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Mostrando postagens com o rótulo Meio Ambiente

A Internacionalização da Amazônia

Um texto necessário para os que ainda tem dúvidas sobre os "bons interesses" de ONG's e ongueiros de fora e de dentro na Amazônia. Infelizmente, a troco de fama, fortuna e prestigio gente de cá se prostra e milita contra os interesses nacionais. De um general em 2003 sobre a internacionalização da Amazônia

Uma brasileira inconformada com a mentira vai aos fatos. É Daniela de Souza Onça.

Peço que leiam. É uma tese de doutorado de uma brasileira que estuda e pensa. Foi defendida este ano na USP. Poucas vezes voces terão oportunidade ver com tanta clareza aquilo que os dogmas ambientais escondem. Embora seja um texto acadêmico, é fácil e gostoso de ler. Um texto sem firulas, sem boçalidade. Límpido. É longo, portanto copiem e leiam aos poucos se necessário. Ao final verão com quantas mentiras se faz um pânico aquecimentista e reconhecerão algumas figuras. Clique no link abaixo. QUANDO O SOL BRILHA ELES FOGEM PARA A SOMBRA - A IDEOLOGIA DO AQUECIMENTO GLOBAL.

Vem ai o aborto, esta questão ambiental.

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Anteontem no programa Roda Viva o deputado Marco Maia, presidente da Câmara dos Deputados, disse entre outras coisas que a liberação do aborto deverá vir à tona este ano e que ele próprio é a favor. É certo que o governo, dona Dilma à frente, também é, do contrário não seria o Marco Maia a falar no assunto. Os argumentos se repetirão. O governo insistirá em tratar a questão como política de saúde, os cristãos e as feministas farão a grita geral contra e a favor, o debate será mais uma vez turvado, alguém proporá a plebiscito (pode ser que a Marina desencante) e du-vi-do que o projeto vá ao plenário. Ao cabo a liberação do aborto não será debatida como de fato é - uma questão ambiental. É isso ai mesmo. A liberação do aborto nos dias de hoje não é questão feminista nem de saúde nem religiosa. Embora frequente as preocupações de todos estes grupos, sua inserção atual tem base no dilema malthusiano de pressão populacional sobre a base de recursos naturais. A finitude dos r...

Sem fósforo, sem alimento.

Ai do lado no link Controversia há um excelente artigo sobre a escassez de fósforo e a alternativa a partir do tratamento de esgotos. Um pequeno trecho: “Embora o tempo exato seja motivo de controvérsia, está claro que a qualidade das rochas de fosfato que ainda restam está diminuindo, e os fertilizantes baratos em breve serão coisa do passado”, alerta Dana Cordell do Instituto para Futuros Sustentáveis em Sidney. Uma crise de fosfato seria no mínimo tão séria quanto uma crise do petróleo. Enquanto o petróleo pode ser substituído por outras fontes de energia – nuclear, eólica ou solar –, não há uma alternativa para o fósforo. É um elemento básico para todo tipo de vida, e sem ele os seres humanos, animais e plantas não podem sobreviver.

Aquecimento global e uma nova ordem mundial

Não se trata de teoria conspiratória engendrada por sociedades secretas, mas do resultado concreto de um processo global de adoção simultânea de objetivos e metas. Sejamos lógicos, apenas. O que une os 192 paises representados esta semana em Copenhagen? O aquecimento global antropogênico. É por isto que todos estão lá. Com base em enunciados “científicos” acreditam que a terra está aquecendo devido às emissões de CO² na atmosfera decorrentes da ação humana. Nos últimos anos as TV’s, jornais e revistas do mundo todo inundaram as nossas mentes com programas e reportagens alarmistas. Secas, inundações, degelos, fome, doenças, espécies em extinção, ursos morrendo, insetos se multiplicando, pragas de fazer inveja ao capítulo bíblico do apocalipse ameaçam a humanidade. É preciso salvar o planeta! Criou-se então uma situação de temor propícia à adoção de medidas cujo impacto e conseqüências nem sempre são claros. Em pânico, o cidadão aceita qualquer coisa que lhe pareça salvação. O náufra...

A ética da fome versus a ética ambiental

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Um excelente artigo do Professor José Jesus de Souza Lemos, publicado neste sábado, no jornal “O Imparcial” de São Luis – MA, alerta para a escassez de alimentos no mundo. COMENTO Lemos propõe que regiões potencialmente produtoras aproveitem esta oportunidade para incorporarem ao processo produtivo áreas disponíveis em grande escala. Cita como exemplo o Maranhão, onde segundo ele, um Zoneamento Agroecológico poderia definir a expansão agrícola. Concordo plenamente. Se existem hoje no mundo pelo menos 1 bihão de pessoas famintas como afirma a ONU, é dever da comunidade internacional estimular a produção e distribuição do alimento correspondente. Alimentar as gerações atuais tem o mesmo conteúdo ético que o chamado desenvolvimento sustentável. Ou não? A Amazônia é um caso emblemático desta questão ética. Os defensores de sua intocabilidade apontam como argumento basilar o compromisso transgeracional que devemos assumir. Em síntese, precisamos garantir que as gerações futuras d...

Minc acerta uma. Na trave.

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Leio que o Ministro Minc emitiu normatização permitindo, entre outras, a inclusão das APP’s no cômputo da àrea de reserva legal. Ver em http://www.amazonia.org.br/arquivos/320565.pdf COMENTO Trocando em miúdos a nova regulamentação vai no sentido de auxiliar a regularização fundiária prevista no escopo da MP 458. Para isto até cria o Programa de Apoio à Regularização Ambiental da Agricultura Familiar. Nem tudo está perdido. Antes o sujeito que possuía, por parcelamento, herança etc., uma área situada, por exemplo, 20% em área de preservação permanente, teria como área agricultável exatamente NADA, pois descontados os 80% de reserva legal, 100% de sua área restaria intocável e ele teria que se mandar, a não ser que se dedicasse a catar coquinho na mata. Agora o Ministro Minc acerta ao reconhecer, pelo menos em relação aos pequenos (até 4 módulos rurais), que somar APP e Reserva Legal é um excesso restritivo. Entretanto, como a tese não se aplica a todos, sobram alguns problemas a resol...

Entre a farra do boi e a farra das ONG's

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Um debate tenso ocorreu hoje na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados. A audiência pública, anteriormente pautada para discutir a certificação agrícola, centrou-se mesmo foi no relatório do Greenpeace “Farra do boi na Amazônia” lançado no início de Junho. Com a presença de representantes do MMA, Greenpeace, Ministério Público Federal e Associações de Frigoríficos e de Supermercados, vários deputados lançaram acusações sobre as organizações ambientalistas e constataram a correia de transmissão entre ONG’s e Ministério Público, que imediatamente após a divulgação do relatório se manifestou vinculando os frigoríficos e supermercados aos crimes ambientais praticados por criadores de gado na Amazônia. *Ver o relatório na página do Greenpeace na internet. COMENTO Fora o antigo debate em torno dos reais interesses das ONG’s atuantes na Amazônia, teríamos que examinar objetivamente o relatório, as suas fontes, seus dados e conclusões. Além disso, sabe...

Um Código Ambiental Brasileiro. Este debate vale a pena.

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Com autoria do deputado catarinense Valdir Collato, do PMDB, e co-autoria de 45 deputados do PMDB, PSDB, DEM, PPS, PP, PTB e PR, está em tramitação na Câmara dos Deputados o PL 5367 de 2009, que Institui o Código Ambiental Brasileiro, estabelece a Política Nacional de Meio Ambiente, definindo os bens que pretende proteger e criando os instrumentos para essa proteção; cria a política geral de meio ambiente urbano; revoga o Decreto-Lei nº 1.413, de 14 de agosto de 1975, o Decreto nº 4.297, de 10 de julho de 2002, as Leis nºs 6.938, de 31 de agosto de 1981 e 4.771, de 15 de setembro de 1965, o art. 7º da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e o art. 22 da Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. *Ver PL em http://www.camara.gov.br/sileg/integras/662045.pdf COMENTO O PL apresenta ao todo 128 artigos. Na sua justificação se apoia em alguns pontos básicos. O primeiro é o descontentamento dos setores mais vivamente interessados (ambientalistas e ruralistas) em relação ao atual arcabouço l...