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Vagabundagem estável. Precisava ser baiano?

O papel primordial do Deputado Federal, embora poucos lhe dêem atenção, é fazer leis. Através delas propor alterações que resultem em benefícios para a sociedade, em defesa do cidadão, em respeito às instituições, em progresso social. Assim como Juiz é o que julga e Governador é o que governa, Parlamentar é o que faz leis ou, pelo menos, as propõe. Conheço alguns deputados que levam isto à risca. Mas tem outros que exageram, tratam o parlamento como penico. Vejam abaixo o que propõe um deputado baiano. Ele quer que as universidades, professores, disciplinas, pesquisas etc., se adaptem ao líder estudantil malandro. Digo malandro porque já fui um deles. Segundo o Deputado Valmir Assunção, o governo que já dá mesada a UNE, deve, através das universidades, garantir a inimputabilidade acadêmica aos líderes estudantis. Não fez a prova, não apresentou o trabalho de aula? Ora, o professor que se lasque e arranje uma data e local apropriado ao vagabundo. Tava viajando para bater...

O "branquinho" politicamente correto e o "negrinho" apenas correto.

No site Contra a Racialização do Brasil (link ai do lado) a Dra. Roberta Fragoso Kaufmann posta dois filminhos interessantes sobre a questão das cotas raciais. Em um deles o ator Pedro Cardoso (branquinho) defende as cotas raciais para a universidade. No outro é o humorista negro Hélio De La Peña que se posiciona contra as cotas. Pedro Cardoso nunca soube o que é pobreza mas acha que as filhas, branquinhas, devem ceder vaga na universidade para quem se diga negro ainda que menos preparado. Hélio vem de origem pobre mas acha que seu filho negro não tem o direito de pleitear, apenas por ser negro, a vaga da filha do Pedro Cardoso se ela for mais preparada. O primeiro, como se vê, faz côro ao politicamente correto tão em voga por estes dias, o segundo dá mérito ao mérito e antevê novos problemas decorrentes da racialização. Tá vendo como inteligência não tem côr?

Raça é como assombração. Isto non essiste.

"Ante o exposto opino para que a consulta seja devolvida ao CESPE com informação de que não há critério científico que permita defesa jurídica racional em prol do sistema de cotas raciais instituido pela UnB. Por oportuno, para que seja encaminhada proposta ao Gabinete do Reitor para que submeta o presente parecer aos órgãos colegiados da UnB, a fim de definir qual deverá o critério científico a ser estabelecido para uma adequada ação afirmativa, em substituição ao estabelecido até o presente momento".  Este é um trecho do parecer do procurador federal Sidio Rosa de Mesquita Júnior respondendo à consulta formulada pela Fundação Universidade de Brasília, que tentava jogar no colo do MP a responsabilidade pelos critérios de escolha.  Ver matéria no link ai do lado. Em síntese, o procurador mandou que a própria UNB estabeleça critérios para que se diga cientificamente quem é negro e quem é branco. Missão impossivel. Como diria o padre Quevedo falando em assombração, "ist...

Não à racialização do Brasil.

Por favor, não deixem de ler AQUI  o post contra a racialização do pais e, se puder, as partes mais importantes da tese de doutorado de Maria da Penha Nery, da UnB, em que a doutoranda demonstra as consequências extremamente negativas da adoção de cotas raciais na universidade.