domingo, 15 de julho de 2012

Em Londres, puteiro ambulante. Não tarda e a moda pega,

Ezio Bazzo, tão intrigante quanto cáustico, nos põe a pensar com um pequeno post em seu Blog . Eis um trechinho.

É intrigante que normalmente só se olhe com espanto e com moralismo para a “escravidão” social DELAS, dessas “fêmeas" que se deixam enrabar por alguns trocados, mas e a escravidão sexual DELES, dos clientes? E a escravidão sexual dos “machos” ? Por que se concluiu que os enrabados profissionais são mais escravos que os enrabadores profissionais???

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Uma candidatura tão falsa quanto a foto da candidata.

Hoje em dia parecer bonita é algo praticamente obrigatório para as mulheres, valendo para isto todos os recursos estéticos que vão da cirurgia plástica ao botox. Ninguém está obrigado a aceitar as cruéis leis da natureza que fazem despencar seios, amolecer bundas e surgir profundos sulcos faciais. Se há formas de amenizar o estrago, que sejam utilizadas conforme o gosto do freguês. Mas quando se trata de campanha eleitoral, qual a medida ética para o fotoshop que faz na imagem o milagre que nem o Pitangui faria no corpo?

Não sei. Só sei que quando é demais fica patético. Na fotos abaixo, copiadas do AC 24 horas e do Contilnet, demonstra-se duas falsidades obvias. Nem a "candidata" é de fato CANDIDATA, nem a mulher da foto é a "candidata". Pelo menos não a atual. Talvez há uns 20 anos...

Já sabiam todos os portadores de mais de um neurônio que a fajutice da "candidatura" de Antonia Lucia tem objetivos inconfessáveis. Agora, a foto... sinceramente, deputada, exagerou na dose.

                                                       Foto de Contilnet

 
        
                                         Foto do AC24horas


Até tu, dona Dilma?

Até um dia desses o governo se vangloriava em anunciar o crescimento da economia, obviamente medido pelo PIB, como um diferencial do gerenciamento atual, o que daria conta de promover a distribuição da riqueza ainda que seja através de bolsas essas e aquelas. O negócio era ir atrás de um PIBÂO de 7% ao ano etc e tal. Quando veio o pibinho, a dona Dilma reagiu criando uma cortina de fumaça com a história de que riqueza se mede é com bem estar de criancinhas. Caraca! Até tu dona Dilma? Parece que a nossa presidente entrou na moda de quebrar o termômetro quando a febre aumenta.

Conheço esse filminho de outros "cinemas". Em algumas regiões, sempre que os dados demonstram a pobreza persistente aparece alguém com a idéia de refutar os índices oficiais. PIB, IDH etc., são jogados na lata do lixo com uma ligeireza incrível. Já teve até quem propusesse uma régua de felicidade para medir o desenvolvimento humano. Ao invés de medir a renda do indivíduo, alguém perguntaria: Voce está feliz? Se o sujeito por acaso tivesse "pegado" aquela menina na noite anterior entrava na contabilidade com alto índice de felicidade. Que maravilha!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Os catadores de lixo e os catadores de voto.

Os jornais e TV's foram inundados hoje com as imagens de um casal de catadores de lixo moradores de rua que encontraram e devolveram ao dono 20.000 reais encontrados por acaso. Que noticia fantástica, não é mesmo? Justo agora que se aproxima o julgamento do mensalão e uma cachoeira de ratos sai por todos os buracos da estrada que leva da Delta ao Congresso, passando por Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Palmas e sabe-se lá que recantos deste imenso Brasil.

Em nosso país qualquer história de gente honesta vira notícia de ampla repercussão. Já a bandalheira virou rotina. Todos os anos o brasileiro dedica alguns meses de seu tempo a acompanhar noticias banais de corrupção. Senadores, deputados e ministros se equilibram como podem. A questão é saber quem vai ser pego e quando, como se soubéssemos de antemão que todos são ladrões. Uma espécie de roleta russa ameaça os nossos parlamentares e membros do governo.

Os honestos estão onde sempre estiveram, no meio do povo. Em entrevista por telefone a várias emissoras de TV, a mãe do catador que não vê o filho a 13 anos, uma pobre mulher maranhense, disse que o filho fez apenas a sua obrigação, nada demais. Ela o educou assim mesmo, sendo honesto, não possuindo nada que não possa justificar. Que bela lição às vésperas das eleições e do tsunami de bandalheira e gastos improbos vem por ai.

Eleições. O grande teatro da empulhação.

Começou. De agora até outubro só ouviremos falar de eleições. Debates na TV, campanha na rua, panfletagem, gente enchendo o saco e muita, muita mentira, dissimulação, oportunismo e cara de pau. Frequentará igrejas quem nunca se ajoelhou para fazer uma oração, prometerá melhor educação quem só acredita no esperteza pra ter sucesso na vida, garantirá saúde de qualidade quem jamais botou os pés em um pronto socorro, se dirá honesto quem enriqueceu comendo beiradas de licitações públicas e apadrinhando parentes em cargos públicos, se mostrará competente quem jamais arriscou um centavo do próprio bolso, exibirá programas de governo quem nunca deu valor ao planejamento, se comprometerá com a democracia quem trata a todos sob o chicote, fingirá humildade quem quase se afoga na arrogância. Campanhas eleitorais, todas elas, são sempre um espetáculo de fingimento, falsidade e oportunismo.


Além de tudo isso, eleições são gastos de dinheiro que não pertence a nenhum candidato. Dinheiro que pertence ao povo e deles é arrancado sob as mais variadas formas. Dinheiro que foi juntado ao longo do tempo em licitações fraudulentas ou obtido pela cobrança antecipada de favores a empresários que mais tarde definirão tarifas, preços e alíquotas. Aquilo que pela TV assistimos fazer o Raul Filho, prefeito de Palmas, é quase uma praxe.

Além da combinação de farsa ideológica e dinheiros mal juntados, eleições são também o espetáculo da traição. Gente que ontem lambia os pés de fulano hoje lhe aponta o dedo solenemente como se não tivesse feito parte do botim. Gente que sem beltrano não teria saido do zero na política hoje lhe volta as costas como se descobrisse de uma hora pra outra o próprio engano.

Além de farsa ideológica, gasto de dinheiros mal juntados e traição, eleições são também o espetáculo da comunicação. Cada vez mais as campanhas se concentram nos programas de rádio e de tv, nas mídias eletrônicas e, ultimamente, nas redes sociais. Os marqueteiros tem a dura missão de transformar toupeiras em figuras carismáticas.

É o que teremos. E ainda assim é o melhor que podemos ter. Ou não?

terça-feira, 3 de julho de 2012

Mais um CIENTISTA se levanta contra a farsa do aquecimento global

A cada dia surge um cientista ocupado com a ciência dizendo que o CO² não tem nada a ver com aquecimento global. Enquanto cientistas ocupados com convescotes e negociações de verbas para suas pesquisas(?) faziam as contas do fracasso do woodstock ambiental do Rio de Janeiro, Don Easterbrook confirmava as conclusões de Luis Carlos Molion entre outros. O jornal o Globo deu a noticia que poucos repercutiram, pois como de costume, só é "importante" se for catástrofe. Os dementes adeptos do aquecimento global já nem sabem o que fazer para conter a realidade que aos poucos se impõe desmascarando a farsa global.

Por Cesar Baima de O Globo, 28 de Junho de 2012.

RIO - A Humanidade e suas crescentes emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases do efeito estufa na atmosfera não têm nada a ver com o aquecimento global. Assim acredita Don Easterbrook, professor emérito de Geologia Glacial da Western Washington University, nos EUA, e apontado como um dos principais cientistas que contestam o consenso em torno do tema. Segundo Easterbrook, suas pesquisas, com base na análise de amostras de gelo retiradas das geleiras da Groenlândia, indicam que a Terra passa por constantes ciclos de aquecimento e resfriamento, com duração aproximada de 30 anos cada.

- Não acredito no aquecimento global primeiro porque não há dados físicos que comprovem que isso está acontecendo – afirma. - Tudo que os arautos das mudanças climáticas têm são modelos computacionais fundamentalmente errôneos. Basta ver que se alimentássemos um dos modelos do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU) com dados de 1980, suas previsões para o clima em 2010 não chegariam nem perto dos dados reais coletados naquele ano.

De acordo com Easterbrook, todo aquecimento das últimas décadas é fruto de um processo natural que já terminou, com evidências de que desde o ano 2000 a Terra entrou em uma tendência de resfriamento. Ele conta que seus estudos identificaram 40 ciclos de calor e frio nos últimos 500 anos e desde a última Idade do Gelo, há entre 10 e 15 mil anos, pelo menos uma dúzia de episódios em que a elevação da temperatura média do planeta atingiu 15 graus Celsius, mais de 15 vezes maior do que do que a alta atual, calculada entre 0,7 e 0,8 grau nos último século, sendo que nenhum deles estaria diretamente associado a aumentos na concentração de dióxido de carbono na atmosfera.

- O CO2 é incapaz de causar uma mudança climática significativa e não pode ser usado para explicar o pequeno aumento de temperatura atual – defende. - Basta ver que a partir dos anos 40, quando as emissões tiveram uma forte alta, a temperatura média da Terra caiu durante 30 anos enquanto a concentração de CO2 na atmosfera aumentava. Só a partir dos anos 70 a temperatura começou a subir e, mesmo assim, décimos de grau, o que não tem nenhuma relevância estatística.

Ainda segundo Easterbrook, todas as emissões de CO2 da Humanidade desde o início da Revolução Industrial mudaram em apenas 0,008% a composição da atmosfera, mais uma amostra de que o gás não pode ser o causador do último ciclo de aquecimento, que teria terminado por volta de 1999. Sua teoria é de que estes ciclos estão associados a variações na temperatura da superfície dos oceanos. Esta, por sua vez, seria afetada pela cobertura de nuvens do planeta, que mudaria de acordo com oscilações no campo magnético do Sol.

- Quanto mais fraco este campo magnético, maior é a formação de nuvens, o que tem um efeito de resfriamento, já que elas refletem a radiação solar antes dela alcançar a superfície da Terra – diz.
Para Easterbrook, o fato de o vapor d'água que forma as nuvens ser o gás mais atuante do efeito estufa no planeta, responsável por mais de 95% do aquecimento que faz dele habitável (se não houvesse o efeito estufa, a temperatura média da Terra seria da ordem de -18 graus Celsius), não contrabalança o efeito de resfriamento da maior reflexão de radiação. O cientista também rechaça argumentos de que a partir de 2000, quando acredita que o planeta começou a esfriar, foram registrados alguns dos anos mais quentes da História.

- Ocasionalmente podemos ter anos mais quentes ou mais frios, mas se calcularmos a média da temperatura na década veremos que não há um aumento, e sim uma tendência de queda relativa ao período entre 1961 e 1990, usado como base de comparação para a dita “anomalia” do aquecimento global – alega Easterbrook. - Temos que atentar que padrões de tempo são diferentes de padrões de clima. Falar de anos individualmente não faz sentido. O que temos que observar são tendências de longo prazo.

Na opinião do professor americano, todo discurso alarmista em torno do aquecimento global e das mudanças climáticas é uma estratégia de grupos interessados em obter dinheiro e poder dentro do sistema multilateral das Nações Unidas.

- É uma agenda que pretende controlar a população mundial, especialmente a dos Estados Unidos e outros países desenvolvidos, tanto que, diante da falta de evidências físicas do aquecimento, estão mudando o discurso para a questão da sustentabilidade – considera.

Embora diga ser “totalmente a favor” de um desenvolvimento sustentável que leve em consideração o uso racional dos recursos do planeta, com proteção da biodiversidade e melhoria da qualidade de vida da população mundial, Easterbrook não acredita que as decisões em torno do tema devam ficar concentradas no âmbito da ONU.

- A grande questão é quem vai decidir sobre como usar os recursos que estão pedindo nestas negociações, US$ 100 bilhões, US$ 200 bilhões por ano – diz. - Se estes recursos forem usados para combater fantasmas como o aquecimento global, é um desperdício de dinheiro. Devíamos gastá-los para ajudar de maneira prática a melhorar a qualidade de vida das pessoas, para tirar elas e seus países da pobreza. Meu problema não é com os objetivos, mas com a forma de atingi-los. Dentro da ONU, não haverá fiscalização externa de como esses recursos serão gastos e em quê.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Demóstenes a caminho da absolvição.

Acabo de ver o discurso do senador Demóstenes que da tribuna do Senado tenta sensibilizar os seus colegas e livrar o próprio pescoço da forca. Espero que não consiga. Esta é uma das oportunidades que o parlamento tem de retirar de seu meio um canalha. Não que lá não existam outros até piores, mas ocorre que a sociedade precisa de repostas firmes, atitudes que sinalizem no sentido da punição daqueles que a traem. Não é possível que gente dessa espécie saai impune como se nada tivesse acontecido. Demóstenes é um homem sem honra.

Se  o senador goiano sair impune de que adiantará fazer investigações e flagrar bandidos? Vimos ontem o que o "cachoeira" gravou com o prefeito de Palmas, capital do Tocantins. Uma vergonha! O então candidato Raul Filho, negociava facilidades no futuro governo em troca de contribuição em dinheiro para sua campanha ou para seus bolsos, sabe-se lá. Vai ficar por isso mesmo? Faremos de conta que não vimos o que vimos como quer o senador Demóstenes?

Não é difícil perceber que em meio a tantos escândalos o Demóstenes acredita que se safará. Afinal, conta com a certeza de que não há em seu meio quem possa verdadeiramente bater a mão no próprio peito e dizer: Sou inocente!