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Cannabis abortus. Que espécie!

Vem ai, marcada para amanhã em São Paulo, a passeata cannabis abortus que é a mistura de militantes maconheiros com militantes abortistas. Tá faltando o gayzismo. Deve ser porque esses últimos não correm risco de abortar. Mas, pensando bem, voces já notaram que são as mesmas caras? Maconheiros, abortistas, GLBTTRQHKJM... parecem parquinhos do mesmo clube. De vez em quando eles resolvem se reunir para lembrar a sociedade que devemos aceitar passivamente o uso de drogas, o assassinato de fetos e a doutrinação nas escolas. Desse grupo quem andava na muda eram os abortistas. Resolveram se mostrar. Penso que em péssima hora, pois com a pancada que a dona Dilma deu no gayzismo não vejo muita chance de que seu movimento prospere. Se a sociedade não aceitou o kit gay, muito menos aceitará uma campanha pelo aborto. Que façam sua manifestação e voltem rapidinho para seus esconderijos.

Debate temático sobre o aborto. Enfim, a CNBB no seu quadrado.

De acordo com a Folha de São Paulo, a CNBB está propondo aos candidatos Dilma Rousseff, José Serra, Marina Silva e Plínio de Arruda Sampaio, um debate sobre o aborto a se realizar em 23 de setembro. Marina e Plínio já confirmaram. Os dois que estão à frente nas pesquisas eleitorais ainda não disseram se topam. Espero que sim. Este pode vir a ser um debate realmente muito interessante. Em primeiro lugar porque é temático, objetivo, de modo que os candidatos podem se aprofundar no tema e expor com clareza suas posições. Em segundo, porque a Igreja Católica que se revela militante em relação a muitas coisas que estão além da sua missão, enfim, faz o seu dever de casa. O aborto é, por todos os motivos, um crime contra a humanidade e uma afronta inaceitável à fé católica. De um modo ou de outro os candidatos já se posicionaram. A dona Dilma, quando assinou o PNDH-3 afirmou a sua posição favorável à liberação do aborto que, segundo os dementes abortistas, não passa de uma questão de ...

Voce votaria em Pôncio Pilatos?

A candidata a Presidente, senadora Marina Silva, que merece todo nosso respeito, adota em relação ao aborto uma posição inteiramente equivocada. Tem dito e repetido quando indagada sobre o aborto, que defende o plebiscito como melhor modo de decidir sobre a descriminação do assassinato de fetos. Em primeiro lugar, como cristã. Evangélica que é, ex-católica que é, deveria se posicionar como militante da fé e dos princípios cristãos. Militante ao menos quanto é da causa ambiental. E militante não se omite, não delega decisões, não aguarda a sociedade. Militante transforma. Em matéria tão importante quanto o assassinato indiscriminado de crianças porvir a senadora deveria se colocar frontalmente contra e dizer com todas as letras aquilo que entende que é o aborto. O que ela tem feito é o mesmo que fez há dois mil anos um certo prefeito de uma certa província romana sobre a crucificação de um certo militante. No plebiscito venceu um certo assassino. Em segundo lugar,...

Uma história Severina - o filme.

Ong's e militantes abortistas costumam exibir o curta de Débora Diniz e Eliane Brum "Uma historia Severina" ( aqui ) como um libelo contra as leis brasileiras que proibem o aborto que, no caso de Severina teve que ser julgado pelo Superior Tribunal Federal. O roteiro do filme de 23 minutos é o sofrimento de Severina e Rosevaldo, os pais do feto anencéfalo que, ao final, foi abortado pelo próprio Estado nos termos da Lei. O documentário ganhou vários prêmios nacionais e internacionais entre 2005 e 2006. O foco do documentário é a mãe, Severina, que ao longo de sete meses  aguardou a definição legal para um caso que se arrastou entre apreceres e decisões que se anulavam até obter o despacho final do STF consentindo com a interrupção da gravidez. Em que pese todo o esforço para demonstrar o martírio do casal, a cena que guardo é a exclamação que faz Severina ao ver o feto morto, de si extraído com a assistência médica compatível. Meu filho! Em um segundo e...