sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Maconheiros querem derrubar o reitor da USP

O bicho tá pegando na USP - Universidade de São Paulo. Aquela que deveria ser o maior centro de inteligência do Brasil está aos poucos se transformando em criadouro de maconheiros e mercado livre para traficantes de drogas. Uma praga que se alastra de sul a norte sob a presunção de que a Universidade é território vedado à presença de policiais. Na UNB é a mesma coisa. Um grande equívoco.

Queiram ou não, a Universidade tem uma missão fundamental - gerar e transmitir conhecimento. Quem vai lá deveria estar ciente disso. Há, porém, uma turma que pretende transformá-la em campo onde a liberdade serve, prioritariamente, à ociosidade, ao debate estéril, à militância partidária e ao uso e tráfico de drogas.

Os garotos da classe média e os riquinhos que conseguem acessar a universidade pública querem alvará para delinquir. Quando a polícia aborda um veículo e prende portadores de droga ilícita, a meninada chia. Quando um traficante que foi lá servir um nóia assalta, estupra e mata (já aconteceu milhares de vezes) dentro do Campus, é falha do governo, a sociedade vai em cima, reclama providências.

A meu ver, quem deveria responder se a policia deve ou não estar presente na USP ou em qualquer universidade, além dos professores e funcionários, são os pais dos alunos que, ao cabo, é quem sustentam uns e outros.

Aldo Rebelo vem com um espanador. Assim seja.

Da Coluna do Claudio Humberto.



27/10/2011 | 19:40





Aldo vai fazer a limpa no ministério

"O novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, vai tirar gradativamente, até o fim do ano, toda a equipe auxiliar do ex-ministro Orlando Silva em todas as diretorias e secretarias da pasta. Aldo vai buscar outros técnicos no próprio ministério e no mercado, adiantou fonte do PCdoB ligado ao ministro. Mais cedo, Aldo informou que não haverá, por ora, nenhum contrato mais com ONGs, e que todos os que estão em andamento passarão por pente fino."


Embora não seja fácil, não duvido que o novo ministro cumpra a promessa e passe o espanador nas mesas do ministério onde os camaradas dividem a renda do jogo. Em primeiro lugar porque o seu partido precisa dizer que não tem compromisso com a gatunagem, em segundo porque certamente quer preservar o capital ético que possui perante a sociedade, em terceiro porque é o único capaz de redimir os comunistas do B pois o partido não tem outros nomes à altura - se ele falhar o partido perde o ministério.

Por outro lado, corre o risco de alguém achar que desse jeito, sem a turma mandando, sem a ONG faturando, sem o partido enchendo as burras é melhor não ter ministério. Faz todo sentido se dermos uma olhada geral na esplanada. Afinal, não estão todos, de um modo ou de outro, operando em benefício próprio?

Torço por Aldo Rebelo. Se cumprir o que promete é até possível que produza efeitos pedagógicos e outras pastas atualmente entupidas de ONG's traquinas venham à vitrine. Não pensem que os esportes são a única fonte onde bebe essa gente. Elas estão espalhadas em toda a esplanada e em alguns ministérios talvez até com mais força do que nos esportes onde eram clientes. Há casos em que elas são patrões.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

No time de Aldo Rebelo, ONG não fica nem no banco. Bom jogo!

Dona Dilma resolveu deixar de aldo a rusga com o Aldo Rebelo por causa do Código Florestal e o convidou para o Ministério dos Transportes. Covenhamos, era o único no PC do B com biografia sufientemente limpa e estatura para o cargo. Foi um bom Presidente da Câmara dos Deputados, foi ministro anteriormente, tem prestígio na oposição, negocia nos seus termos, assume convicções e, ao julgar pelo comportamento que teve como relator do Código Florestal, não cede a pressões dos politicamente corretos. Está de bom tamanho.

Um bom sinal logo de inicio é a declaração de que não quer negócio com ONG no Ministério dos Esportes. Vamos ver o que vai fazer com os negócios e negociatas que já estão em andamento por lá. Desmanchar aquele ninho de ongueiros já seria uma belíssima tarefa, pois poria em crise o método Agnelo-Orlando de desviar nossa grana. Parece que de tanto lidar com as questões ambientais, Aldo Rebelo ficou com nojo de ONG's.

Fora isso, é a Copa e as Olimpíadas. Desconfio que na frente do Aldo Rebelo o Ricardo Teixeira não vai cantar de galo. Com forte sentimento nacionalista, Aldo não vai nem querer discutir o afrouxamento da legislação para satisfazer interesses comerciais da turma da FIFA. Vamos acompanhar. Por enquanto penso que foi a melhor substituição que a dona Dilma fez até hoje.

Elder Andrade - uma voz a ser ouvida.




Conheci o Professor Dr. Elder Andrade lá em 1984, quando juntamente com outros jovens técnicos acreanos da época (Mauro Ribeiro, Raimundo Araújo, Tristão Cavalcante, Raulino e outros) frequentamos um Curso de Especialização em Planejamento Regional. Entrávamos num processo de formação de quadros para implantação de projetos de desenvolvimento rural. Desde então, embora raríssimas vezes tenhamos nos encontrado, sempre que tenho oportunidade acompanho seu pensamento e suas elaborações. Muitas vezes concordamos. Lembro de uma em que os projetos agroflorestais ao redor de Rio Branco foram comemorados como uma nova e criativa reforma agrária (basta ver os jornais da época). Em palestras e artigos refutei, contra a onda, aquela presunção. Elder foi dos poucos que me acompanhou. Seu espírito inquieto nunca se deixou capturar pelo politicamente correto ou por marés de popularidade que sabem os mais experientes são sempre passageiras.

Embora com lógica diferente, assim como eu o professor Élder Andrade é um crítico severo do modelo apresentado com facilidade a olhos ignorantes como sustentável. Sabe que por trás de tudo que se apresenta como alternativa para a Amazônia, apenas se move, sem alterar minimamente as próprias bases, o capitalismo.

Em sua entrevista recente à Eco Agência (link acima), deixa claro. "... as políticas climáticas e a economia verde não enfrentam os problemas estruturais que geram as mudanças climáticas no mundo, como, por exemplo, o atual padrão da civilização capitalista, denominado por um consumo crescente de mercadorias, que demandam mais e mais energia, e a concentração de renda que acompanha esse movimento". Concordo em parte. E explico:

Como sabem os que me lêem, não acredito que as mudanças climáticas sejam geradas pelo "padrão de consumo da civilização capitalista". O que o padrão gera é a escassez relativa ao aumento do consumo. As mudanças climáticas que, aliás, historicamente sempre existiram, só entra na conversa para dar sustentação ao discurso da administração das expectativas das nações pobres.

Sobre a economia verde, Elder assinala com exatidão. "Essas pessoas passam a ganhar dinheiro com o discurso de que conservarão o planeta, seja através de documentos diversos, como a comercialização dos créditos de carbono, serviços ambientais. Enfim, todas essas políticas que são vendidas como a salvação dos problemas climáticos." É isso ai. Faltou dizer que essa gente também ganha fama e prestígio.

Élder parece acompanhar os que questionam a ideologia do desenvolvimento. É como perguntar "que desenvolvimento"? Autores muito próximos de nós brasileiros como Ignacy Sachs já apontavam para esta questão há 30-40 anos. Quando dizia que não há um modelo pret-a-porter de desenvolvimento, Sachs  estava negando a replicação de padrões de consumo, de expctativas, de modo de vida. Infelizmente, a realidade parece estar contra ele. Não pensemos que a "primavera árabe" é apenas um grito de liberdade contra ditadores sanguinários. É sobretudo a abertura de novos mercados. Cada mulher que no Iemen queima seu véu, sonha com uma maquiagem Victoria Secret.

Em sua crítica às políticas para a Amazônia, Elder se refere, entre outras, à Lei de Concessão de Florestas Públicas. Mais que qualquer outra, esta deveria ter o nome de Lei Marina Silva, dado o esforço da então Ministra para sua aprovação. Acompanhei de perto os debates, assisti várias audiências públicas, li diversos documentos. O mantra preferido da Marina "Precisamos valorizar a floresta em pé" era música para os ouvidos das madeireiras. O capital estava, através da Lei de uma ambientalista renomada, apropriando definitivamente a Amazônia.

Segundo Elder, "Todas as famílias que vivem do Projeto de Assentamento Agroextrativista Chico Mendes estão cadastradas no programa Bolsa Família, apesar de praticarem o manejo comunitário de madeira há quase uma década". Quer dizer, estão situadas abaixo da linha de pobreza. Uma vergonha, seguramente, mas uma situação que não surpreende quem consegue olhar a floresta e seus atores internos e externos sem as viseiras do engajamento político-partidário.

Recomendo que leiam a entrevista e prestem atenção ao pensamento e elaboração do Professor Elder Andrade. É claro que não tenho a esperança de que sua crítica altere o andar da carruagem, principalmente porque em determinados centros de decisão o que menos se admite é voz discordante. A política tem o condão de criar ouvidos seletivos, ou seja, aqueles que só escutam aplausos e bate-paus. Mesmo assim, que sirva de alento aos que ousam pensar.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Orlando se foi, mas é preciso faxinar o método.

Como todos esperavam, caiu o Ministro dos Esportes.  Tem mais. Se conheço a estrutura de governo, não aposto um tostão furado na longevidade do interino. Por um motivo simples. Nada acontece em qualquer Ministério que não passe pelo Secretário-Executivo. Orlando, aliás, era o secretário do Agnelo Queiroz, hoje governador do DF que foi, afinal, quem instaurou o método comunista-ongueiro de desviar nossa grana. O interino logo vai ser alcançado por denúncias e delações.

Tem comunista na fila aguardando a decisão da dona Dilma. Fala-se no Aldo Rebelo que me parece o único com o tamanho que o cargo exige. O problema é que andou se arranhando com a presidnte por causa do Código Florestal. Fora ele, o PC do B não tem quadros à altura. O que vem por ai nos próximos anos não é para amadores. De qualquer forma, seja ou não Aldo Rebelo o próximo ministro, importa saber é se na mochila com que deixou o Ministério o Orlando carregou o método.

Penso que a dona Dilma deveria aproveitar o momento para faxinar o modus operandi da turma instalada nos postos de comando. Por exemplo, poderia mandar fazer uma auditoria em TODOS os convênios com ONG's, verificar um a um o cumprimento das metas, apurar os preços praticados, os prazos, as contrapartidas e assim por diante. Só assim se poderia restaurar minimamente a confiança no Ministério dos Esportes.

Pelo Voto Distrital

O manejo florestal tem limitações e as empresas não são instituições de caridade.

Na celeuma em torno do projeto de manejo da reserva Antimary, no Acre, é bom que se tenha cuidado para preservar o manejo florestal como técnica de produção de riqueza com baixo impacto ambiental. Não conheço os detalhes da execução do projeto especificamente, mas conheço de manejo o suficiente para afirmar que como sistema de exploração tem boas possibilidades econômicas e deve ser prestigiado dentro de suas condições. Neste ponto o secretário Edvaldo Magalhães está certo.

O problema é que no Acre quase tudo que aparece vem com um estandarte à frente, como se fosse uma revolução em marcha, como se fosse A SOLUÇÃO de todos os problemas, como se fosse produto de mentes extraordinárias capazes de transformar rápida e definitivamente a realidade local e promover a felicidade das pessoas. Nada é assim. Nada é referência, nada é exemplo para o mundo, nada é mágico. Tudo é processo, construção, tentativa sujeita a erro.

O manejo florestal é interessante, produz riqueza, gera arrecadação de impostos e dinamiza a economia, mas tem seus limites e possibilidades. Cumpre um determinado papel, mas não o de distribuir justamente a riqueza produzida. Não esqueçamos que se trata de exploração por empresas capitalistas que obviamente visam lucro. Máximo lucro. Quem prometeu que os moradores da reserva teriam partes justas da renda gerada devia ter fundado uma cooperativa ou algo do gênero.

Por outro lado, como se trata de concessão, é necessário que as condições contratadas sejam rigorosamente cumpridas de parte à parte. A empresa privada e o poder público estabeleceram determinadas condições que protegem o morador da reserva, a biodiversidade, a integridade da floresta... enfim, uma série de providências que não podem ser negligenciadas, sob pena de rompimento do contrato ou sanções contra a empresa. Que o curso normal das coisas seja seguido, mas não se espere do manejo a redenção do Acre. Seu alcance social é limitado.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A maioria das ong's é séria?

Em artigo publicado hoje em O GLOBO, link do J. Bastos Moreno abaixo, o presidente da ONG Comitê para Democratização da Informática, Rodrigo Baggio garante que:


É nada. A grande maioria é fajuta, inoperante, tem dono ou serve a interesses pessoais e políticos de gente de igual espécie. Se das 340 mil ONG's que ele admite existirem, a maioria fosse séria, as coisas não estariam como estão nos campos da educação, da segurança, da saúde, do meio ambiente etc. etc.

Basta ver os números. Dá quase uma ONG para cada 500 brasileiros incluindo crianças e velhos, sendo que a maioria nem sabe o que é isso. Alguém acredita que um troço que existe às centenas de milhares pode ser sério na maioria? Nem aqui nem na China.

Toda ONG é vagabunda? Claro que não. Há por ai algumas que merecem crédito, que não servem à politicagem, que não vivem penduradas no dinheiro público, que não dão emprego à pilantras. Mas são poucas.

Por outro lado, as ONG's só se multiplicam feito piôlhos porque o governo não cumpre o seu papel. A cada vazio de atuação do poder público surge um esperto pronto para fundar uma ONG, apresentar um projeto e arrancar uma grana do governo. A prestação de serviços correspondente ninguém sabe, ninguém viu. Não dá pra fiscalizar 340 mil ONG's, dá?

Se voce quiser saber se determinada ONG é séria comece perguntando quanto dos seus gastos é financiado pelo governo. Se for mais da metade pode desconfiar.



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A cartola por onde some o gado.

Na celeuma da evolução patrimonial dos políticos acreanos me chamou a atenção foi a subvalorização. Que o Moisés Diniz tenha aumentado várias vezes seu patrimônio não representa absolutamente nada. Se os dados forem corretos, é a declaração mais próxima da verdade que já vi, dado que a base (valor inicial) de cálculo era muito baixa. Se alguém tem uma casinha de 50 mil, quando comprar outra casinha de 100 mil já aumentou em 100%.

De lascar é um velho conhecido que possui (visível) casa confortável, apartamento em Brasília, latifúndio e milhares de cabeças de gado e apresenta um valor total ridículo, que não paga o apartamento. Parece que apartamentão virou quitinete, fazenda com milhares de hectares virou chácara e vaca virou galinha. Em termos fiscais é a mágica da sonegação, em termos políticos é a prática da mentira.

A tática de esconder o patrimônio tem muita serventia, principalmente para quem fez fortuna por meios ilícitos. Aquela verba idenizatória embolsada via "laranjas", aquele "por fora" da emenda parlamentar, aquela grana da empreiteira amiga, aquela "sobra" da campanha eleitoral... tudo fica escondido.

Penso que no caso dos ocupantes de cargos públicos a declaração parimonial deveria estar sujeita à avaliação de peritos da Receita Federal que, verificando subvalorização, poderiam solicitar retificação e aplicar multa sobre o valor sonegado, sem prejuizo de sanções na esfera da Justiça Eleitoral dado que se trataria de falsa declaração. Que tal? Será que assim o gado botava os chifres fora do curral? Fica a sugestão para que os deputados façam da idéia um Projeto de Lei. Vamos lá... Coragem!

sábado, 22 de outubro de 2011

Lama mole em casco duro tanto bate...

Seguindo instruções do ex-presidente Lula, o ainda ministro Orlando Siiva resolveu mostrar que tem o casco duro e promete resistir. Obviamente, até quando a dona Dilma resolver que com casco duro ou não tá na hora de faxinar a quadra onde o esporte favorito é enfiar a nossa grana no bolso e nas despesas do partido. Mais um que se vai enlameado pela chafurdagem no chiqueiro em que transformaram o ministério.

Quando vai chegar a hora? Não sei. Segundo alguns articulistas, deve ser quando a lama bater à porta do partido da dona Dilma trazida pelos pés do ex-comunista, o atual governador do DF Agnelo Queiroz, enrolado até o pescoço em malandragens já fartamente denunciadas na imprensa.

Casco duro nem sempre resolve. Desconfio que desta vez não é a dureza do casco que salvará o elemento. A receita que serviu para o Lula é personalíssima, não pode ser transferida. Orlando Silva já era.

Com a saída do seu ministro pelo esgoto o que fará o PC do B? Vai incendiar o pais com os meninos da UNE pré-paga? Vai mover uma luta dos trabalhadores contra a Veja? Vai nada. Vai estrebuchar um tiquinho  para a coisa não "pegar" no partido, depois fica quieto e tenta botar outro camarada no lugar, o que não será fácil, pois a esta altura do campeonato tem muito craque de outros times de ôlho na posição.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

The Delinquent Teenager, por Donna Laframboise

Donna Laframboise é uma fotógrafa, jornalista e escritora canadense que nos últimos tempos tem se dedicado a questionar o "consenso científico" sobre o aquecimento global antropogênico que preside todas as declarações e documentos do IPCC.

Semana passada ela lançou o livro The Delinquent Teenager: Who Was Mistaken for the World’s Top Climate Expert, an IPCC Exposé. Pode ser adquirido em PDF AQUI. Um trecho:

Tendo se transformado em um adolescente desagradável, o IPCC é agora um problema de todos. Isso é porque ele realiza um dos trabalhos mais importantes do mundo. Sua finalidade é fazer um levantamento da literatura científica sobre a mudança climática, para decidir o que isso significa, e para escrever uma série contínua de relatórios. Estes relatórios são informalmente conhecido como a Bíblia do Clima.

A Biblia do Clima é citada por governos ao redor do mundo. É a razão pela qual os impostos de carbono estão sendo introduzidos, contas de aquecimento estão subindo, e novas e caras regulamentações estão sendo promulgadas. É por isso que todos acha que as emissões de dióxido de carbono são perigosas. Simplificando: o planeta inteiro está em um estado de confusão por causa de um relatório da ONU. O que a maioria de nós não sabe é que, em vez de ser escrito por um método meticuloso, profissionais de alto nível, este relatório foi produzido por uma turma de "adolescentes" desleixados que tem dificuldade em distinguir o certo do errado.

Em sua resenha do livro, Jonathan Duhamel diz:

"Neste livro, a jornalista canadense Donna LaFramboise expõe o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas como uma fraude. LaFramboise passou dois anos investigando o IPCC. Ela diz que ele age como um adolescente mimado, daí o título do livro.

O IPCC tem sido apontado como a autoridade preeminente sobre a ciência do clima. Mas LaFramboise mostra que os participantes foram escolhidos pelos governos, não por seus conhecimentos científicos, mas por suas conexões políticas. Muitos dos cientistas são, de facto, muito jovens estudantes de pós-graduação. Muitos dos burocratas do IPCC são de grupos radicais do meio ambiente. Verdadeiros especialistas são muitas vezes ignorados. Ela diz que o IPCC é uma organização puramente política, não uma teoria científica, e ela faz o backup de suas acusações com referências copiosas."

Aos poucos mais gente criteriosa vai se dando conta do monumental engôdo em que estamos nos metendo.

Kadafi

As imagens que correm o mundo na internet são chocantes. O ditador líbio, que alguns por aqui tinham como amigo e irmão, foi pego vivo, torturado e executado por um grupo de guerrilheiros frenéticos. Não são imagens de luta, de troca de tiros, nada disso. O corpo de Kadafi era um molambo nas mãos daquela gente. Em declaração à imprensa os novos líderes líbios disseram que o ditador foi morto em uma troca de tiros. Como poderia?

A morte de Kadafi se deu de modo atroz e serviu para revelar um pouco da natureza humana. A cena em que o grupo, formado majoritariamente por jovens, exibe o corpo sem vida é degradante. Apesar de se tratar de Kadafi, não consegui deixar de olhar aquelas pessoas com um misto de nojo e decepção com a espécie.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Quem com João Dias se mistura...

O PC do B aproveitou o programa eleitoral para fazer a defesa do Ministro Orlando Silva. Colocou-se como o partido da ética e acusou uma tentativa de emporcalhar o partido. No geral o texto foi paupérrimo. Clichês no balde e canastrões em cena.

Não entendi foi a acusação contra o delator. Pareceu que o amiguinho de outrora faria parte de uma conspiração contra o PC do B. Fala sério. Nem que João Amazonas e Luis Carlos Prestes viessem juntos de onde estão fariam o PC do B gerar uma ação conspiratória de quem quer que seja. Não tem essa importância.

Outra coisa. Todo delator é deplorável, mas se não existissem os malfeitos não seriam descobertos. É claro que o João Dias não vale nada, mas queriam o quê? Queriam que o delator fosse a Madre do convento? Gente séria não delata. Gente séria não se envolve em esquemas de corrupção.

ONG's

Nunca dei muito crédito à ação das entidades genericamente chamadas de ONG's. Em primeiro lugar, porque elas são falsamente não-governamentais, já que na grande maioria recebem direta ou indiretamente recursos do GOVERNO. Em segundo, porque muitos de seus membros são servidores públicos que dedicam a maior parte do seu tempo às suas ONG's, embora sejam pagos pelo GOVERNO. Em terceiro, porque como pagador de impostos quero GOVERNO na saúde, na educação, na segurança... Não pago imposto pra ONG. Em quarto, porque no mais das vezes as ONG's se dizem representantes de quem não lhe deu procuração nenhuma para representá-lo.

Se tudo isso é verdadeiro, imagine quando as ONG's se misturam a partidos e sindicatos para assaltarem os cofres públicos. Infelizmente o Brasil está cheio delas. Grandes e pequenas, em todos os setores, em todos os temas, contaminando a administração pública, solapando a democracia e fazendo a fama, prestígio e fortuna dos espertos que as dirigem.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Jogador contundido só atrapalha.

O time está em campo, o jogo correndo, muita firula, placar indefinido, nem um quarto do tempo se passou, a treiandora já fez 5 substituições (uma a pedido), ai vem um dos atacantes leva uma porrada daquelas. Dai pra frente apenas se arrasta em campo. Capengando, não corre mais atrás da bola, os adversários vendo o drama ficam no seu calcanhar. Cada bola, uma dividida. O jogador sente mas não quer sair do time, acha que se recupera. E o tempo passa...

Na beira do campo a treinadora já começa a dar sinais de insatisfação. A torcida começa a xingar. Cadê a vassoura??? A treinadora é solidária, por enquanto. Não quer acabar com a carreira esportiva do jogador. Além disso, o dono do passe tem que ser considerado, dívidas a pagar... Não é fácil substituir o jogador machucado. A não ser que ele mesmo peça pra sair.

Vai lá, Orlando. Diz que vai fazer o número dois e se manda.

domingo, 16 de outubro de 2011

Mais um a caminho do cadafalso.

Não é de hoje que em Brasilia até quem não sabe de nada sabe que no Ministério do Orlando Silva o esporte preferido é passar dinheiro nosso para as ONG's amigas, muitas delas de fachada mas com um ralo enorme por onde a grana some.

Causa estranheza é que somente agora tenha sido levada a público a roubalheira que por lá ganha de goleada. Não duvido que tenha sido por causa da Copa do Mundo. Tem muita gente achando que é muita areia pro caminhãozinho do Orlando. Com tanto dinheiro envolvido, gente da própria base, de ôlho no cargo do Ministro, pode ter facilitado as coisas. Além disso, a Veja precisou de tempo para convencer o capanga do Agnelo a abrir o bico.

Importante é que mais uma vez a imprensa vem fazendo o trabalho que os órgãos de contrôle(?) não fazem. Ainda bem.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Marcha contra a corrupção. O pavio está aceso.

As marchas contra a corrupção que aconteceram ontem em algumas das principais cidades brasileiras são um alento. Não são a nossa primavera, infelizmente. É que no nosso caso as organizações da sociedade que poderiam conduzir a luta contra a corrupção, leia-se a UNE, as centrais sindicais e outros movimentos populares, estão é se defendendo. Penduradas nas tetas do governo, tornadas pelegas por lideranças políticas, transformadas em aparelhos partidários, não podem entrar em tal contradição. Acusar o patrão de corrupção seria demais.

De todo modo, contextualizado como expressão autêntica, não corportativa e espontânea da população, deve ser comemorada. Talvez até mais do que imaginamos. Não é fácil tirar conclusões a respeito desse movimento já que os mecanismos de aferição existentes não estão calibrados para algo tão especial. Se fosse uma manifestação daquelas custeadas pelo governo através de certas organizações se poderia dimensioná-la e fazer comparações numéricas. Não é o caso. Os poucos milhares de pessoas que sairam de casa no feriado para fazer um protesto autêntico podem ser representativos apenas de si mesmos ou de milhões de pessoas que resolveram ficar em casa ou cumprir outro programa. Não se sabe.

Importante é que está acontecendo e isso tem um simbolismo extraordinário. A sociedade brasileira está atenta. Escorregões do governo na questão ética serão menos tolerados daqui em diante porque o pavio da indignação está aceso e pode levar a um alastramento incontrolável. Não abusem.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Dia do Engenheiro Agrônomo do Acre.

É comum que as profissões tenham um dia no ano para comemorarem como seu. Hoje é o Dia do Engenheiro Agrônomo. Parabéns a todos eles, eu no  meio.

A comemorar, principalmente, o papel que desempenhamos no Brasil, na geração, desenvolvimento e aplicação de conhecimentos que nos transformaram em um dos principais produtores de alimentos do mundo. A despeito das críticas de alguns setores, estamos paulatinamente ganhando produtividade e criando alternativas que procuram respeitar o meio ambiente, mas não renunciam à missão de gerar segurança alimentar para a sociedade.

Em alguns estados brasileiros submetidos a uma visão dita moderna de supressão da vocação agrícola em favor de processos atrasados de exploração direta da base natural, ser agrônomo, funcionar como agrônomo, levar a termo a tecnologia agronômica é quase um insulto. Estes agrônomos mais que outros merecem a nossa consideração e homenagem.

No Acre, para onde dirijo cotidianamente minha atenção primeira, os esforços no sentido de estabelecer uma base agrícola mínima vem se dando ao longo dos últimos anos em uma espécie de cabo de guerra. Até juízes se insurgem contra o cultivo da terra. Nada mais tosco e atrasado.

Mesmo assim, há os que resistem. Pertenço a este grupo. É cada vez mais evidente os termos em que se basearam os formuladores da política do "aqui não pode" só sustentaram, por algum tempo, carreiras políticas. Como propulsores da economia fracassaram redondamente. Emboram não saiam de suas casamatas para peitar uma discussão séria sobre o desenvolvimento do Acre, sabem seus autores e prmotores que perderam. Infelizmente o Acre perdeu junto.

No dia do agrônomo quero reverenciar especialmente os agrônomos do Acre. Sem citar nomes, homenageio cada um que se mantém consciente de sua missão. Que sejam mais ouvidos e mais valorizados. Que falem e se apresentem. Que não tenham medo de confrontar os ratos de seminários ecológicos. Eles estão tontos, não sabem para onde ir.

Parabéns a todos voces agrônomos do Acre.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A Carta do Acre. Voces não viram nada.

No Blog do Altino (link ai do lado) se pode ler o inteiro teor da Carta do Acre, assinada por várias organizações. Algumas são acadêmicas, outras são populares, todas, porém, de algum modo ligadas à causa ambiental. São, por assim dizer, militantes ambientalistas que reunidos em torno de um tema "Serviços Ambientais, REDD e Fundos Verdes do BNDES: Salvação da Amazônia ou Armadilha do Capitalismo Verde?" resolveram publicar suas principais preocupações e conclusões.

De inicio é bom reconhecer o mérito de haverem se reunido para ao invés de baterem paus para o modelo, realizarem uma crítica. Se consequente, o futuro dirá. Pelo menos falaram, o que já é uma boa novidade.

A julgar pela Carta, os participantes deram uma olhada no passado recente, visitaram experiências concretas do modelo em vigor, exploraram regulamentações, analisaram os mecanismos implementados pelo estado e concluíram que estamos sob o domínio do "capitalismo verde". Bidu.

O que pensavam antes desta reunião? Que encontrariam no Acre uma experiência revolucionária de rompimento com o capitalismo e realização do bem comum sob a égide de um novo sistema? Tomaram a "florestania" ao pé da letra? Bom. Se foi isso, imagino o susto que levaram.

Lamento dizer, meus caros, mas do "capitalismo verde" voces só reconheceram a sombra. Sugiro, pra começar, a leitura da Tese de Doutorado de Daniela de Souza Onça. Todo o sistema que preside a discussão sobre o esgotamento dos recursos naturais incluindo a "igreja do aquecimento global antropogênico" é do capitalismo. Voce acredita que o capitalismo está levando ao colapso do planeta? Pois acredite em mais uma: Não há salvação fora dele. Pensam que a ONU-IPCC representa que interesses?

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sobre o traidor ao seu lado.

"Somente aquele em quem voce confia pode traí-lo."

Acho que a frase acima ouvi pela primeira vez do meu avô. Faz tempo. É um tantinho tautológica, mas nem por isso menos verdadeira. Tomei-a emprestado várias vezes quando precisei alertar alguém ou a mim mesmo para as tentativas de aproximação ou para o comportamento de pessoas e grupos. Não adiantou muito. Ao final, fui eu mesmo vítima de quem confiei. É que a total segurança contra a traição implica não confiar em ninguém e, para meu gosto e desgosto, confiar faz parte de minhas fraquezas.

Observando o cenário político acreano, alguns comportamentos recentes e algumas reações de precaução, não pude deixar de lembrar a frase do meu avô e pensei: O traidor está agindo.

Porque é tão dificil identificar o traidor e se prevenir contra o ato traiçoeiro? Depois de alguma reflexão, posso dizer dele algumas características:

1. Incerteza - o traidor tem uma enorme capacidade de não gerar antagonismos insuperáveis. Ele não é absolutamente contra ou a favor. Ele é apenas relativamente, circunstancialmente, contra ou a favor. Isto lhe dá a condição (não precisa usar) de mudar de lado sem ser execrado.

2. Civilidade - o traidor jamais acusa frontalmente, jamais alude com termos chulos. Embora de modo privado esculhambe até a última geração do adversário, em público precisa manter a fleuma para que a qualquer momento possam sentar e acertar ponteiros.

3. Expectativas - o traidor não adianta concessões ou favores. Ele gera expectativas e as conduz enquanto for possível até que em algum momento seja obrigado a confirmá-las. Se não for conveniente, basta negá-las, afinal eram apenas expectativas. O otário que vá chorar sentado na calçada.

4. Espionagem - o traidor possui olhos e ouvidos na casa dos adversários. Ele procura atrair a confiança de assessores e amigos do adversário, cultiva essas amizades e, com isto, recolhe informações preciosas.

5. Dissimulação - o traidor tem como estratégia não gerar inimizades que possam, por exemplo, obstruir canais de comunicação com a população. Neste sentido, jornalistas, presidentes de sindicatos, proprietários de jornais e TV's, representantes de igrejas etc., são todos tratados com simpatia máxima, embora deles escarneça pelas costas. Vagabundos, pelegos, ladrões e mercadores da fé são os verdadeiros conceitos que formula em privado.

6. Insegurança - o traidor de vez em quando dá algumas piscadelas para o adversário. Confiança? Admiração? Amizade? Nada disso. Apenas uma tática para ameaçar os companheiros e, por outro lado, desarmar os espíritos mais beligerantes do grupo adversário.

Essas e outras características do traidor são difíceis de perceber e mais difíceis ainda de desmascarar porque são todas implícitas, dedutíveis, jamais ostensivas. Portanto, acautelem-se contra os traidores. Eles estão por aí. Sob sua confiança.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Agora vai. A juventude acreana mal podia esperar.

“O fato de saber que o PRTB tem paixão pela igualdade social e lutar pelos menos favorecidos, me deixou fascinada. Este detalhe me chamou atenção e motivou para que eu aceitasse o convite. Quero movimentar a juventude do Acre em torno de um projeto político de renovação. Vamos percorrer o Estado promovendo campanhas de filiação. A idéia é despertar o interesse políticos dos jovens no destino político do Acre”, destaca Milena Câmara.

O trecho acima foi extraído de matéria do site AC24horas (link do lado). Vendo a foto da moça fiquei imaginando o comichão da rapaziada doida pra fazer uma manifestaçãozinha na base do cara pintada pela justiça social.

Aquecimento global. Se a realidade não confirma a teoria, dane-se a realidade.

Com link aí do lado, o Dr Tim Ball dá uma rápida destrinchada no mecanismo de falseamento que mantém a Teoria do Clima da ONU-IPCC e, por consequência, de organizações que lhes servem de correira de transmissão. Abaixo dois trechos traduzidos para o português.

"Uma definição simples, mas poderosa da ciência é a capacidade de prever. Se suas previsões estão erradas, evidentemente há algo de errado com sua ciência. O fracasso, ou na melhor das hipóteses imprecisão das previsões meteorológicas, indicam que não é uma ciência. Os defensores da ciência "oficial" do clima, produzido pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), tentou distanciar-se deste problema, dizendo que eles eram duas coisas diferentes."

"A ciência oficial do clima foi produzida pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Evidências extremamente inadequadas da ciência apareceram cedo. Todas as suas previsões estavam erradas no primeiro relatório, mas eles não resolveram o problema como faria uma verdadeira ciência ao perceber que havia algo errado com sua compreensão do tempo e dos mecanismos do clima. Em vez disso, eles simplesmente mudaram as regras do jogo. Isso geralmente é feito com uma mudança de nome. Neste caso foi a mudança do aquecimento global para mudança climática."

terça-feira, 4 de outubro de 2011

As leis da FIFA e as nossas.

Se vingar, como parece, a agressão da FIFA ao direito do consumidor, ao estatuto do torcedor, ao estatuto do idoso e às leis estaduais que protegem estudantes, como nunca antes na história desse país estaremos nos curvando a interesses que seguramente não podem ser colocados acima da dignidade e da honra nacional.

A questão que se coloca é que, ao escolher o Brasil para sede da Copa do Mundo de 2014, a FIFA já sabia da vigência de leis que, por exemplo, proíbem a venda de bebidas dentro dos estádios. Não dá pra depois disso impor regras que desfazem as normas atuais. Se, em alguma hipótese, as leis tivessem sido criadas depois da escolha, talvez coubesse alguma negociação pois se presumiria que teriam surgido para beneficiar grupos na Copa. Mas não é o caso. As exigências da FIFA não podem se sobrepor aos interesses nacionais que, por definição, sustentam as leis vigentes.

Se nossas autoridades cederem de alguma forma nesta questão, é melhor procurar um esporte que seja jogado de cócoras.

Emendas parlamentares à venda. Estourou em São Paulo.

Em São Paulo tem deputado apertado para explicar a venda de emendas parlamentares, no caso, emendas ao orçamento do estado. Já pensou se alguém resolve entregar a venda de emendas ao orçamento geral da união?

Este cabresto aceito docemente por deputados e senadores se transformou ao longo do tempo em meio eficiente para a troca de favores que vão do apoio político à uma grana "por fora". Prefeitos e empreiteiros conhecem bem o sistema. Tem um caso em que um certo deputado muito "honesto" praticamente expulsou do partido um prefeito que se negou a cumprir o combinado.

Se o submundo das emendas parlamentares que se estenderam por todo o pais fosse conhecido, a espécie não permaneceria nas leis orçamentárias. Aguardemos.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Os royalties do pré-sal e os candidatos a odaliscas.

Esta semana é do petróleo. Vai à pauta a votação do veto do presidente ao projeto que divide a grana dos royalties do pré-sal entre todos os estados de conformidade com os índices do FPM e FPE. Petróleo brasileiro, grana do brasileiro. Os governadores do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo pensam diferente. O Cabral, principalmente pegou em armas e soltou a língua. Quer que os estados "produtores" tenham a grana e que os outros se virem com a parte da União. Sonha ser o Xeique de Ipanema. Pelo menos o harém dizem que já tem.

Entre uma proposta e outra surge a do Senador Wellington Dias, do Piauí. Mesmo essa não agrada o Governador Cabral nem o Senador Lindbergh Farias. Prometem ir pro pau, entrar na justiça etc. Os outros governadores que possuem nesta questão ampla maioria deverão, espero, peitar o Xeiquezinho de araque e o galã da baixada. Produtor uma ova! Não existem estados produtores de petróleo, assim como não existem os produtores de água, de florestas... Se os parlamentares dos 23 estados mais o Distrito Federal dançarem nessa disputa é porque merecem mesmo virar odaliscas do Cabralzinho.