, lavadores de dinheiro etc., foram condenados e terão que pagar por seus crimes. Alguns atrás das grades.

Outra certeza é que, se havia dúvida para alguns ingênuos, O MENSALÃO EXISTIU. O governo comprou e pagou por apoio parlamentar. Parlamentares e partidos venderam seu apoio no Congresso, escrevendo a página mais suja da história do parlamento brasileiro.

Que não paremos por aqui. Que a sociedade não se dê por satisfeita. Que não caiamos num pós-trauma paralisante. NINGUÉM ESTÁ ACIMA DA LEI.


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Kafka e os indignados mudos.


Voce alguma vez ficou indignado? Já viu alguém ficar indignado? Em qualquer das hipóteses garanto que ouviu voz elevada, exasperação e, dependendo do caso, muito palavrão. O que eu nunca soube é de indignado mudo. Só o Lula.

Segundo seu ex(?) chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, o amigo da Rose está indignado com as declarações do Marcos Valério de que mandava uma grana para suas despesas pessoais. Coisa pouca de 100 mil reais. Em Paris, Lula disse que não pode acreditar em mentira. Nem eu. Sobre a Rose ele ainda não disse vírgula.

Ao mesmo tempo, quando a turma do Congresso tentou convidar o homem indignado para falar - era uma ótima oportunidade de esclarecer tudo, o que fez a tropa liderada pelo indignado Collor de Melo? Negou. Nem o indignado Lula, nem a indignada Rose, enfim, nenhum indignado vai falar. Advinhe quem foi convidado a falar? O FHC que não tem nada a ver com a história. Nem Kafka.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A Rosa ativa.

Peraí. Quer dizer que em todas as viagens da Rose com o Presidente Lula a Dona Marisa ficava em casa comendo um arrozinho com feijão? Isso ai não é assessoria, é banco de reservas.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Educação - Brasil fica penúltimo ligar no ranking de 40 países. E continuamos admirando a indigência intelectual.

O Brasil ficou em penúltimo lugar em um ranking global de educação que comparou 40 países levando em conta notas de testes e qualidade de professores, dentre outros fatores. A pesquisa foi encomendada à consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), pela Pearson, empresa que fabrica sistemas de aprendizado e vende seus produtos a vários países.

 Em primeiro lugar está a Finlândia, seguida da Coreia do Sul e de Hong Kong. Os 40 países foram divididos em cinco grandes grupos de acordo com os resultados. Ao lado do Brasil, mais seis nações foram incluídas na lista dos piores sistemas de educação do mundo: Turquia, Argentina, Colômbia, Tailândia, México e Indonésia, país do sudeste asiático que figura na última posição.

 Os resultados foram compilados a partir de notas de testes efetuados por estudantes desses países entre 2006 e 2010. Além disso, critérios como a quantidade de alunos que ingressam na universidade também foram empregados.

 Para Michael Barber, consultor-chefe da Pearson, as nações que figuram no topo da lista valorizam seus professores e colocam em prática uma cultura de boa educação.

 Ele diz que no passado muitos países temiam os rankings internacionais de comparação e que alguns líderes se preocupavam mais com o impacto negativo das pesquisas na mídia, deixando de lado a oportunidade de introduzir novas políticas a partir dos resultados.

 Dez anos atrás, no entanto, quando pesquisas do tipo começaram a ser divulgadas sistematicamente, esta cultura mudou, avalia Barber.

 "A Alemanha, por exemplo, se viu muito mais abaixo nos primeiros rankings Pisa sistema de avaliação europeu do que esperava. O resultado foi um profundo debate nacional sobre o sistema educacional, sérias análises das falhas e aí políticas novas em resposta aos desafios que foram identificados. Uma década depois, o progresso da Alemanha rumo ao topo dos rankings é visível para todos".

 No ranking da EIU-Person, por exemplo, os alemães figuram em 15º lugar. Em comparação, a Grã-Bretanha fica em 6º, seguida da Holanda, Nova Zelândia, Suíça, Canadá, Irlanda, Dinamarca, Austrália e Polônia. 
 
Cultura e impactos econômicos

 Tidas como "super potências" da educação, a Finlândia e a Coreia do Sul dominam o ranking, e na sequência figura uma lista de destaques asiáticos, como Hong Kong, Japão e Cingapura.

Alemanha, Estados Unidso e França estão em grupo intermediário, e Brasil, México e Indonésia integram os mais baixos. O ranking é baseado em testes efetuados em áreas como matemática, ciências e habilidades linguísticas a cada três ou quatro anos, e por isso apresentam um cenário com um atraso estatístico frente à realidade atual.

 Mas o objetivo é fornecer uma visão multidimensional do desempenho escolar nessas nações, e criar um banco de dados que a Pearson chama de "Curva do Aprendizado". Ao analisar os sistemas educacionais bem-sucedidos, o estudo concluiu que investimentos são importantes, mas não tanto quanto manter uma verdadeira "cultura" nacional de aprendizado, que valoriza professores, escolas e a educação como um todo.

 Daí o alto desempenho das nações asiáticas no ranking. Nesses países o estudo tem um distinto grau de importância na sociedade e as expectativas que os pais têm dos filhos são muito altas.
Comparando a Finlândia e a Coreia do Sul, por exemplo, vê-se enormes diferenças entre os dois países, mas um "valor moral" concedido à educação muito parecido.

 O relatório destaca ainda a importância de empregar professores de alta qualidade, a necessidade de encontrar maneiras de recrutá-los e o pagamento de bons salários.

 Há ainda menções às consequências econômicas diretas dos sistemas educacionais de alto e baixo desempenho, sobretudo em uma economia globalizada baseada em habilidades profissionais.

Fonte: TERRA

Derretendo a farsa.

Abaixo, trechos iniciais do artigo de Mauricio Porto sobre a farsa do Aquecimento Global Antropogênico. Veja mais AQUI

A cada dia que passa, na minha opinião, os adivinhólogos do clima e seus "Goebbels Boys" da mídia, demonstram cada vez mais o seu desespero. Os dados divulgados pelo Met Office e a Universidade de East Anglia Climatic Research Unit em janeiro deste ano de 2012, confirmando que o aquecimento global, desde 1997, se estabilizou - ou seja, acabou - e posteriormente os do HadCrut em abril apresentando um gráfico que mostra claramente que a temperatura da terra vem apresentando sinais de um leve arrefecimento, deixou a "Máfia Climática" totalmente "lelé da cuca", enlouquecida de vez!


Agora, mais uma vez, foi a NASA. Num ato, ao meu ver, de total e proposital histeria, divulgou uma imagem capturada por seus satélites de dois mapas da Groenlândia, que instantaneamente a mídia mundial reproduziu, como sempre, com o maior prazer para o mundo inteiro. Na imagem à esquerda, segundo a NASA, a cor branca corresponde a camada de NEVE depositada sobre a geleira no inverno e que agora no verão derrete para depois ir se recompondo naturalmente, mesmo antes do inverno seguinte. Na imagem da direita - aí é que mora o perigo - a cobertura de NEVE desaparece no mapa que praticamente não tem branco. Só fica um rosa escuro. A mensagem, para eles foi passada! Quem acabou? A NEVE ou a GELEIRA, "Eis a questão"!!! Os mapas e a notícia saíram na primeira página de vários jornais do mundo . Quem é que tem tempo para ler a notícia inteira?

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Não sabia de nada

Com a Rosemary falando 5 vezes ao dia com o Lula, desconfio que desta vez quem não sabia de nada era o Noronha.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Contra o terror, o combate extremo.

Todos os dias é a mesma coisa. O PCC continua barbarizando geral em São Paulo. Chegam atirando sem motivo, sem escolha, sem piedade. Matam por matar. Implantam o terror tendo como causa a expansão de seus domínios. O que são? TERRORISTAS.

A hora é de reconhecer o fato, declarar a facção uma organização TERRORISTA e contra eles investir na forma devida. Como é que se combate o terror? Matando os terroristas. O estado tem preparo e condições legais para isto. É isso aí.

Cotas raciais. Não sei, só sei que é assim.


Se você tem a cor da pele escura, mesmo que seja filho do Carlinhos Brown, ou de Pelé, ou do Joaquim Barbosa, tem direito a uma das vagas reservadas para os afrodescendentes nas Universidades Brasileiras. O branquelo do lado, mesmo que tenha melhor desempenho nas provas sifu. Isso é o que chamam de Cota Racial.

Mas como pode? O filho do Pelé jamais foi discriminado, jamais deixou de ter ou ser o que quis por ser negro. Como pode ter direito ao privilégio? Deixa de ser bobo homem. A Cota Racial é para reparar a dívida histórica. A prole de Pelé não foi discriminada, mas seu Donga ou o pai do Donga, ou o avô do Donga certamente foi, então o filho do Pelé tem direito face à dívida histórica com os negros.

Então tá.
Continuando...

Excetuando parentescos colaterais, um vivente tem 1024 ascendentes em 10 gerações que equivalem mais ou menos a 300 anos, o que nos remeteria ao inicio do século 18. Em um vídeo que vi recentemente, Chico Buarque se pergunta: Será que todos os ascendentes de um brasileiro branco eram brancos? E deduz, logicamente, que não é razoável. Ou seja, em algum momento entrou negro na história e, consequentemente, ninguém é branco puro. Todos somos miscigenados em alguma medida.
Então, se na perspectiva histórica todos somos mestiços e as Cotas são reparação histórica, por que apenas os de cor negra tem direito às Cotas Raciais?

Como diria Chicó, Não sei, só sei que é assim. 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Sim. Há Juízes!.

Terminou hoje, para o núcelo politico, o julgamento do mensalão, como ficou conhecido o maior escândalo da república brasileira - a compra em dinheiro de apoio político no Congresso Nacional.

Durante muito tempo se especulou a respeito. Tentativas de protelação legítimas e outras nem tanto foram executadas. Alguns até achavam que por terem sido nomeados pelo Presidente Lula e pela Presidente Dilma certos ministros votariam conforme o interesse do palácio. Outros tinham certeza, mas foram surpreendidos pela altivez do STF. Sim. Ainda há juízes.

Aqui e ali se ouvem algumas vozes inconformadas. Dos condenados, o compreensível erperneio, de outros um pedido de igualdade de tratamento em relação ao mensalão mineiro. Da população, felizmente, apoio e esperança de que o país tenha dado um passo objetivo na punição de gente que se considera livre para delinquir, para manipular, para afrontar, para subornar pessoas e instituições apodrecendo a democracia.

E tudo isso sem que Marcos Valério tenha dito vinténs de tudo o que sabe. Torçamos para que fale e ilumine todos os casos escabrosos em que se envolveu. Doa a quem doer.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Uma pequena mensagem sobre traição e perdão.

Meu caro ex-amigo, pena que não posso neste momento lhe oferecer uma palavra de conforto ou um abraço fraterno. Imagino que voce deva estar sentindo mais profundamente do que jamais pensou o sentimento de ter sido traído, enganado. A surpresa de se deparar de modo íntimo com algo que sempre julgou tão improvável e detestável quanto distante, com uma situação cuja administração foge completamente ao seu espírito mandonista deve estar lhe moendo a alma.

Pois lhe digo. É assim mesmo. Voce não pode fazer nada. Não depende de nenhuma atitude que possa tomar. Voce não pode alegar os anos de dedicação, de cuidado, de orientação, de preocupação, de doação. Isso tudo não tem importância alguma perante o fato concreto com o qual, aliás, terá que lidar para sempre. É definitivo. Por esta voce não esperava, hein? Voce foi traído do modo mais amargo. Alguns de seus projetos viraram fumaça, voce terá que rever seus planos, terá que rever seus conceitos, terá que superar a angústia, terá que compreender as palavras não ditas e ouvir algumas que nunca compreenderá.

Se serve de consolo, o tempo é mágico e tudo resolve. Vai demorar, mas algum dia voce perdoará. É a vida.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Ainda há juizes? Tomara.

No julgamento do mensalão, pelo menos até agora, se pode dizer que de onde menos se espera é que não sai nada mesmo. O Ministro revisor e o ministrinho tentam livrar a cara dos mensaleiros votando e dando pretexto a votar pela absolvição. O caso do João Paulo é flagrante. A prosperar a tese da defesa, qualquer dia desses pinta 50 mil na sua conta e voce não sabe nem de onde veio nem pra que servirira. Que coisa, não? Pena que essas coisas não acontecem todos os dias, né? Começo a crer que os esforços de salvação dos mensaleiros serão em vão. Alvíssaras!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A educação de mal a pior. Aonde vamos?

Enquanto estamos entretidos com o julgamento do mensalão e as eleições, eles vão fazendo merda. Se voce não leu direto no Blog do Noblat, leia AQUI  um artigo em que diz bem o que estão fazendo com a educação brasileira. A prosseguir assim haverá um tempo em que todos os nossos doutores serão do tipo Honoris Causa que nunca leu um livro.

Eu que fiz primário, ginasial, científico e faculdade nos melhores estabelecimentos de ensino de minha cidade, TODOS públicos, fico pensando o que estarão ensinando(?) hoje em dia entre aqueles muros. Quando passo em frente ao antigo Colégio Estadual onde aos nove anos de idade fiz com êxito o Exame de Admissão ao Ginásio, fico tentado a entrar e conversar com seus alunos e professores. Não o faço com vergonha.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Gulliver, o amo Houyhnhnm e o mensalão...

No Blog do Ezio Bazzo Ver aqui um post que tem tudo a ver com a peça "O julgamento do mensalão" em cartaz no STF.

Existe entre nós uma quantidade de homens, tão grande como a das lagartas, que são treinados desde muito jovens na arte de provarem que o preto é branco e o branco é preto, conforme sejam pagos para dizer uma coisa ou outra. Todo o resto do povo é escravo desses homens.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Que assim seja.

Vai começar o julgamento do mensalão. Que sejam condenados aqueles que escreveram a página mais podre da história politica brasileira. Que sirva de exemplo. Que o julgamento não se transforme em alvará para politicos desonestos delinquirem acobertados pela força da grana e da impunidade. Que a corrupção sofra um revés. Que após o julgamento possamos levantar a cabeça. Que os ministros não se comportem como representantes da súcia que elameou a politica brasileira. Que respiremos ares menos fedorentos.

domingo, 15 de julho de 2012

Em Londres, puteiro ambulante. Não tarda e a moda pega,

Ezio Bazzo, tão intrigante quanto cáustico, nos põe a pensar com um pequeno post em seu Blog . Eis um trechinho.

É intrigante que normalmente só se olhe com espanto e com moralismo para a “escravidão” social DELAS, dessas “fêmeas" que se deixam enrabar por alguns trocados, mas e a escravidão sexual DELES, dos clientes? E a escravidão sexual dos “machos” ? Por que se concluiu que os enrabados profissionais são mais escravos que os enrabadores profissionais???

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Uma candidatura tão falsa quanto a foto da candidata.

Hoje em dia parecer bonita é algo praticamente obrigatório para as mulheres, valendo para isto todos os recursos estéticos que vão da cirurgia plástica ao botox. Ninguém está obrigado a aceitar as cruéis leis da natureza que fazem despencar seios, amolecer bundas e surgir profundos sulcos faciais. Se há formas de amenizar o estrago, que sejam utilizadas conforme o gosto do freguês. Mas quando se trata de campanha eleitoral, qual a medida ética para o fotoshop que faz na imagem o milagre que nem o Pitangui faria no corpo?

Não sei. Só sei que quando é demais fica patético. Na fotos abaixo, copiadas do AC 24 horas e do Contilnet, demonstra-se duas falsidades obvias. Nem a "candidata" é de fato CANDIDATA, nem a mulher da foto é a "candidata". Pelo menos não a atual. Talvez há uns 20 anos...

Já sabiam todos os portadores de mais de um neurônio que a fajutice da "candidatura" de Antonia Lucia tem objetivos inconfessáveis. Agora, a foto... sinceramente, deputada, exagerou na dose.

                                                       Foto de Contilnet

 
        
                                         Foto do AC24horas


Até tu, dona Dilma?

Até um dia desses o governo se vangloriava em anunciar o crescimento da economia, obviamente medido pelo PIB, como um diferencial do gerenciamento atual, o que daria conta de promover a distribuição da riqueza ainda que seja através de bolsas essas e aquelas. O negócio era ir atrás de um PIBÂO de 7% ao ano etc e tal. Quando veio o pibinho, a dona Dilma reagiu criando uma cortina de fumaça com a história de que riqueza se mede é com bem estar de criancinhas. Caraca! Até tu dona Dilma? Parece que a nossa presidente entrou na moda de quebrar o termômetro quando a febre aumenta.

Conheço esse filminho de outros "cinemas". Em algumas regiões, sempre que os dados demonstram a pobreza persistente aparece alguém com a idéia de refutar os índices oficiais. PIB, IDH etc., são jogados na lata do lixo com uma ligeireza incrível. Já teve até quem propusesse uma régua de felicidade para medir o desenvolvimento humano. Ao invés de medir a renda do indivíduo, alguém perguntaria: Voce está feliz? Se o sujeito por acaso tivesse "pegado" aquela menina na noite anterior entrava na contabilidade com alto índice de felicidade. Que maravilha!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Os catadores de lixo e os catadores de voto.

Os jornais e TV's foram inundados hoje com as imagens de um casal de catadores de lixo moradores de rua que encontraram e devolveram ao dono 20.000 reais encontrados por acaso. Que noticia fantástica, não é mesmo? Justo agora que se aproxima o julgamento do mensalão e uma cachoeira de ratos sai por todos os buracos da estrada que leva da Delta ao Congresso, passando por Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Palmas e sabe-se lá que recantos deste imenso Brasil.

Em nosso país qualquer história de gente honesta vira notícia de ampla repercussão. Já a bandalheira virou rotina. Todos os anos o brasileiro dedica alguns meses de seu tempo a acompanhar noticias banais de corrupção. Senadores, deputados e ministros se equilibram como podem. A questão é saber quem vai ser pego e quando, como se soubéssemos de antemão que todos são ladrões. Uma espécie de roleta russa ameaça os nossos parlamentares e membros do governo.

Os honestos estão onde sempre estiveram, no meio do povo. Em entrevista por telefone a várias emissoras de TV, a mãe do catador que não vê o filho a 13 anos, uma pobre mulher maranhense, disse que o filho fez apenas a sua obrigação, nada demais. Ela o educou assim mesmo, sendo honesto, não possuindo nada que não possa justificar. Que bela lição às vésperas das eleições e do tsunami de bandalheira e gastos improbos vem por ai.

Eleições. O grande teatro da empulhação.

Começou. De agora até outubro só ouviremos falar de eleições. Debates na TV, campanha na rua, panfletagem, gente enchendo o saco e muita, muita mentira, dissimulação, oportunismo e cara de pau. Frequentará igrejas quem nunca se ajoelhou para fazer uma oração, prometerá melhor educação quem só acredita no esperteza pra ter sucesso na vida, garantirá saúde de qualidade quem jamais botou os pés em um pronto socorro, se dirá honesto quem enriqueceu comendo beiradas de licitações públicas e apadrinhando parentes em cargos públicos, se mostrará competente quem jamais arriscou um centavo do próprio bolso, exibirá programas de governo quem nunca deu valor ao planejamento, se comprometerá com a democracia quem trata a todos sob o chicote, fingirá humildade quem quase se afoga na arrogância. Campanhas eleitorais, todas elas, são sempre um espetáculo de fingimento, falsidade e oportunismo.


Além de tudo isso, eleições são gastos de dinheiro que não pertence a nenhum candidato. Dinheiro que pertence ao povo e deles é arrancado sob as mais variadas formas. Dinheiro que foi juntado ao longo do tempo em licitações fraudulentas ou obtido pela cobrança antecipada de favores a empresários que mais tarde definirão tarifas, preços e alíquotas. Aquilo que pela TV assistimos fazer o Raul Filho, prefeito de Palmas, é quase uma praxe.

Além da combinação de farsa ideológica e dinheiros mal juntados, eleições são também o espetáculo da traição. Gente que ontem lambia os pés de fulano hoje lhe aponta o dedo solenemente como se não tivesse feito parte do botim. Gente que sem beltrano não teria saido do zero na política hoje lhe volta as costas como se descobrisse de uma hora pra outra o próprio engano.

Além de farsa ideológica, gasto de dinheiros mal juntados e traição, eleições são também o espetáculo da comunicação. Cada vez mais as campanhas se concentram nos programas de rádio e de tv, nas mídias eletrônicas e, ultimamente, nas redes sociais. Os marqueteiros tem a dura missão de transformar toupeiras em figuras carismáticas.

É o que teremos. E ainda assim é o melhor que podemos ter. Ou não?

terça-feira, 3 de julho de 2012

Mais um CIENTISTA se levanta contra a farsa do aquecimento global

A cada dia surge um cientista ocupado com a ciência dizendo que o CO² não tem nada a ver com aquecimento global. Enquanto cientistas ocupados com convescotes e negociações de verbas para suas pesquisas(?) faziam as contas do fracasso do woodstock ambiental do Rio de Janeiro, Don Easterbrook confirmava as conclusões de Luis Carlos Molion entre outros. O jornal o Globo deu a noticia que poucos repercutiram, pois como de costume, só é "importante" se for catástrofe. Os dementes adeptos do aquecimento global já nem sabem o que fazer para conter a realidade que aos poucos se impõe desmascarando a farsa global.

Por Cesar Baima de O Globo, 28 de Junho de 2012.

RIO - A Humanidade e suas crescentes emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases do efeito estufa na atmosfera não têm nada a ver com o aquecimento global. Assim acredita Don Easterbrook, professor emérito de Geologia Glacial da Western Washington University, nos EUA, e apontado como um dos principais cientistas que contestam o consenso em torno do tema. Segundo Easterbrook, suas pesquisas, com base na análise de amostras de gelo retiradas das geleiras da Groenlândia, indicam que a Terra passa por constantes ciclos de aquecimento e resfriamento, com duração aproximada de 30 anos cada.

- Não acredito no aquecimento global primeiro porque não há dados físicos que comprovem que isso está acontecendo – afirma. - Tudo que os arautos das mudanças climáticas têm são modelos computacionais fundamentalmente errôneos. Basta ver que se alimentássemos um dos modelos do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU) com dados de 1980, suas previsões para o clima em 2010 não chegariam nem perto dos dados reais coletados naquele ano.

De acordo com Easterbrook, todo aquecimento das últimas décadas é fruto de um processo natural que já terminou, com evidências de que desde o ano 2000 a Terra entrou em uma tendência de resfriamento. Ele conta que seus estudos identificaram 40 ciclos de calor e frio nos últimos 500 anos e desde a última Idade do Gelo, há entre 10 e 15 mil anos, pelo menos uma dúzia de episódios em que a elevação da temperatura média do planeta atingiu 15 graus Celsius, mais de 15 vezes maior do que do que a alta atual, calculada entre 0,7 e 0,8 grau nos último século, sendo que nenhum deles estaria diretamente associado a aumentos na concentração de dióxido de carbono na atmosfera.

- O CO2 é incapaz de causar uma mudança climática significativa e não pode ser usado para explicar o pequeno aumento de temperatura atual – defende. - Basta ver que a partir dos anos 40, quando as emissões tiveram uma forte alta, a temperatura média da Terra caiu durante 30 anos enquanto a concentração de CO2 na atmosfera aumentava. Só a partir dos anos 70 a temperatura começou a subir e, mesmo assim, décimos de grau, o que não tem nenhuma relevância estatística.

Ainda segundo Easterbrook, todas as emissões de CO2 da Humanidade desde o início da Revolução Industrial mudaram em apenas 0,008% a composição da atmosfera, mais uma amostra de que o gás não pode ser o causador do último ciclo de aquecimento, que teria terminado por volta de 1999. Sua teoria é de que estes ciclos estão associados a variações na temperatura da superfície dos oceanos. Esta, por sua vez, seria afetada pela cobertura de nuvens do planeta, que mudaria de acordo com oscilações no campo magnético do Sol.

- Quanto mais fraco este campo magnético, maior é a formação de nuvens, o que tem um efeito de resfriamento, já que elas refletem a radiação solar antes dela alcançar a superfície da Terra – diz.
Para Easterbrook, o fato de o vapor d'água que forma as nuvens ser o gás mais atuante do efeito estufa no planeta, responsável por mais de 95% do aquecimento que faz dele habitável (se não houvesse o efeito estufa, a temperatura média da Terra seria da ordem de -18 graus Celsius), não contrabalança o efeito de resfriamento da maior reflexão de radiação. O cientista também rechaça argumentos de que a partir de 2000, quando acredita que o planeta começou a esfriar, foram registrados alguns dos anos mais quentes da História.

- Ocasionalmente podemos ter anos mais quentes ou mais frios, mas se calcularmos a média da temperatura na década veremos que não há um aumento, e sim uma tendência de queda relativa ao período entre 1961 e 1990, usado como base de comparação para a dita “anomalia” do aquecimento global – alega Easterbrook. - Temos que atentar que padrões de tempo são diferentes de padrões de clima. Falar de anos individualmente não faz sentido. O que temos que observar são tendências de longo prazo.

Na opinião do professor americano, todo discurso alarmista em torno do aquecimento global e das mudanças climáticas é uma estratégia de grupos interessados em obter dinheiro e poder dentro do sistema multilateral das Nações Unidas.

- É uma agenda que pretende controlar a população mundial, especialmente a dos Estados Unidos e outros países desenvolvidos, tanto que, diante da falta de evidências físicas do aquecimento, estão mudando o discurso para a questão da sustentabilidade – considera.

Embora diga ser “totalmente a favor” de um desenvolvimento sustentável que leve em consideração o uso racional dos recursos do planeta, com proteção da biodiversidade e melhoria da qualidade de vida da população mundial, Easterbrook não acredita que as decisões em torno do tema devam ficar concentradas no âmbito da ONU.

- A grande questão é quem vai decidir sobre como usar os recursos que estão pedindo nestas negociações, US$ 100 bilhões, US$ 200 bilhões por ano – diz. - Se estes recursos forem usados para combater fantasmas como o aquecimento global, é um desperdício de dinheiro. Devíamos gastá-los para ajudar de maneira prática a melhorar a qualidade de vida das pessoas, para tirar elas e seus países da pobreza. Meu problema não é com os objetivos, mas com a forma de atingi-los. Dentro da ONU, não haverá fiscalização externa de como esses recursos serão gastos e em quê.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Demóstenes a caminho da absolvição.

Acabo de ver o discurso do senador Demóstenes que da tribuna do Senado tenta sensibilizar os seus colegas e livrar o próprio pescoço da forca. Espero que não consiga. Esta é uma das oportunidades que o parlamento tem de retirar de seu meio um canalha. Não que lá não existam outros até piores, mas ocorre que a sociedade precisa de repostas firmes, atitudes que sinalizem no sentido da punição daqueles que a traem. Não é possível que gente dessa espécie saai impune como se nada tivesse acontecido. Demóstenes é um homem sem honra.

Se  o senador goiano sair impune de que adiantará fazer investigações e flagrar bandidos? Vimos ontem o que o "cachoeira" gravou com o prefeito de Palmas, capital do Tocantins. Uma vergonha! O então candidato Raul Filho, negociava facilidades no futuro governo em troca de contribuição em dinheiro para sua campanha ou para seus bolsos, sabe-se lá. Vai ficar por isso mesmo? Faremos de conta que não vimos o que vimos como quer o senador Demóstenes?

Não é difícil perceber que em meio a tantos escândalos o Demóstenes acredita que se safará. Afinal, conta com a certeza de que não há em seu meio quem possa verdadeiramente bater a mão no próprio peito e dizer: Sou inocente!

sábado, 30 de junho de 2012

Mestiço é o que sois!

Quem ainda acredita em raças e aprova o racialismo demente que o STF está ajudando a implantar no Brasil deve ler o artigo do Roberto da Matta no link da Roberta Fragoso Kaufmann aí do lado.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

A "serva" não serve.

A "serva evangélica" causou surpresa ao se lançar candidata à prefeitura de Rio Branco sabendo que não terá a mínima chance de ser eleita. Qual seria seu interesse? Vejamos as possibilidades.

Alguns diriam que se trata de estratégia para se tornar mais conhecida e tal. Não bate. Este rito ela já cumpriu desde que foi candidata pela primeira vez e ficou conehcida como a candidata minhoca (a filha da terra). Pilotando partidecos, atraindo crentes ingênuos e manuseando verbas encaixotadas, a Antonia Lucia é hoje mais conhecida no Acre do que alguns políticos que nos anos oitenta já pegavam carona no fusca do Nilson Mourão.

Quer aproveitar para disseminar a doutrina e princípios evangélicos? Também não bate. Igreja não é partido político, o evangelho não é ideologia política, e, sinceramente, não seria a Antonia Lucia que faria o melhor discurso cristão, não é mesmo? Se o interesse fosse esse as igrejas escalariam gente mais preparada.

Está a serviço do governo que quer fracionar os votos da oposição, como conjecturam alguns analistas? Sabe-se lá, mas se for, sinto dizer, está vendendo o que não tem. Talvez até seja contraproducente. Não consta que os votos dados à Antonia Lucia sejam votos de oposição a quem quer que seja. Na grande maioria, são votos daquela massa alienada e disforme que poderia ir mais facilmente com o candidato do governo do que com a oposição. Sei. Alguém pode dizer que para desfalcar a verdadeira oposição, ela vai adotar um discurso oposicionista devidamente medido e pesado. Duvido que isso "cole" em Rio Branco, uma cidade pequena e de muros baixos. Ninguém  que seja crítico ao governo confiaria em um projeto liderado pela candidata. Além disso, os dois candidatos oposicionistas já ocuparam todos os espaços possíveis e estão com o discurso afiado, inclusive contra a candidata.

Concluo que o único objetivo possível da Antonia Lucia como candidata será tentar fazer uma clivagem que coesione setores evangélicos em torno de si. Explico. Aproveitando que nenhuma das outras chapas apresenta um evangélico, ela fará disso um preconceito (evidentemente falso) contra os crentes e, alimentando um sentimento de reação, tentará reunir eventuais apoios tranformando-se deste modo na "defensora" dos evangélicos, o que significa aumento de "musculatura" para próximas eleições. Mesmo assim, ela corre o rsico de obter uma votação pífia e se estrepar de vez. Isto serve ao candidato do governo? Duvido. A não ser que esteja em causa a possibilidade de não haver segundo turno, o que não parece razoável.

Enfim, a "serva" não serve à cidade, ao governo ou à oposição. Talvez se sirva. Veremos.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Hilary, a representante do CO², vira estrela na Rio + 20.

A secretária do governo americano, Hilary Clinton, aquela que acreditou que o maridão brincava de casinha com a estagiária, fez a alegria das abortadeiras no último dia do Woodstock Rio + 20 ao declarar que as mulheres "tem direito a decidir se e quando ter filhos", o que significa para as dementes assassinas, respeitar os "direitos reprodutivos e sexuais das mulheres". Elas queriam mais. Queriam que a licença para assassinar fetos fosse firmada no documento final do encontro, o que só foi evitado pela ação do Vaticano.

Engraçado que não vejo ninguém impedindo quem quer que seja de se reproduzir que nem coelhos por ai, nem tampouco de transar que nem galo no terreiro. O que gente decente não deseja permitir é que para continuar ciscando tenham que matar seres indefesos.

Precisamos importar o rito paraguaio.

Pelo jeito não adiantou ter as costas aquecidas pela esquerdopatia sul-americana. O garanhão do confessionário, Fernando Lugo, presidente daquele país onde brasileiros produzem soja e nativos produzem maconha e falsificações, tomou um chute no traseiro. Não deu pra dizer que não sabia da encrenca com os sem-terra que culminou com a morte de policiais e manifestantes, ao todo, 18 pessoas.

Lá, o rito constitucional é sumário. Em menos de duas horas a cabeça do presidente rolou indo cair no colo de uma penca de embaixadores do continente que lá estiveram para observar como a Lei é aplicada sem dó contra um poderoso. Fico pensando como seria se por aqui tivéssemos esta rapidez. Onde estariam os mensaleiros? Enfim, um produto que deveríamos importar do Paraguai.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O tarado de sacristia do Paraguai tem costas largas.

Vejo na TV o confronto entre militares e sem-terra no Parguai e logo em seguida a noticia de que as ONG's de lá estão se manifestando contra a responsabilização do tarado de sacristia no episódio. O Congresso do Paraguai quer impichar o dito cujo, mas os "movimentos sociais" querem livrar a sua cara. Que coisa, não?

Engraçado. Quando a mesma coisa aconteceu em Eldorado do Carajás no Pará, em abril de 1996, o mundo quase cai na cabeça do FHC, do Almir Gabriel e dos comandantes militares da PM local. O Coronel Pantoja, que liderou a operação, se ferrou com uma condenação de mais de 200 anos de prisão. O "massacre do carajás" como ficou conhecido é pretexto para homenagens promovidas pelos sem-terra e dá nome a prédios, assentamentos e instituições. Virou uma ferida que não sara nunca, cutucada que é pelos nossos movimentos sociais.

A essa altura o Stédile mandou uma mensagem de celular para o presidente paraguaio -  "Não se preocupe, voce é nosso e nós somos teu".

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Aquecimento Global Antropogênico ainda vai virar piada.

O Jornal "O Globo" que vem nos últimos anos servindo de plataforma para carreiras políticas, ong's e acadêmicos de meia tigela e até artistas decadentes, assim como o Jornal Nacional ontem, resolveu dar uma chance ao debate.  Se os céticos tiverem 5% da atenção que a mídia dá aos tarados do aquecimento global, em muito pouco tempo a hipótese AGA cai por terra e certas reputações vão pelos ares.Veja abaixo.


'O movimento ambiental é imoral', diz Richard Lindzen'

                                                             Richard Lindzen

Por César Baima (O Globo)
RIO — Antes um dos mais prestigiados cientistas climáticos do mundo, o americano Richard Lindzen, professor de Meteorologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), virou ovelha negra depois de "mudar de lado", como ele mesmo diz. Integrante dos primeiros relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), ele passou a criticar os modelos com previsões alarmantes sobre as consequências do aquecimento do planeta e o uso político do discurso ambiental. Para ele, não há provas de que a elevação da temperatura da Terra aumentará o número de desastres climáticos. Sua nova posição angariou numerosos detratores e acabou por prejudicar a divulgação de suas pesquisas, contou ele em entrevista ao GLOBO, por telefone, de seu laboratório em Cambridge, Massachusetts. 

O GLOBO: O senhor acredita que o dióxido de carbono é um gás de efeito estufa cuja concentração está aumentando e provoca um processo de aquecimento global?


RICHARD LINDZEN: Para começar, vamos deixar algumas coisas claras. É claro que o CO2 é um gás do efeito estufa, que sua concentração aumentou nos últimos 150 anos, que provoca leve aquecimento do planeta e que o homem tem influência nisso. Tudo isso nunca esteve sob questão, todos os cientistas climáticos sérios acreditam nisso. O que não está claro é se tudo isso terá as implicações alarmantes que vemos apresentadas como fatos científicos. As pessoas não veem que o argumento principal é outro, que isso está sendo usado como razão para dizer que o desastre está a caminho e temos de destruir nosso atual sistema de energia para evitá-lo. O que vemos é a extrapolação de algo que é trivial para uma alegação de que a Terra está em perigo.

Mas a ação humana não está alterando o equilíbrio da Terra?


LINDZEN: A Terra nunca está em equilíbrio. O planeta é um sistema dinâmico que está sempre mudando. Se um dia ela parar de mudar, aí sim saberemos que estamos com problemas. A questão é como estamos lidando com isso. Não há evidências de que há uma grande sensibilidade do clima ao CO2. Não há nada que comprove os modelos climáticos de que a Terra vai se aquecer muito e que isso terá consequências catastróficas.

E quanto aos dados que mostram que na última década tivemos alguns dos anos mais quentes já registrados?


LINDZEN: O que as pessoas não percebem é que os registros não mostram um aquecimento significativo nos últimos 15 anos, como deveria acontecer de acordo com as previsões dos modelos climáticos do IPCC. A temperatura média global subiu um pouco até 1995, mas desde então ela está estacionada nesse nível mais alto e não se moveu. Assim, os modelos têm que ser ajustados para refletir isso. É como um aluno fazendo uma prova já sabendo seu gabarito. Ficar ajustando constantemente os modelos para que eles se conformem à realidade não é ciência, é fraude. Além disso, os registros não são tão longos e nem tão precisos para que possamos afirmar que a Terra está mais quente do que em qualquer momento anterior da História.

Mas esse aquecimento, mesmo leve, não é preocupante?


LINDZEN: A elevação calculada da temperatura média global nos últimos 150 anos, de entre 0,7 e 0,8 grau Celsius, não é nem de longe significativa. Quanto a temperatura varia do dia para a noite no Rio de Janeiro? Aqui em Boston, essa variação supera em muito os 10 graus. Então, estamos falando de uma mudança muito pequena na temperatura média global e é uma loucura dizer que isso é o fim do mundo.

Sua crítica então é quanto ao discurso em torno das mudanças climáticas?


LINDZEN: Exato. O movimento ambientalista é imoral. Com seu discurso, estamos negando a bilhões de pessoas a possibilidade de ter acesso a energia para viver decentemente e, com a política que os ambientalistas querem implementar, elas nunca terão. É claro que todas as pessoas gostam de ter ar e água limpos, um ambiente agradável para se viver. Então, qual o significado de se ter um movimento em torno de questões em que todos concordam? Sua finalidade é empurrar uma agenda política que prevê zero de crescimento populacional, impede o desenvolvimento dos países mais pobres etc. Como podemos dizer para os países da África que eles não podem usar combustíveis fósseis para melhorar a qualidade de vida da sua população? Vamos atrapalhar o crescimento da China, da Índia ou do Brasil porque tememos sua concorrência? Em Paris, os caminhões de lixo são verdes, e os garis vestem roupas verdes. É este o tipo de emprego verde que eles querem criar?

O mundo então não deve conter as emissões de carbono?


LINDZEN: O CO2 não tem nada a ver com ar limpo. Carbono é do que eu, você, todo mundo é feito, ele não é um poluente. Ao se focarem nisso, as discussões esquecem os verdadeiros poluentes, muito mais perigosos. O CO2 é essencial para a existência da vida, para o crescimento das plantas. Como podemos chamar de poluente algo de que precisamos tanto? Mais uma vez, a questão é explorada politicamente para assustar as pessoas. Recentemente, correu nos EUA a história de abaixo-assinados que pediam o banimento de um perigoso composto químico, o monóxido de dihidrogênio. Várias pessoas assinaram sem perceber que na verdade estavam pedindo o banimento da água! Elas estavam apenas querendo se livrar de uma coisa que dizem que é um problema sem ao menos entendê-lo. É assim que o discurso do aquecimento global está sendo usado. Os ambientalistas dizem que dois e dois são quatro e logo perguntam: "O que vamos fazer sobre isso?"

A influência humana no clima pode então ser negligenciada?


LINDZEN: Acho que provavelmente contribuímos com algo entre 0,25 e 0,5 grau Celsius do aquecimento calculado nos últimos 150 anos e devemos acrescentar mais ou menos o mesmo nos próximos 200. Minha pergunta é: quem disse que isso é um problema? Por que o aquecimento global é tratado como o fim do mundo?

Mas também não estamos vendo um aumento de eventos climáticos extremos?


LINDZEN: Na verdade, não. Eventos extremos sempre ocorrem em algum lugar do mundo todo ano. Os EUA, por exemplo, não veem um grande furacão desde o Katrina (em 2005), o que segundo os modelos alarmistas deveria ser cada vez mais frequente. Mais uma vez, não se percebe que o que alimenta essas grandes tempestades é a diferença de temperatura entre os trópicos e os polos e que, com o aquecimento global, essa diferença tende a diminuir. Com isso, teremos menos e não mais tempestades severas. Mas esse discurso não assusta ninguém, enquanto dizer o contrário parece excitante.

Novamente, é um uso político do discurso ambiental?


LINDZEN: Sim. Pode-se usar mal a linguagem, o que é um erro, ou dizer o oposto da verdade, o que é uma mentira deslavada. Temos um mundo que está progredindo, mas achamos uma vergonha o que estamos fazendo. Isso sim que é insano e extremo. O aquecimento global em si não é perigoso, mas as políticas que estão sendo propostas para combatê-lo é que certamente são perigosas. Elas vão manter as pessoas pobres e sem acesso à energia barata. E, mesmo que se acredite nas previsões catastróficas, as políticas propostas não terão efeito nenhum. Para realmente fazer alguma diferença, seria necessário reduzir em 60% a 70% as emissões de gases-estufa, o que para os EUA e a Europa significaria voltar para o início do século XX, enquanto para Brasil, Índia ou China seria parar totalmente de crescer. Precisamos esquecer o clima e nos focar nos problemas reais da Humanidade, como eliminar a malária ou garantir o acesso de todos à água limpa. Tudo isso custaria muito pouco e pode ter um grande efeito na qualidade de vida das pessoas. Combater as mudanças climáticas está tirando recursos que seriam mais bem usados em outras questões mais importantes.

It's the polarity, stupid!

A Marina Silva que nos últimos tempos cuidava apenas de detonar o Código Florestal, ainda que recorrendo a expedientes bem "pragmáticos", resolveu dar um pitaco nas eleições de São Paulo (ver texto abaixo extraído do Blog do Noblat). Marina como boa ecologista bem sabe que óleo e água não se misturam por terem polaridades diferentes - princípios físico-químicos explicam com facilidade. Portanto, se alguém disser que viu os dois misturados é porque ambos possuem a mesma polaridade, ou seja, ou um não era óleo ou o outro não era água.


Marina alfineta Lula sobre aliança com Maluf
'Vale misturar água e óleo para ter tempo de TV', disse a senadora durante discurso na Rio+20; acordo rendeu 1min35s à propaganda eleitoral de Haddad

Antonio Pita, O Estado de S.Paulo

Em um discurso na Cúpula dos Povos nesta terça-feira, dia 19, Marina Silva alfinetou a aliança entre o PT de São Paulo e o ex-prefeito Paulo Maluf. Segundo a ex-senadora, para alguns políticos “vale misturar água e óleo para ter tempo de TV.”

A fala, feita em uma das principais plenárias da Cúpula, foi aplaudida de pé pelo público que mais uma vez ovacionou Marina Silva e seu posicionamento contrário aos rumos do documento oficial da Rio+20.

“Eles acreditam que só existe a política do pragmatismo, acreditam que vale misturar água e óleo apenas para ganhar mais tempo na televisão sem nem saber sobre o que propor”, afirmou Marina Silva, que foi ministra do meio-ambiente durante o governo Lula.

Nessa segunda, 18, o ex-presidente anunciou aliança com Paulo Maluf em apoio à candidatura de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo. O anúncio causou desconforto entre os próprios petistas e ameaça a permanência da deputada Luiza Erundina (PSB) como vice na chapa.

Perguntada se o discurso se referia à aliança do PT com Maluf, a ministra desconversou e preferiu não comentar o anúncio do apoio. “Desde a minha candidatura à presidência eu falo sobre o problema das alianças eleitorais e desta visão de política pragmática”, disse a senadora após o discurso.

Recado para Dilma. Em seu discurso, a ex-senadora também cobrou da presidente Dilma um posicionamento em relação ao documento oficial da Rio+20. “Queria mandar um recado para a presidente e dizer para ela não perder a oportunidade de fazer a diferença. A primeira mulher presidente precisa marcar uma posição e defender objetivos específicos para a governança do debate ambiental e pela criação do fundo de financiamento.”

terça-feira, 19 de junho de 2012

Céticos no Jornal Nacional. Alvíssaras!

A TV Globo concedeu hoje no Jornal Nacional três minutos à visão dos céticos sobre o aquecimento global antropogênico, esta farsa transformada em religião por ongueiros vagabundos, jornalistas ignorantes, políticos oportunistas e acadêmicos ambiciosos.

Depois de vários anos repetindo diariamente a cantilena carbofóbica, o JN dedicou míseros três minutos a cientistas que cada vez mais numerosos e com mais razão afirmam-se contrários à histeria do AGA. Mesmo assim insistiram na mentira. A locução disse que sobre o aquecimento não existe dúvida. Nada mais falso. Existe certeza é de que nos últimos14 anos, mesmo com as emissões do CO² aumentando a cada dia, as temperaturas globais estacionaram, pararam de subir e apresentam tendência declinante.

Que um cético tenha falado à Globo em horário nobre é novidade e é importante, ainda mais quando se dá mais um FRACASSO da conferência do clima.Vamos torcer para que aberta a porta, doravante a imprensa cuide um pouco mais de ouvir o lado científico do debate. 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Ô povo feliz! Liberdade é tudo.



A Interpol anda não achou Maluf. Não procurou no lugar certo, é claro.



sexta-feira, 15 de junho de 2012

A coisa como ela é.


Perfeito!

Míriam Leitão. Não é nada, não é nada, não é nada mesmo.

A jornalista Miriam Leitão, todos sabem, é uma queridinha da Rede Globo e de um monte de gente que tem a moça como superinformada. Seu acesso fácil aos principais economistas, políticos, banqueiros e executivos do Brasil lhe confere alta credibilidade. Até ganhou prêmios internacionais e vez por outra é chamada a participar de debates importantes. Como tantos outros ex(s)pertos a Miriam vem emprestando todo seu prestígio à causa do alarmismo ambiental. Emprestando com juros, diga-se, pois quem anda apostando nessa bobagem nada científica aparece mais na mídia do que o Preto Véio em terreiro de macumba. Todo este engajamento, porém, não evitou que a jornalista publicasse o artigo abaixo, onde quase envergonhadamente reconhece o fracasso iminente da Rio + 20 que repetirá os fracassos das conferências anteriores. Mais algumas dessas e em bom economês ela verá que comprou moeda podre.


POLÍTICA

É pouco o que está para sair da Rio+20, por Miriam Leitão

Miriam Leitão, O Globo

Até agora, o que há de mais concreto no documento que vai sair da Rio+20 é que os países vão se comprometer em ter “objetivos de desenvolvimento sustentável”. Mas os objetivos propriamente ditos não serão assumidos.
Fazer uma reunião deste tamanho só para dizer que os países terão metas parece muito pouco. O embaixador Luiz Alberto Figueiredo explicou que a Rio 92 era o fim de uma negociação, a Rio+20 é a abertura de negociação.
Todo evento como este começa muito antes de começar. Ontem foi o primeiro dia da última reunião do comitê preparatório. Esse comitê se reuniu várias vezes para chegar ao dia de ontem com o texto quase pronto. Está longe disso. O texto está com apenas um quarto dele fechado. O resto estará sendo discutido nos próximos dias para que o rascunho chegue aos chefes de Estado com alguma concretude.
Do que já está fechado, o mais concreto, me disse ontem o embaixador Luiz Alberto Figueiredo, é que o mundo aceitará ter objetivos. Isso significa que os chefes de Estado assinarão o compromisso de ter metas em várias áreas deste vasto tema que é o “desenvolvimento sustentável”. Mas não se sabe nem que áreas serão estas: – Tudo será refinado nas próximas reuniões.
Todo mundo que acompanhou o primeiro dia da Rio+20 no Riocentro acha isso pouco demais. É por isso que ele explicou que a Rio 92 fechou um processo, a Rio+20 vai abrir uma nova etapa.
Quer dizer que na reunião de 20 anos atrás houve um longo processo de negociação anterior que permitiu o resultado histórico de duas grandes convenções assinadas — a da biodiversidade e a da mudança climática.
Nesta, agora, tudo chega muito verde; sem trocadilhos. O mundo passará a negociar esses “objetivos de desenvolvimento sustentável”? Sim. É o que está, até agora, garantido no documento. Como na ONU tudo acaba em sigla, eles viraram ODS. E os ODS são o grande trunfo na mão.
Nas conferências climáticas que ocorrem anualmente negociam-se medidas e metas para dois tipos de atitude diante do problema: mitigação e adaptação. O primeiro grupo de ações é para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa; o segundo grupo é para se adaptar às mudanças que já são inevitáveis. Parecem medidas antagônicas, mas são complementares.
Parte do estrago já está feito mesmo. Haverá desertificação de áreas, elevação do oceano, aquecimento da temperatura, eventos climáticos extremos. Melhor se adaptar. Mas o pior pode ser evitado e por isso é preciso limitar o aumento das emissões, ou seja, mitigar.
O chinês Sha Zukang, secretário-geral da Rio+20, explicou que, apesar de serem aparentemente diferentes dessas duas trilhas, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) levarão ao mesmo resultado: adaptação e mitigação. E alertou: “Não se deve subestimar a Rio+20.”
Ao abrir a negociação do grupo preparatório, o presidente dessa negociação, o embaixador Kim Sook, da Coreia do Sul, avisou: “O mundo está nos olhando. Precisamos entregar algo concreto.”
Serão dias difíceis. Durante meses foram feitas várias reuniões desse grupo preparatório. Agora é a última chance: ou eles entregarão um monstrengo cheio de falhas, brancos, colchetes para quem toma decisão ou chegarão com algum consenso que possa ser apresentado como vitória.
O tempo corre contra. Eles se reúnem a portas fechadas. A imprensa já está chegando de vários países do mundo, como se pode notar pelos idiomas falados nas salas de imprensa do Riocentro. Outras aflições e emergências, como a crise europeia, estão assombrando o mundo, mas esta é uma reunião que não será ignorada.
A chanceler Angela Merkel não vem. Está ocupadíssima, como se sabe, tentando segurar uma moeda que corre o risco de implosão.
O presidente Barack Obama não vem. Erro de cálculo dele. Quem acha que mudança climática não é problema, ou por não acreditar nela ou por não levar os riscos a sério, é eleitor do adversário de Obama. Os militantes de causas ambientais mais apaixonados votaram nele há quatro anos, ficaram decepcionados com sua atuação em Copenhague e gostariam que ele viesse ao Rio.
Ele está mandando uma delegação importante, liderada pela secretária de Estado, Hillary Clinton, o chefe das negociações climáticas, Todd Stern, e a chefe da EPA, a Agência de Proteção Ambiental. Além do marido de Hillary, o Bill.
Mas não, Obama não podia ignorar o clamor, porque esse desdém é contraditório com o discurso que fez na primeira campanha.
Esta é a mais vasta reunião da ONU sobre o tema. Cinquenta mil pessoas participarão de eventos só no Rio. Há eventos em outras cidades.
O Brasil inventou uma novidade. Convocou representantes da sociedade civil para dentro da programação oficial. Em dez temas haverá dez representantes de entidades do mundo inteiro. O processo de escolha de quem participaria desses “diálogos” foi feito de tal forma que houvesse diversidade. “Não queríamos que houvesse apenas louros dos olhos azuis”, me disse um diplomata brasileiro.
Duas mil pessoas se inscreveram, pelas redes sociais, para assistir aos debates que apresentarão recomendações aos chefes de Estado. Não é nada, não é nada, democracia se faz assim.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Não se faz ciência com dados falsos.

Enquanto a turma se diverte às nossas custas na Rio + 20, persistem duas versões que sintetizam o debate (ele existe apesar da mídia, ong's e políticos oportunistas) sobre o aquecimento global. Apenas veja, preste atenção e pare de comer na mão es celebridades que não plantam o que comem, o que bebem, o que cheiram ou o que fumam.



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Verdades que a Gisele não conhece. Nem poderia.

Carta aberta à presidente Dilma Rousseff


Se voce não é um idiota completo já percebeu que nos últimos meses vem sendo bombardeado diariamente pela propaganda alarmista dos carbofóbicos. A mídia inteira, liderada pela TV Globo, está dizendo que voce está sobrando no planeta. Já que a lotação está esgotada, imagine quem fica de fora do bonde.  O texto abaixo não foi divulgado, o Fantástico não falou nele, o Jornal Nacional desconhece, os jornalões nem desconfiam, mas foi elaborado, assinado e divulgado por CIENTISTAS brasileiros que parecem entender um pouco mais de clima do que Gisele Bundchen.


Mudanças climáticas: hora de recobrar o bom senso

Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil
Excelentíssima Senhora Presidente:
Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.
Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.
1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:
A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico – anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.
Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático – e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.
A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.
O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.
Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.
Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.
Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.
Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos – equivalente a 4 m por século.
Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.
Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.
2) A hipótese “antropogênica” é um desserviço à ciência:
A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.
A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência “burguesa e antirrevolucionária”. O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do “lysenkoísmo”, que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.
Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.
Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios “a fio d’água”, impostos pelas restrições ambientais).
A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).
3) O alarmismo climático é contraproducente:
O alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.
No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.
Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas.
Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.
No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.
4) A “descarbonização” da economia é desnecessária e economicamente deletéria:
Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da “descarbonização” da economia, ou “economia de baixo carbono”, se torna desnecessária e contraproducente – sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.
O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar – ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.
Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.
5) É preciso uma guinada para o futuro:
Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar – de uma forma inteiramente sustentável – os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.
Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.
A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.
Kenitiro Suguio
Geólogo, Doutor em Geologia
Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)
Membro titular da Academia Brasileira de Ciências
 
Luiz Carlos Baldicero Molion
Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas
Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
 
Fernando de Mello Gomide
Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)
Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)
 
José Bueno Conti
Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Autor do livro Clima e Meio Ambiente (Atual, 2011)
 
José Carlos Parente de Oliveira
Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera
Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)
 
Francisco Arthur Silva Vecchia
Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia
Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (USP)
Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)
 
Ricardo Augusto Felicio
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
 
Antonio Jaschke Machado
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
 
João Wagner Alencar Castro
Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia
Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ
 
Helena Polivanov
Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental
Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
 
Gustavo Macedo de Mello Baptista
Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia
Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)
Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)
 
Paulo Cesar Soares
Geólogo, Doutor em Ciências e Livre-docente em Estratigrafia
Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
 
Gildo Magalhães dos Santos Filho
Engenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia
Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)
 
Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco
Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM
Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências
 
Daniela de Souza Onça
Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia
Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
 
Marcos José de Oliveira
Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)
 
Geraldo Luís Saraiva Lino
Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede
Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)
 
Maria Angélica Barreto Ramos
Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico d Brasil – CPRM
Mestre em Geociências – Opção Geoquímica Ambiental e Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências