segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Se manda Zé e Laya!!!



O povo hondurenho foi pacificamente às urnas e elegeu um novo presidente. Acompanhadas por 250 observadores internacionais as eleições transcorreram em clima de normalidade. Agora é aguardar o dia da transferência do cargo que o Micheletti já antecipou que fará sem nenhuma restrição, condição ou pedido. Vai cuidar da vida.

Enquanto isso, em nossa embaixada transformada em moquifo, o Zelaya conta com o não reconhecimento internacional do resultado para manter a palhaçada que iniciou há meses. Infelizmente, o Brasil, ao invés de seguir a opinião internacional e ajudar a pacificação de Honduras, se junta a Chavez e outros presidentes comprometidos com praticas autoritárias para negar o resultado e assim, prorrogar um jogo que na verdade já se deu por acabado. Vai terminar ficando só na arquibancada. O Zelaya devia levar um pé na bunda.


A imagem acima foi capturada DAQUI

sábado, 28 de novembro de 2009

Charles Aznavour

O menino (?) do MEP

Não acredito que o Lula tenha tentado subjugar sexualmente (belas palavras para f....) o menino do MEP enquanto estava de castigo na prisão. O motivo é simples. Alguém já viu um menino com 30 anos de idade?

Mensalão candango


Há poucos dias postei aqui um texto tratando o Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, como um político estranho. Identificava nele uma forma mais simples e sincera de governar, reconhecendo erros e limitações de suas ações executivas e pondo às claras as dificuldades.

Pois não é que ontem estourou no DF um escândalo pra mensalão nenhum botar de feito? Pior que neste caso o indefectível “eu não sabia” tão utilizado em nível federal, não pode ser dito pelo Arruda. Os caras gravaram o próprio governador tratando da distribuição de grana viva entre parlamentares e assessores. Pelo jeito, nem o vice, Paulo Octávio, escapa do mensalão candango.

Vôte! Ô cambada!


A foto acima foi capturada DAQUI

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Climatologista brasileiro desmonta aquecimento global



Mentes libertas costumam dar oportunidade ao contraditório. É o que devemos fazer em relação ao aquecimento global.

Recentemente, na VIII Simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfico realizado no Alto do Caparaó - MG, um dos maiores climatologistas brasileiros, o Prof. Luis Carlos Molion contestou a "teoria" do aquecimento global antropogênico e derrubou um a um os seus pilares.

O painel está dividido em 6 partes e os videos não possuem a melhor qualidade técnica, sabe como é, a grana está com os aquecimentistas. De todo modo é suficientemente claro para fazer pensar qualquer pessoa honestamente interessada no tema.

Assista AQUI aos vídeos e veja por que apesar de tudo cresce o número de céticos.

Sammy Barbosa


Fico feliz com a nomeação do Dr. Sammy Barbosa para o cargo de Procurador Geral de Justiça do Estado do Acre. Do mesmo modo ficaria se o escolhido fosse o Dr. Álvaro Pereira. Conheci os dois no curso do processo que levou ao júri popular os autores e os mandantes da tentativa de assassinato que sofri em 1997. Fizeram um trabalho admirável. Devo-lhes o sossego da elucidação total do crime e da condenação de parte dos culpados. A Dra. Patrícia Rego conheço apenas de nome.

O processo transcorreu entre 1999 e 2003. O Dr. Sammy Barbosa era um jovem promotor, atento, inteligente e discreto. Demonstrou imensa capacidade de argumentação durante o julgamento em 2000. Juntamente com Álvaro Pereira e Danilo Lovisaro conseguiram convencer os jurados da culpa dos acusados embora as provas fossem escassas.

É bom para o Acre que profissionais como este alcancem o topo em suas instituições. Aproveito para parabenizá-lo e desejar que tenha imenso êxito.



A imagem acima foi capturada DAQUI

Estamos alimentando a criança errada





Em artigo publicado originalmente AQUI  e no site Controvérsia (link ai do lado) H. Jeppesen, K. Zawadzky e R Abdelmalack, asseguram que a produção mundial de alimentos é maior que a necessária para alimentar com sobras todos os habitantes da terra. Mesmo assim existem mais de um bilhão de famintos. Na outra ponta, mais de um bilhão de obesos. Além disso, desperdiça-se, segundo os estudiosos, nada menos que 30-40% do que se produz.

O que fazer para equilibrar esta equação de modo a que resulte em eliminação da fome no mundo?

Tenho dúvidas que o sistema global tenha condições de melhorar significativamente a distribuição de alimentos. Além disso, distribuir nas condições de produção atuais seria manter as zonas da fome em dependência das zonas produtoras. Muito provavelmente a adoção de políticas de redução de preços internacionais poderia aumentar a circulação de mercadorias e alcançar determinadas áreas pobres, entretanto, não creio que sejam suficientes. Não basta ofertar alimentos baratos. É preciso que haja segurança alimentar nas áreas mais pobres, o que somente seria possível com um nível significativo de produção local.

Este, acima de qualquer outro, é o grande problema da humanidade. Infelizmente não pensam assim os governantes. Por enquanto preferem dirigir seus esforços no sentido de conter o "aquecimento global" na esperança de salvar os padrões de consumo daquele bilhão de obesos. O futuro nos julgará.


As imagens acima foram capturadas DAQUI e DAQUI

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

JOÃO DO VALE

Voce jogaria uma mão de pôquer com estes dois?


Senado debate Estatuto da Igualdade Racial


Não fui, como gostaria, à audiência pública que aconteceu hoje na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal, que discutiu o famigerado “Estatuto da Igualdade Racial” proposto pelo senador gaúcho Paulo Paim, mas assim que pude assisti as exposições pela TV Senado.

Desta vez não havia, como recentemente na Câmara dos Deputados, apenas bate bumbos do racialismo. Houve contraditório. De um lado, os que supõem acabar com o racismo existente no Brasil abrindo brechas na igualdade e empurrando para dentro das universidades e do campo de trabalho afrodescendentes aprovados por tribunais raciais. De outro, os que apostam na manutenção da igualdade como cláusula pétrea, na punição severa de comportamentos racistas e em políticas de eliminação da pobreza, o que no bojo traria a promoção integral da sociedade incluindo os afrodescendentes.

Paralelamente, os anti-racialistas desconfiam que leis racialistas embutam uma clivagem nociva da sociedade brasileira a partir da cor da pele, o que pode se constituir matriz de ódios raciais que nunca houve no Brasil.

O representante do Movimento Negro Socialista cogitou: Imagine-se que determinada empresa em seu direito de receber os incentivos fiscais previstos na Lei resolva demitir brancos e em seu lugar contratar afrodescendentes, o que fariam os demitidos? Contra quem destinaria seu rancor?

Este é apenas um exemplo de como uma lei perversa pode ser extremamente danosa à sociedade e, ao invés de fazer diminuir problemas raciais, criar uma perspectiva de fracionamento e diferenciação formal qualificando pessoas pela cor da pele.

A cada debate como o de hoje dissolvem-se as pseudo-razões apresentadas pelos defensores de politicas raciailstas. Muitas vezes políticos oportunistas e organizações idem.


A imagem acima foi capturada DAQUI

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Aquecimento Gobal custará 3,5 trilhões ao Brasil - bobagem planetária



Os prejuízos causados ao Brasil pelas mudanças climáticas podem chegar a R$ 3,6 trilhões nos próximos quarenta anos. Isso seria o equivalente a jogar fora um ano inteiro de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), caso a tendência de aquecimento global não se reverta nesse período. As regiões mais vulneráveis seriam a Amazônia e o Nordeste, acentuando ainda mais as desigualdades regionais no país.

O alerta é do relatório Economia das Mudanças do Clima no Brasil (EMCB) realizado por uma equipe multidisciplinar composta por cientistas das principais instituições de pesquisa do país (USP, INPE, UFRJ, UFMG, IPEA, CNPq, BNDES, entre outras).

A notícia é do G1 (ver AQUI ), mas não se assustem, o tamanho do prejuízo estimado pelos nossos cientistas é equivalente apenas à megalomania que tomou conta de certas mentes nos últimos anos.

A estimativa é tão rigorosamente científica que no meio traz a ressalva (caso a tendência de aquecimento global não se reverta nesse período). É como dizer que o Corinthians será campeão no próximo ano, caso daqui pra lá o campeão não seja outro. Putz!

Ademais a afirmação espetaculosa já exibe uma vergonhosa hipocrisia. Sabem todos os membros de todos os órgãos que assinam a especulação, que as temperaturas estão CAINDO na última década.

São cientistas assim que trocam e-mails como os que foram encontrados na Unidade de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia do Reino Unido (ver AQUI ). Fizeram uma aposta tão alta no aquecimento global que para sobreviverem em suas mamatas não se envergonham de sustentar a mentira.


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CLIMAGATE - no Brasil, o silêncio.


O que mais assusta no Climagate (ver posts anteriores) nem é a absurda e desonesta manipulação dos dados climáticos para sustentarem uma falsa teoria, o que já seria suficiente para explodir o IPCC. A manipulação da informação é que me parece mais terrível.

Deliberadamente cientistas trabalharam para encher as redações com suas inverdades e para evitar que as verdades dos outros fossem publicadas. A influência dessa gente na mídia nós aqui no Brasil conhecemos. Basta ligar a TV. Todos os dias tem doutrinação aquecimentista sem nenhuma possibilidade de contestação. Eles falam que a Amazônia vai virar deserto com a mesma segurança com que dizem que o dia tem 24 horas. Sem margem à discussão.

Esclarecendo um pouco mais é bom que expliquemos: O IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, formado por políticos e cientistas de várias áreas do conhecimento (o que menos tem lá são climatologistas e físicos) não é um órgão científico, não realiza pesquisas, não gera conhecimento. O que faz então? De modo bem simplista diria que o IPCC realiza uma grande coleta da produção científica mundial a respeito do Clima, analisa e daí extrai uma síntese que depois de elaborada é adotada como referência pela ONU e pelos países com atestado de validade. A síntese atual emitida em seus relatórios é que por culpa da ação humana, principalmente através das emissões de CO² na atmosfera, a temperatura média global da terra está aumentando em níveis que comprometem a sobrevivência humana em algumas décadas.

O que houve no Climagate? Descobriu-se, por exemplo, que os cientistas trabalham incessantemente para maximizar a publicação de trabalhos coerentes com a teoria do AGA – aquecimento global antropogênico e, ao mesmo tempo, para evitarem a publicação de trabalhos científicos que neguem esta “teoria”. Ora, se apenas um lado é publicado, apenas um lado é visto e apenas um lado poderá ser validado. Os aquecimentistas inventaram uma ditadura científica.

A imprensa, que corre atrás muitas vezes de informações de segunda mão, principalmente quando se trata de ciência, repercute estas “verdades científicas” de modo extraordinariamente desequilibrado gerando um falso consenso ou, se preferirem, um consenso sobre uma falsidade. É a situação que vivemos. Será difícil, mesmo com o Climagate, trazer de volta à razão quem já foi longe demais na toada aquecimentista. Lembremo-nos que há uma economia do aquecimento global em franca expansão, empresas, patrocínios, pesquisas, ong’s, políticos etc. Esta roda está girando com muita força e não vai parar com facilidade.

Sei. Alguém poderá dizer que os e-mails foram divulgados de forma criminosa e que se trata de um grupo restrito da Unidade de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia do Reino Unido. É verdade que as mensagens foram obtidas ilegalmente. Mas não é verdade que se trata de um grupinho restrito. Foram flagrados eminentes cientistas influentes na “teoria”. Além disto, resta que a descoberta da falsidade dos dados climáticos e da operação de eliminação forçada da divergência revela, logicamente, a falsidade das premissas e da sentença que são o núcleo científico do que estamos tratando.

É interessante observar o total silêncio da mídia brasileira em relação ao escândalo. Para se ter uma idéia, o escândalo CLIMATEGATE ocorrido esta semana já consta na Wikipedia (ver AQUI ) com vasta descrição e nada menos que 27 referências na grande imprensa internacional. New York Times, The Guardian, Washington Post, Associated Press, Wall Streat Journal... todos pautaram o escândalo. Nenhum canal de TV ou grande jornal brasileiro se interessou pelo tema. Apenas blogues aqui e ali mencionaram o fato. Relevante mesmo enquanto comunicador apenas o jornalista Reinaldo Azevedo pautou a matéria em seu Blog (ver AQUI ). O Governo Federal na mesma data estava criando um PBMC (o nosso IPCCzinho). Este é o grau de dominação que “cientistas” como os do CRU alcançaram.

Resta-nos acender as nossas lamparinas contra o canhão de luz da falsa ciência, da desinformação e do oportunismo político que se nutre da escatologia algoreana.


A imagem acima foi capturada DAQUI

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Vergonha! A isto chamam de teoria do aquecimento global antropogênico.


Leiam com atenção os e-mails trocados pelos "cientistas" que sustentam a "teoria do aquecimento global antropogênico". A tradução no Google é facílima e suficiente para dar a idéia exata do que está por trás de toda a escatologia de Al Gore et caterva.

Embora os principais jornais do mundo tenham noticiado a descoberta da fraude, no Brasil, até agora reina o silêncio.

Vejam AQUI e tirem suas conclusões.


A ilustração acima foi capturada DAQUI

Tracy Chapman

Sai Cabral, este óleo não te pertence.


O Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, furibundo com a perspectiva de dividir com outros estados a grana dos royalties e participações especiais do pré-sal, perdeu as estribeiras e chamou de ladrões os deputados que estão propondo a alteração da legislação atual.

Não sei se é o costume de subir e descer morro no Rio de Janeiro atrás de ladrões e traficantes, o certo é que o governador pisou na bola. Antes de acusar de roubo os deputados dos outros estados, Sérgio Cabral Filho deveria dar uma lida no Art. 170, inciso VII da Constituição Federal. Lá está dito com letras cidadãs que uma das obrigações do estado é a redução das desigualdades regionais. Apenas isto bastaria para justificar que as fabulosas quantias que se espera do pré-sal sejam proporcionalmente divididas entre os estados brasileiros.

Além disso, o fato gerador do “direito” é uma invenção. Nenhum dos estados é, de fato, produtor de petróleo em alto mar. A localização das reservas não resultou de nenhum ato executivo. É mero acaso. Apenas por ser unidade limítrofe o Rio de Janeiro já se beneficiará enormemente em vista dos investimentos e da geração de empregos que resultará da exploração do pré-sal.

Se seguirmos o raciocínio do governador os estados amazônicos teriam que cobrar pelo oxigênio, afinal é lá que a biomassa dá um trato no ar que respiramos. Ou não?

Enfim, esta é apenas mais uma história do nunca antes neste pais.

Malthus, the Ghost - resposta a uma leitora



Recebi de uma leitora um e-mail perguntando se eu defendia o avanço da fronteira agropecuária na Amazônia e se sou avesso aos ambientalistas. Resolvi responder aqui.


Quando era criança eu costumava apanhar duas vezes seguidas. Se um de nós fazia um "malfeito" a minha mãe vinha imediatamente com o chinelo na mão e tome-lhe. Quase sempre eu apanhava dobrado. Isto porque sempre insistia em perguntar por quê. A minha mãe que não era dada a explicações tomava aquilo como rebeldia. Tome-lhe de novo.

Deixei de fugir da aula pra jogar futebol, mas nunca de perguntar por quê. É por isto que não entro facilmente nas correntes de pensamento que inundam repentinamente a sociedade. Quero saber por quê.

É o caso do AGA - aquecimento global antropogênico, que surgiu como teoria do clima para assustar-nos como se fôssemos criancinhas a quem se conta uma história do bicho-papão. De repente, não mais que de repente, aparece o Al Gore com aquele filminho vagabundo e no outro dia estamos lendo nos jornais do mundo inteiro que se não reduzirmos drasticamente o CO² na atmsofera a vida na terra fica insustentável em décadas. Pior é que não nos deram tempo de perguntar por quê. Já foram tomando conta do debate que nem houve.

Me considero ambientalista mas adoto um certo grau de ceticismo (não confundir com os conceitos de Bjorn Lomborg). O que é isso? É o sujeito que compreende a finitude dos recursos naturais, que adota pessoalmente práticas ecológicas responsáveis, que defende o uso parcimonioso da base natural de recursos, que considera demasiadamente deletério o padrão de consumo atual e encontra para tudo isso um razoável conjunto de provas. Quanto às teorias escatológicas tipo AGA, sou cético. Só dispenso de prova o crer em Deus. Fora da fé, quero ver a prova. Até agora não mostraram. Pelo contrário, já é consenso que na última década, apesar das crescentes emissões de GEE, a temperatura global está em declínio. Tudo leva a crer que há outras razões para as mudanças climáticas, o que não nos desobriga de pautar nosso consumo em níveis sustentáveis em longo prazo.

Tenho dedicado a este tema uma boa parte de meu tempo. Não como climatologista, que não sou, mas como um cidadão que para firmar opinião tem que ter respostas ao por quê. Até o momento me parece o seguinte:

1. Não há debate – a mídia global tomou lado e não permite uma discussão séria.
2. A escatologia é infundada - não há a propalada iminência de hecatombes climáticas.
3. A síndrome algoreana tem beneficiários nas empresas, nos governos, na política e na academia. Prejudicados também.

No conjunto tudo isso tem cheiro malthusiano. Embora não seja apenas, como em Malthus, uma questão de crescimento da população, mas também de crescimento exponencial do consumo/produção mediante a adoção de padrões cada vez mais deletérios por um número cada vez maior de pessoas.

Pensar assim não me impede, por exemplo, de afirmar que a Amazônia pode ser preservada maximamente. Se forem adotadas as medidas corretas, em pouco tempo se poderia chegar ao ponto "ZERO" de desmatamento. Entre elas e, principalmente, utilizar intensivamente as áreas já desflorestadas. Não defendo a expansão da agropecuária na Amazônia. Mas isto porque não considero necessário e não por causa do pum (metano) da vaca.

Quanto aos ambientalistas, os admiro mesmo quando estão equivocados, desde que de boa-fé. Detestáveis são os que adotam o ambientalismo por esperteza política, para se promoverem e adquirirem prestígio, cargos e dinheiro. Estes últimos, creiam, existem aos montes. Aqui, ali e alhures.

2012 - O mundo não vai acabar.


Às vésperas da COP 15 em Copenhagen duas notícias de hoje merecem a nossa observação. A primeira é que de 1750 para cá Nunca Antes Neste Planeta (não resisti) as emissões de gases do Efeito Estufa - GEE foram tão elevadas. A segunda é que o Brasil acaba de criar seu IPCCzinho. Chama-se PBMC – Painel brasileiro de Mudanças Climáticas. Se era por falta de uma comissão (estou falando de grupo técnico) o mundo não acaba em 2012. Oba!

Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia “o Painel não conduz pesquisa, nem monitoramento de dados ou parâmetros relacionados ao clima. Seu papel é o de avaliar, em um processo abrangente, objetivo, aberto e transparente, as informações produzidas pela comunidade científica sobre as vertentes ambientais, sociais, econômicas e científicas da mudança do clima, de modo a possibilitar uma melhor compreensão da ciência do clima, do risco da mudança do clima observada e projetada para o futuro, bem como os impactos, vulnerabilidade e as ações de adaptação e de mitigação associadas.” Negrito meu.

Sendo assim, acho que vou inaugurar o PBMC. Alôôôôôôôôôôôôô! A temperatura média global está diminuindo!


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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

DE VINÍCIUS DE MORAES

De Metido


Sabe aquela brincadeira do Tom Cavalcante com o programa “O Aprendiz”, na qual fazia um paralelo com a palavra demitido utilizada pelo apresentador Roberto Justus? É o que está a se passar com nossas autoridades e a política internacional.

De uma hora para outra o Brasil resolveu fazer o serviço – negociar a paz entre judeus e palestinos, que há décadas os EUA, a Europa e países vizinhos diretamente interessados tentam e não conseguem. Que tal?

Estava olhando o zoinho junto do aloprado iraniano em sua conversa com o presidente Lula quando tive a impressão de que o maluco fez um arzinho de riso pelo canto da boca, pensando “esse não faz a menor idéia de onde está se metendo.”

A justificativa do “cara” do Itamaraty é que o Brasil agora é protagonista, um player global, portanto não pode se ausentar das grandes questões políticas. Chique né? Antes de entrar nesse canil de pitbull, não seria melhor demonstrar capacidade com o podlle de Honduras?

Fala sério. Tudo que conseguimos com esse surto de protagonismo internacional foi arranjar um hóspede abestado que transformou nossa embaixada numa maloca. Vamos querer agora amansar o Ahmadinejad e sua tara em fazer uma bomba atômica para ameaçar Israel? Vamos convencer Benjamin Netanyahu a devolver os territórios ocupados?

Duro é que com esta boçalidade estamos nos associando de alguma forma a um sujeito obcecado pela bomba atômica e que tem como objetivo varrer do mapa o Estado de Israel.

Alôooooooooooooooo! Chamem o Tom Cavalcante!!!


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CLIMAGATE – cientistas do IPCC manipularam informações sobre o clima.



Esta noticia os brasileiros dificilmente verão na TV Globo ou nas páginas eletrônicas do Ministério do Meio Ambiente e do INPE. Mas pode ser vista em jornais europeus e americanos, mesmo naqueles comprometidos com o aquecimento global antropogênico, como a BBC de Londres e o New York Times.

O fato é o seguinte: uns hackers russos invadiram o servidor da Unidade de Investigação sobre o Clima da Universidade de East Anglia (Reino Unido), que de tão séria dá sustentação aos enunciados do IPCC, e de lá extraíram e publicaram 1079 mensagens trocadas entre cientistas e 72 documentos. Clique AQUI para ver os arquivos hackeados.

Até ai, nada de anormal além da invasão, afinal, cientistas costumam conversar na rede de várias formas e muito intensamente. Ocorre que em várias mensagens ficou o rastro dos truques para esconder a real situação da temperatura global e influenciar o IPCC, mídia e relatórios científicos. Enfim, os caras manipulavam as informações de modo a assegurarem a validade de sua ‘teoria”.

As primeiras análises já identificaram:

1. Manipulação de dados para reforçar a tese do aquecimento global;

2. Manipulação do processo de peer review, incluindo conspiração para boicotar jornais, rejeitar artigos de outros cientistas e forçar a demissão de editores de jornais importantes.

3. Planos para ocultar informação ao público e boicotar regras de transparência das instituições em que trabalham e dos jornais onde publicam. Isto inclui planos para atrasar divulgação de informação e planos para destruir informação, inlcluindo emails.

4. Planos para destruir a reputação de cientistas que defendem posições contrárias às suas.

5. Conflito de interesses entre as posições políticas destes cientistas e a necessidade de eles fazerem um trabalho imparcial.

6. Manipulação do processo de selecção dos autores e papers que são considerados para os relatórios do IPCC.

7. Orientação da investigação para que ela produza resultados pré-determinados (favoráveis à tese do aquecimento global antropogénico).

Em um dos e-mails filtrados o Dr. Phil Jones - diretor do CRU - escreve a seus colegas sobre os gráficos de clima correspondentes ao último milênio. Na comunicação se refere às técnicas utilizadas por alguns colegas para ocultar a queda de temperatura nas medições mais recentes e correspondentes à última década.

A informação de que as temperaturas da última década estão em declínio já é bastante conhecida. Não deu pra esconder muito tempo. Novidade é que “cientistas” tenham tramado esconder isso da população e construir de modo fraudulento uma opinião global sobre o tema. Que raios de ciência é esta que se sustenta pela manipulação?

Com a palavra, os adoradores de Al Gore.


A foto-ilustração acima foi capturada DAQUI

domingo, 22 de novembro de 2009

A "Folha" nos calcanhares da malandragem

Neste domingo, o jornal "Folha de São Paulo" traz uma matéria interessante sobre a verba indenizatória que os parlamentares recebem mensalmente (R$15.000,00). Parece que naquelas gavetas escuras tem coisa do outro mundo.

Se voce quer saber como o seu parlamentar usa a verba basta clicar AQUI e preencher o campo com o nome do parlamentar. Tem cada uma. Heheheeheheheeh

"Lulismo é vanguarda do atraso" por Francisco Oliveira


Recomendo para este domingo a leitura do artigo de Francisco Oliveira, sociólogo fundador do PT, no site Controvérsia (link ai do lado). Se quiser ir direto clique AQUI .Tucanos e Lulistas discordarão e concordarão, cada um a seu modo.

Em determinado trecho Chico Oliveira afirma "Se FHC destruiu os músculos do Estado para implementar o projeto privatista, Lula destrói os músculos da sociedade, que já não se opõe às medidas de desregulamentação. E todos fomos mergulhados outra vez na cultura do favor - viva Machado de Assis, viva Sérgio Buarque de Holanda e viva Roberto Schwarz! "


Afoto acima foi capturada DAQUI

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Esqueceram de mim



Jornais de Honduras informam que nesta quinta-feira o enviado americano, Craig Kelly garantiu que os EUA respeitarão as eleições desde que não sejam fraudadas. Pelo menos 250 observadores internacionais acompanharão o processo. Com isto, o bigodão-chapelão que transformou a embaixada brasileira num pardieiro há meses, com o consentimento e apoio de nossas autoridades, diga-se de passagem, perde a última esperança de uma solução favorável.

Aquilo lá (Honduras) depende dos EUA e não do Brasil. É com os americanos que realizam trocas comerciais e são americanas as empresas que lá existem. Se as eleições forem dadas como legítimas, Honduras voltará à normalidade em pouco tempo, com um novo presidente e um novo parlamento.

O Brasil, que entrou nessa de gaiato está com o mico na mão. Vai fazer o quê com o Zelaya?


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TINA TURNER - Nós Não Precisamos de Um Outro Herói

Hoje é mais um dia nacional da praia!



Se valer o pensamento da cantora Alcione e de um monte de gente integrada aos chamados movimentos sociais, de que “escapou de branco, é preto” sou pai branco de uma filha negra. Deveria, pois, comemorar o Dia nacional da Consciência Negra, afinal, aparentemente, foi criado para que a sociedade reflita sobre a questão racial etc.etc.etc. Por que será que não estou comemorando?

Já sei. É porque como pai e cidadão, não vejo minha filha nem ninguém, independentemente de sua cor, como ser diferente, especial, merecedor de qualquer privilégio. Não vejo a menor necessidade de se estabelecer um feriado – menos um dia de trabalho, para comemorar uma parte do povo brasileiro, sendo que não vejo partes na sociedade.

Como diria um velho conhecido, incluam a minha filha fora dessa, por favor! Ela precisa de todos os dias do ano ter consciência de si mesma como cidadã, como pessoa igual, como contribuinte... E não da cor de sua pele ou do formato de seu nariz, olhos e lábios. Ela só precisa do caput do Art. 5º da Constituição Federal. Ter uma consciência específica relacionada à cor da pele é reduzir a própria dimensão humana na sociedade. Além disso, é dividir.

No fundo fico com a impressão de que este é mais um daqueles eventos criados para a politização-partidarização oportunista de teses e movimentos em benefício de determinadas posições no poder. Sendo assim, vamos para a praia!


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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sinéad O'Connor

A fronteira abandonada



O Brasil possui 15.719 quilômetros de fronteira. Na faixa de 150 quilômetros abrange 588 municípios e 10 milhões de pessoas. O Acre inteiro está nela. O Governo Federal dispõe no OGU de um programa de Promoção do Desenvolvimento da Faixa de Fronteira. Para ele foram alocados em 2009 exatos R$ 166.908.307,00 (cento e sessenta e seis milhões, novecentos e oito mil, trezentos e sete reais). Deste total até hoje foram empenhados 11,7% e efetivamente realizados... ZERO!

O ano está acabando e o Governo nem tchum pra fronteira. Que tal?

Conheça esta e outras informações no site Contas Abertas. Clique no banner ao lado, ou vá direto AQUI


A ilustração acima foi capturada DAQUI

A reforma agrária passará pelo parlamento?



A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 5887/09, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), que condiciona a desapropriação de terras para fins de reforma agrária à prévia autorização do Congresso Nacional. O PL tramita em caráter conclusivo, o que salvo duas circunstâncias específicas desobriga-o de ir a plenário.

Se prosperar, trata-se sem dúvida de um duro golpe na rotina invasão-desapropriação que move a reforma agrária nos dias de hoje e, obviamente, no MST, que se alimenta deste processo. Trazer a reforma agrária para o parlamento em sua origem, ou seja, no processo de aquisição fundiária pode significar por um lado, maior clareza e, por outro, mais burocracia e tempo já que não se fixou limites mínimos, ou seja, todas as desapropriações, independentemente do tamanho da área estariam submetidas ao rito estabelecido.

Em seu parecer, o Deputado Luis Carlos Heinze, relator do PL afirma que “Chega em boa hora a proposta do nobre Deputado Valdir Colatto. A situação no campo é cada vez mais caótica. Os produtores rurais não tem mais a devida tranquilidade para conduzir suas atividades, face à constante ameaça de invasão pelos chamados ‘movimentos sociais’. Agora não invadem apenas propriedades improdutivas. Qualquer imóvel rural pode ser alvo desses vândalos.”

O PL demonstra a extensão das ações levadas a efeito pelos movimentos sociais. Parece que cutucaram a onça com vara curta. Em reação, visando proteger o direito de propriedade e os imóveis considerados produtivos, os ruralistas chamam para o parlamento a reforma agrária. Por enquanto ainda não se ouviu a grita do MST, mas não demorará. Os próximos passos da tramitação prometem.


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"A terra está esfriando - precisamos recuperar o foco" Prof. José Carlos Parente


Ás vésperas da COP 15 que se realizará em Copenhaguen no próxino mês e coincidindo com o recuo de EUA, China e outros paises menores em firmar compromissos com a redução das emissões de carbono, serenamente, como cabe a quem não engole a ciência sem mastigá-la bem,  na contramão do  politicamente correto, o professor cearense José Carlos Parente de Oliveira, 56, da UFC, Doutor em Física com Pós-doutorado em Física da Atmosfera, diz que, cientificamente, não se sustenta a tese de que a atividade humana influencia o clima no planeta, que não está aquecendo. "Na verdade, a Terra está esfriando", afirma ele. Na entrevista dada ao jornal cearense o Diário do Nordeste o professor Parente põe o dedo em uma antiga ferida: "Perdemos o foco do problema. E o foco do problema são os meios de produzir, é a forma errada de como o homem produz seus bens".

AQUI a entrevista publicada no jornal Diário do Nordeste neste dia 15 de novembro.


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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

COTAS RACIAIS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS - O debate que não houve


Acabo de sair da Audiência Pública que pretendeu “debater” as Cotas para Afrodescendentes nas universidades públicas. O evento se realizou na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.

Alguém já havia se perguntado que raios de debate este que só tem um lado. Foi o caso. Eu, branco, pai de filha mestiça, que tenho convicção formada contra as cotas raciais, fui lá e relato:

1. Durante toda a audiência estiveram presentes apenas seis deputados (Pedro Wilson, Luiz Couto, Chico Alencar, Janete Capiberibe, Veloso e Lucenira Pimentel). Sem sequer ouvirem o que diriam os palestrantes, aos poucos foram se ausentando. Ao cabo restou apenas o deputado Veloso. O autor do pedido, Deputado Luiz Couto, não abriu a boca e foi tratar de algo mais importante.

2. Em primeiro lugar falou a Coordenadora do Movimento Negro Unificado - MNU, jornalista Jacira da Silva, que maltratando as regras mais comezinhas do português falou com evidente sentimento de rancor. Suas frases foram curtas, cortantes, seu tom foi agressivo, músculos faciais crispados. Tudo isso não evitou que dissesse bobagens do tipo “Cota é pouco. Queremos indenização”. Provavelmente se referia ao projeto que tramita no Senado transferindo não sei de onde para não sei quantos que se digam afrodescendentes algo como R$ 16.000.000.000.000.000,00.

3. Em segundo lugar falou a representante do Centro de Convivência Negra e Especial da Universidade de Brasília. Professora Deborah Santos. Esta não maltratou o português, mas voou alto no advinhatório quando disse que “Os futuros médicos negros farão concurso público e prestarão serviço à comunidade, enquanto os médicos brancos abrem consultórios”. Certamente acha que os afrodescendentes têm vocação para o serviço social e que ganahr dinheiro é coisa de branco.

4. Em terceiro lugar falou o pesquisador do IPEA, Mário Theodoro que abusou da ironia ao repetir várias vezes que as cotas vão colorir a “elite pálida” do Brasil. Mesmo ele não deixou de dar um pontapé na lógica ao afirmar que os PhD’s (ironicamente chamou de PhDeuses) brasileiros formados no exterior entram em um sistema positivo de cotas abertas nas Universidades Americanas para países menos desenvolvidos. Faltou explicar se na hora da inscrição tem cota para afrodescendentes. Enfim, justificou uma coisa pela outra sem que tenham a relação necessária. Vai mal o IPEA.

5. Por último falou o membro do Conselho de Defesa dos Direitos do Negro da Secretaria de Justiça do DF, e também professor da UnB, Nelson Inocêncio. Este defende que “as cotas não criam acirramento nas tensões entre brancos e negros, apenas as revelam”. Mais à frente espezinhou a ciência genética ao dizer que o fato de raças não existirem não tem a menor importância. Para isto se amparou numa frase de efeito do cantor Seu Jorge. Ou seja, desconsidera um pressuposto da política racial que é a existência de raças. De passagem deu cotoveladas no livro “Uma gota de sangue” e acusou a “virulência” dos que são contra a política de cotas.

Este é o resumo do debate que não houve. Ao fim, para variar todos se aplaudiram, assim como aprovaram que um dos palestrantes chamasse o partido Democratas de “demo” em evidente associação ao demônio, apenas por ser autor de uma ADIN contra as políticas de cotas. Pelo visto, os humanistas racialistas são contra que se vá à Justiça em busca de justiça.

Fico mais tranqüilo depois desta audiência. Se sozinhos na Câmara Federal o máximo que os racialistas conseguem é isto, não vai passar.


Ailustração acima foi capturada DAQUI


Leio no ex-Blog do César Maia o seguinte:

“Pelo jeito, a campanha do governo já tem a sua agenda: Lula. Todo o resto (PAC, Bolsa Família, saída da crise...) será miragem. Lula é uma agenda forte e vencedora? Pode ser. Mas agenda se disputa na batalha eleitoral. Se essa agenda for o debate da campanha, ela/ele ganha. Cabe à oposição impor a sua. Mas, para isso, precisa ter agenda. Por enquanto, nem candidato tem. E a agenda precisa ser personalizada pelo ator que caiba nesse papel.” O negrito é meu.

É isso ai. Vale lá, vale cá e vale em qualquer lugar. Bom este César Maia.


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terça-feira, 17 de novembro de 2009

ELTON JOHN

Reprovados no exame de honestidade - até quando?




O Brasil caiu no ranking da corrupção. Quero dizer, subiu. Bom. O certo é que entre os 180 países pesquisados éramos o de número 80 em 2008, agora estamos em 75º lugar. Somos 5 números menos corruptos. Melhor que nada.

Não foram informados detalhadamente os critérios de julgamento. O que se sabe da Transparency International é que não se trata de critérios objetivos, casos denunciados e apurados etc, mas da percepção de corrupção colhida junto a organizações, empresas e consultores. Seja lá como for, em uma escala de Zero a 10,0 tiramos nota 3,7. Em qualquer escolinha isso é reprovação sem direito a prova de recuperação.

Governos populistas de vieses autoritários da América Latina amargam notas piores. A Argentina (2,7), a Venezuela (1,9), o Equador (2,2) e a Bolivia (2,7) ficam muito atrás do Chile (6,7) e Uruguai (6,7). Os menos corruptos são Suécia (9,2) e Finlândia (8,9).

Se considerarmos que vamos entrar em uma fase de “crescimento chinês” como anuncia o Governo e que logo mais virá toda aquela grana do pré-sal, é bom não descuidar da fiscalização. Nada de manietar o TCU e conter a imprensa. É o que recomenda o bom senso.

Nós todos temos uma imensa responsabilidade com tudo isso. Em nossa relação com as coisas, pessoas, leis e instituições, mas também quando fazemos nossas escolhas na hora de votar. Portanto, atenção. Muita atenção.


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TRANSPARÊNCIA PONTO VERGONHA PONTO BRASIL



Diz o IBOPE que 64 milhões de brasileiros de algum modo acessam a internet. Recomendo a todos clicar ai do lado no link do TRANSPARÊNCIA BRASIL. Se quiser saber sobre SUAS EXCELÊNCIAS, vá direto, CLIQUE AQUI .



A ilustração acima foi capturada DAQUI

Emendas parlamentares - a vez dos prefeitos




Já disse aqui o que penso das emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União, especialmente aquelas individuais que o parlamentar de modo geral distribui entre seus prefeitos correligionários.

Sabe-se agora que para 2010 o Governo Federal diminuiu fortemente os valores destinados às emendas de bancada e engrossou as emendas individuais com mais 25%. Cada parlamentar vai dispor de 12,5 milhões de reais para alocar onde queira entre os programas do orçamento federal. Ao todo, 594 parlamentares (513 deputados federais e 81 senadores) vão dizer ao Governo como utilizar R$ 7.425.000.000,00 (sete bilhões e quatrocentos e vinte e cinco milhões de reais). É muita grana.

O resultado parece evidente. Ao invés de fortalecer as emendas de bancada que em tese são mais amplas, programáticas e estruturais, o governo faz opção por adoçar o bico dos parlamentares e prefeitos. Isto, justo em ano eleitoral.

E então? Não é uma maravilha?


A ilustração acima foi capturada DAQUI

Escapou de branco, é negro. Será?



Esta frase (Escapou de branco, é preto) foi pronunciada pela cantora Alcione em resposta a uma provocação de um dos humoristas do programa CQC da Rede Band nesta segunda-feira. Não sei o que a artista pensa das cotas raciais-racialistas, mas a frase denuncia uma evidente pretensão de divisão da raça humana em duas, o que vai ao encontro do pensamento de grupos da sociedade que defendem as políticas ditas afirmativas.

Uma pena. Pena mesmo que a cantora negue a si própria, pois ela não é negra. É mestiça. É marrom, como bem identificaram seus fãs. Cor, aliás, que não a impediu de chegar aonde chegou. Muito justamente por seu talento, trabalho e dedicação.

Muitas vezes, pela atuação de fatores que vão além da minha exata compreensão, mestiços, não-negros e não-brancos, principalmente os famosos, se dedicam a homenagear a “negritude” (lá vou eu adotando terminologia da turma), culturas e comportamentos raciais como tentativa de se colocar à frente de parcelas da sociedade, obtendo com isto notoriedade e prestígio. Parecem buscar uma ideologia. Terminam, sem notar, achando a ideologia do racismo.

Escapou de ser branco, é negro, é mestiço, é brasileiro, é humano, é igual.


A foto acima foi capturada DAQUI

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Oposição sem projeto é um leão sem dentes.




Li com muita atenção a entrevista do ex-deputado Marcio Bittar publicada no site Juruá Online neste domingo, dia 15 de Novembro. Sem me entranhar nas questões partidárias e eleitorais, quero aqui tratar muito rapidamente de um dos vários temas que abordou e que considero essencial. É o que segue.

Em determinado trecho Marcio afirma “A oposição precisa se profissionalizar. Não dá para discutir alianças e estratégias sem números, sem ciência e sem gente trabalhando nisso. Como se vai enfrentar um governo que tem um projeto, ao qual tenho críticas, mas que têm um projeto que o Brasil e o mundo reconhecem? Não adianta eu não reconhecer. A oposição trabalhou um projeto que eu liderei . Nesse momento o projeto que nós começamos juntos em 2006 deveria ser aprofundado principalmente porque temos a pré-candidatura do Serra liderando todas as pesquisas.”

A síntese é: não dá pra enfrentar o Governo sem um projeto alternativo. Não dá pra pedir ao povo a substituição do que está ai sem dizer o que vai pôr no lugar.

Concordo plenamente. A oposição no Acre vem sendo derrotada não apenas eleitoralmente, mas politicamente, o que é muito diferente, embora boa parte dos políticos nem imaginem o que seja. E por quê? Porque se ausenta de um debate programático. Se prende, quando muito, à crítica eventual, que mesmo fundamentada não é acompanhada de uma proposta que tenha viabilidade e se assente em uma formulação teórica razoavelmente adequada aos dias de hoje.

Dou um exemplo. Quando a oposição critica a “florestania” e aponta sua incapacidade de geração de emprego e renda nos níveis adequados, no que está certa, não consegue dizer com clareza o que poderia fazer para promover um desenvolvimento intensivo em mão-de-obra. O máximo que consegue é adotar um discurso radicalmente produtivista. Veste-se com uma armadura anti-ecologista, extemporânea, ignorando a realidade atual e as economias vinculadas à preservação ambiental. Com isto dá passos para trás e volta aos anos setenta, unindo-se ao passado e a tudo que ele representou na memória do povo acreano.

Com muita facilidade os partidos governistas acusam: a oposição não tem projeto. Isto é fatal.

Lula em Roma


                                                                            Ricardo Stuckert/PR


O Presidente Lula fez nesta segunda-feira declarações que merecem o aplauso dos brasileiros. Na Cúpula Mundial para Segurança Alimentar o presidente chamou à responsabilidade os países desenvolvidos que parecem não enxergar a fome no mundo. Usou para isso a comparação de gastos com a crise financeira recente. “Com menos da metade daquele dinheiro se poderia resolver o problema da fome no mundo”. Pelo menos na contabilidade Lula parece estar certo. Isto se as outras medidas como democratização, acesso à tecnologia, investimento, política de preços adequada e tudo mais forem adotados. Se ele quis dizer que dava pra dar uma cesta básica pra cada faminto, falou bobagem.

Ocorre que aquela montanha de dinheiro (mais de um trilhão de dólares só nos EUA) não foi gasta pra salvar bancos como ele sugeriu, mas para salvar o sistema financeiro global. Dinheiro que, aliás, também foi gasto por aqui. Se não fosse isto, ao cabo os famintos se multiplicariam no mundo.

Mas, voltando ao ponto, é muito importante que de vez em quando os líderes mundiais sejam lembrados da fome que alcança nada menos que 1 bilhão de viventes no planeta. É bom pensar sempre nisso, até quando se tratar em Copenhagen de a pretexto de combater o aquecimento global, reduzir as áreas disponíveis para a agricultura, o uso de água para irrigação e de fertilizantes e de sementes geneticamente modificadas.

Este sim é O problema ambiental - a fome. Neste sentido, palmas pro Lula.

"Os arrogantes são como os balões: basta uma picadela de sátira ou de dor para dar cabo deles." (Anne Louise Germaine Necker, 1776-1817)






Saltou aos olhos e aos ouvidos de quem assistiu, o modo peculiar como a Ministra Dilma respondeu a pergunta de uma repórter em entrevista recente sobre o apagão. “Minha filha, o que nós prometemos é que não vai haver racionamento. Blecaute pode acontecer. Racionamento é barbeiragem.” Se não foi exatamente isso, foi quase isso que a mãe do PAC falou.

Dizem os que lidam com a Ministra que o termo “minha filha” ou “meu filho” ela guarda para as ocasiões em que gostaria de dizer “seu idiota!”. O termo maternal é como um soco com luva. O “minha filha” utilizado na entrevista foi como mandar a repórter para o jardim da infância, declarando assim o desconhecimento da moça em relação ao tema abordado.

Em seguida mandou outro soco, desta vez sem luvas, no FHC. Barbeiragem é, sabemos todos, uma linguagem de trânsito para acusar a imperícia de alguém. Tipo não sabe o que está fazendo.

Os dois socos – na repórter e no FHC, dão a medida do desconforto da Ministra perante situações de stress. No aperto ela tenta fixar a noção de que os outros são ignorantes no tema. Isto posto, qualquer coisa que disser fica valendo, afinal, ela é sábia, os outros são tapados.

Pode ser mesmo que os marqueteiros pagos a peso de ouro consigam amansar a Dilma. Seu rosto foi bem suavizado pelo cirurgião plástico, o treinamento já fez com que ela sorrisse para o CQC e ela já consegue até bater um papinho com a mão no ombro de algumas figuras bem nojentas (o que não faz uma eleição?).

A campanha, entretanto, lhe guarda momentos críticos. Já temos no horizonte um candidato experiente e nada ignorante, outro tão ou mais ríspido quanto ela e outra que é uma mistura de fragilidade e argúcia. Prepare-se Dilma. Ou desça daí.

Líderes de países ricos descartam acordo definitivo em Copenhagen


Está em todas as manchetes desta segunda-feira. Barack Obama, Hu Jintao e outros líderes europeus e asiáticos decidiram dar um tempo nessa historia de aquecimento global. Vão empurrar as metas de redução de emissões de CO² para depois. Só Estados Unidos e China representam algo como metade de tudo que é consumido e produzido no planeta. Igual medida para as emissões de CO². Sem eles, nada feito.

Interessante é saber por que os donos do mundo tomaram tal decisão. Por enquanto, pelo menos publicamente, a versão é de que tais acordos não podem ser feitos às pressas – precisam de mais tempo para definir suas posições. Em outras áreas diz-se que com a crise econômica ainda em voga seria arriscado diminuir ou alterar significativamente o andar da carruagem capitalista. Restrições ambientais podem significar restrições ao crescimento e atrasar a recuperação das economias. Faz sentido.

Os aquecimentistas vão espernear. Fazem cálculos em CO², a nova referência quantitativa, e decretam: mais um ano de indecisão significa tantos milhões de toneladas de CO² a mais jogadas na atmosfera, tantos graus de aquecimento, tantos centímetros de elevação do nível do mar, tantos furacões, ventos, chuvas, secas, e não sei quantos ursos polares pedindo arrego na geleira derretida.

Os céticos fazem uma conjectura simples. Obama e Ho Jintao não estão assim tão convictos do aquecimento global antropogênico, afinal, com CO² e tudo a temperatura média global caiu na última década. Pisaram no freio da escatologia.

A não ser que os dois mudem de posição depois do puxão de orelhas que o Presidente Lula vai dar, a reunião de Copenhagen caminha assim para ser, como disse o Professor José Carlos Azevedo recentemente, um piquenique no parque Tivoli.

domingo, 15 de novembro de 2009

NEY MATOGROSSO

Juiz cala Adriana Vandoni em Prosa e Politica


Há tempos mantenho entre minhas páginas favoritas na internet, o Prosa e Politica, mantido pela jornalista Adriana Vandoni, de Mato Grosso. Além de ser muito bem informada, ela tem um texto inteligente e mordaz.

Neste dia 13 de novembro a jornalista foi proibida por ordem judicial de se referir ao Deputado Estadual José Riva, do PP. Nos termos da decisão a jornalista somente poderá atribuir ao Deputado conduta criminosa após sentença transitada em julgado. Como isto (sentença contra deputados) no Brasil é uma raridade, a jornalista está obrigada e esquecer as estrepulias do Riva.

A imprensa sofre mais essa tentativa de cerceamento. Inaceitável.

Caetano fala mal e Rodrigo pede desculpas.

Uma semana depois que Caetano Veloso declarou seu voto na Marina e, de passagem, anotou as dificuldades do Presidente Lula com o idioma, seu irmão, Rodrigo Veloso, veio a público fazer um pedido de desculpas em nome da família veloso.

Sinceramente nem sabia que Caetano tem um irmão chamado Rodrigo. Também não sabia que lá na Bahia o Zé dá canelada e o Mané pede desculpas. Estranho.

ESCOLA DEVE TER PARTIDO?


Existe um grupo de pessoas que criou um movimento muito interessante com o objetivo de combater a partidarização e ideologização do ensino praticado nas escolas brasileiras. Chama-se Escola Sem Partido e pode ser mais bem conhecido através do seu site na internet (www.escolasempartido.org ).

Pelo que está sendo noticiado nos últimos dias esta é uma causa que vale a pena. Estão ai os exemplos de manipulação de exames, incluindo vestibulares, no sentido de pelo enquadramento da pergunta obrigar o aluno a optar por uma posição política, ainda que seus pressupostos sejam falsos.

O que aconteceu com o ENADE divulgado pela Veja desta semana é uma amostra de como certas correntes aparelham o estado. Nem o conhecimento está imune à ação destes vândalos da consciência alheia. É nossa responsabilidade saber o que os professores, pagos com nosso dinheiro, andam ensinando a nossos filhos.

A queda do muro de Berlim faz 20 anos, a ruptura da União Soviética já se prepara para comemorar também 20 anos, e um monte de idiotas, especialmente na escola pública, molestam nossas crianças com um discurso anticapitalista achado em alguma lixeira da história.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Freud e Lula em sessão nada psicanalítica




Será que foi nesse papinho que Freud explicou ao Presidente Lula aquela teoria sobre as intempéries?

Deus já manda a chuva, o resto é com os seresumano.


Tirante a casquinha politica que a oposição quer tirar, a blindagem da Dona Dilma, a desculpa esfarrapada do Governo e o papelão do Lobão (o ministro), em todo este episódio do apagão sobra uma certeza. Tem algo muito esquisito por aqueles lados do Sarney (é quem manda na área energética). Pra variar.

Como não há mais nenhum cristão que acredite na historia do raio, sobra uma gravíssima fragilidade de gestão do sistema. Seja operacional ou financeira. Imaginemos que nos próximos anos a economia cresça a taxas chinesas, algo do tipo 6-8% como anunciam por ai. Que segurança o pais pode oferecer aos investidores?

Tá bom. To sabendo que não se trata de geração de energia. Se São Pedro não nos faltar com chuvas (raio não pode) e os reservatórios mantiverem-se em níveis elevados, se as usinas forem concluídas no tempo certo (estão atrasadas) etc. não vai haver racionamento. OK.

Mas quem está na ponta do processo, os industriais expandindo suas plantas, os empresários abrindo portas no comércio e consumidores adquirindo bens querem ter segurança energética. Alguém precisa vir a público, dizer qual foi o problema, garantir que foi solucionado e ai sim, viramos essa página. Não vale o Lobão encerrar o papo nem o Presidente botar a responsabilidade em Deus. Isso ai é com os "seresumanos" mesmo, sabe?

NANA CAYMMI

"Se a terra fosse quadrada não girava." Lula




E então, que lado voce escolheria? O da sombra ou o da claridade?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Apesar do crescimento das emissões de CO², a temperatura se mantém estável na última década.


Bem ai do lado, no link do Blog MITOS CLIMÁTICOS, uma informação interessante. Recomendo.

Lula é o 33º. Salvo pelo frango!


Quando li que a revista Forbes coloca o nosso querido presidente Lula em 33º lugar entre as pessoas mais poderosas do mundo, confesso que fiquei decepcionado. Como é que o cara tem 80% de aprovação de seus compatriotas, o pré-sal, a copa do mundo, as olimpíadas, o bolsa-família, o bolsa-ditadura, o minha casa minha gente etc.etc.etc. e fica lá pelos trigésimos? "Deve haver algum engano", pensei. Fui ver a listinha. Está lá. É o 33º mesmo. Atrás de um monte de gente tipo o Berlusconi que só vive de festinhas de arromba.

A revista ainda dá o perfil de cada um da lista. É uma espécie de razão da presença. Achei que a redução do desmatamento, as políticas sociais, a reação à crise financeira mundial, a política energética tivessem garantido a presença de nosso guia (royalties para Elio Gaspari) na lista. Que nada. Ele está lá por causa da soja, do suco de laranja, do café, do açúcar e do frango.

Bom. Pelo menos ganhamos do Bin Laden que ficou na 37ª posição.

José Carlos de Azevedo na Câmara dos Deputados



Conforme informei anteriormente, o Professor José Carlos de Azevedo, PhD em física e ex-reitor da UnB participou de audiência pública hoje na Câmara dos Deputados, para discutir alterações no Código Florestal. Sentado bem em frente ao Deputado Gabeira  fez algumas afirmações que merecem a refutação, se for possível, dos fanáticos catastrofistas-aquecimentistas. Enumero as principais.

1. Não existe uma ciência do clima, portanto não há modelos que consigam prever as alterações de médio e longo prazo.
2. O clima da terra é determinado a nível estratosférico e por uma série de fatores que não tem anda a ver com a ação humana, sendo o sol o mais importante agente.
3. Não há uma temperatura global. As variações, as condições e os lugares onde são medidas não permitem que a média calculada represente uma temperatura global.
4. Tanto quanto se sabe o clima da terra já mudou várias vezes sem que houvesse emissões de CO² antropogênicas. Estamos em um período interglacial e em longo prazo a terra vai esfriar.
5. O CO² não é maléfico. Sem ele não haveria vida animal nem vegetal. Além disso, ele representa apenas 0,28% dos GEE.
6. O meio ambiente deve ser cuidado, os recursos usados de modo parcimonioso, as florestas preservadas tanto quanto possível etc.etc.etc. Mas não por causa do aquecimento global, pois este não existe.
7. O IPCC na faz ciência. Ele compila produção científica e filtra-a de modo a sustentar as decisões políticas de seus líderes.

E então? Lá ninguém se atreveu.

O áudio de todo o debate está disponível aqui

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Peidei mas não fui eu.


Este era o slogan de uma campanha que o cantor-compositor Lobão lançaria em 2007 contra a corrupção. A idéia era flagrar os culpados (peidões) mesmo que os mesmos negassem os crimes (não fui eu). Foi do que me lembrei quando vi a cara meio atarantada do Ministro Lobão (não é o mesmo, hehehe) tentando explicar as causas do apagão.

A saída encontrada foi mandar a culpa para o céu. São Pedro que se vire. Raios, trovoadas, vendaval, fenômenos terríveis aconteceram na pequena cidade de Itaberá, que em tupi-guarani significa “pedra que brilha”. Brilhou demais ontem. Tanto que apagou a luz em 18 estados da federação causando prejuízos que se estenderão ainda por alguns dias nos grandes centros.

Pois é. Não foi falta de manutenção, não foi falta de gerência, não foi falta de previsão. Foi um curto-circuito. Sabe como é. Muitos fios desencapados juntos por ali na “pedra que brilha”, veio o raio, o vento juntou dois e puff! Lá se foi a luz.

E ai? Chamem o Lobão. Digo o cantor.

CONTRA AS POLÍTICAS RACIALISTAS



De acordo com pesquisa realizada pelo Senado (ver ai do lado no Blog CONTRA A RACIALIZAÇÃO DO BRASIL), apenas 3% dos entrevistados declararam apoio às cotas raciais. Vendo assim temos a impressão de que o projeto não passa. Mas, creiam, a história pode ser diferente. Em determinadas situações, por serem organizados, 3% podem mais que 97%. Esta, aliás, é uma questão importante na democracia. É a sociedade organizada que manda. Daí tantas ONG’s, Sindicatos, Associações etc. Os batebumbos ocupam o espaço da maioria.

Em vista disso é que a maioria, que certamente não aprovaria as leis raciais que querem nos impor líderes de “movimentos negros” e parlamentares oportunistas, precisa estar atenta.

FOI O AQUECIMENTO GLOBAL


Até agora o Governo nem sequer identificou as causas do blecaute que alcançou 18 estados na noite de ontem, provocando enormes prejuízos e desconforto à população. A saída mais ligeira foi o clima. Imediatamente alguém do sistema nacional afirmou que uma tempestade teria derrubado algumas torres de distribuição. Hoje foram verificar, estão todas lá, em pé, observando a paisagem.

Se não acharem logo um responsável do tipo “falha humana”, proponho que seja acusado e condenado o aquecimento global. Pronto. Ficamos todos satisfeitos e Copenhagen ganha mais um ingrediente para o debate. Que tal?