Educação não tem fim. Petróleo, sim.
O Senador Cristovam Buarque, do DF, está defendendo, parece que juntamente com o Senador Aloysio Nunes, de São Paulo, uma proposta para os royalties do pré-sal que deveria fazer pensar o governo e os parlamentares. Segundo ele, toda aquela grana constituiria um Fundo cujos rendimentos (não o capital) seriam investidos em Educação e Ciência e Tecnologia distribuídos pelos estados de conformidade com o número de alunos na escola pública. Com isto estaria assegurada a perenidade da grana, já que se utilizaria apenas os rendimentos e a promoção da educação em níveis crescentes e sustentáveis pois as dotações seriam obviamente cumulativas. E então? Não parece bacana? Parece e é. Ao meu gosto se incluiria ai também a saúde, que padece da falta de fonte segura de financiamento. Um dos principais argumentos do Senador Buarque é que a grana do pré-sal jogada no saco dos tesouros estaduais e municipais corre o risco de ser dissipada em obras e programas de baixa qualidade e incon...