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Mostrando postagens com o rótulo MST

Alô Assuero! O Jaime Amorim vem ai.

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                                          Foto da Veja Com tanta noticia de Bruno e do filho da Cissa algumas coisas passam em branco no noticiário. Uma muito bacana vem de Pernambuco onde Jaime Amorim, um dos chefões do MST, declarou recentemente que depois das eleições que ele espera seja com Dilma presidente, a luta do MST vai levantar outra bandeira. Sua proposta é de que nenhuma propriedade rural seja maior que 500 hectares. Segundo ele, passou disso, a área deve pertencer ao Estado. Assim, vai sobrar terra para que os sem-terra ocupem espaço. De preferência, já plantada, com máquinas, casas e armazéns. Que tal?

A reforma agrária passará pelo parlamento?

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 5887/09 , do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), que condiciona a desapropriação de terras para fins de reforma agrária à prévia autorização do Congresso Nacional. O PL tramita em caráter conclusivo, o que salvo duas circunstâncias específicas desobriga-o de ir a plenário. Se prosperar, trata-se sem dúvida de um duro golpe na rotina invasão-desapropriação que move a reforma agrária nos dias de hoje e, obviamente, no MST, que se alimenta deste processo. Trazer a reforma agrária para o parlamento em sua origem, ou seja, no processo de aquisição fundiária pode significar por um lado, maior clareza e, por outro, mais burocracia e tempo já que não se fixou limites mínimos, ou seja, todas as desapropriações, independentemente do tamanho da área estariam submetidas ao rito estabelecido. Em seu parecer, o Deputado Luis Carlos Heinze, relator do PL afirma que “Chega em b...

MST radicaliza. Só está faltando um cadáver.

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Em todos os jornais de hoje. MST aterroriza, queima e depreda fazenda de Daniel Dantas. COMENTO Não sei exatamente o que pretende o MST com estas ações espetaculares dos últimos dias. A idéia que passa é que está identificando aliados e inimigos. Está “pegando no pulso” da sociedade. Só pode. Onde já se viu fazer o terrorismo que fizeram na fazenda do Daniel Dantas, a esta altura do campeonato, quando se instala a CPI do MST no Congresso? Não creio que se trate apenas de mais uma “ocupação” para assentamento de trabalhadores sem-terra. Aquilo lá tem uma simbologia. Na forma, no local e contra quem foi realizada. Que o MST há muito deixou de ser (se efetivamente foi) uma organização que busca a reforma agrária estamos cansados de saber. Seus objetivos são bem mais ambiciosos. Mas aonde vai levar essa rotina de crimes contra o patrimônio? Vou conversar com um amigo lá no INCRA. Se descobrir, digo aqui.

Um pequeno conselho à candidata Marina Silva

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Embora seja mais novo que a Senadora (alguns meses, hehehe), atrevo-me a dar um pitaco em suas declarações. Sabe como é, não sou marqueteiro, mas aqui do lado de fora a gente vê algumas coisas com mais clareza. STOP! Não entre com força nessa briga do MST.  Não vale a pena. O povo não gosta do MST, de seus métodos, de carranca de seus líderes, do discurso de seus apoiadores. Sei. A candidata precisa defender a reforma agrária. Isto o cidadão compreende, aceita, apóia. Mas adotar o discurso de Stédile de que a CPI deveria deixar o MST quieto e investigar o agronegócio, de que a oposição quer criminalizar os movimentos sociais etc., além de uma bobagem sem tamanho pode servir como estratégia do MST para tirar o foco da CPI, e só. Isto porque Stédile não é candidato a nada. E mais. O eleitor dele não é seu. Até porque já se sabe de antemão que a CPI não vai dar em nada - as medidas necessárias já foram tomadas pelo trator majoritário. Pra quê enfiar o pé numa jaca que não lhe pe...

Em defesa do MST, intelectuais escorregam na estatística e na democracia.

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Um grupo de 58 intelectuais brasileiros e 13 de outros países assinaram um documento com o título “Manifesto em defesa do MST - Contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais”. COMENTO O texto é uma solidarização com o MST e, ao mesmo tempo, um ataque ao agronegócio brasileiro. De certo modo ratifica um confronto que no meu entendimento não deveria haver. Os dois setores (agricultura familiar e agronegócio) não são excludentes. Na verdade, a agricultura familiar só consegue viabilizar-se social e economicamente quando incorpora elementos típicos do agronegócio, como tecnologia, organização da produção e informação de mercado. Já de inicio os intelectuais acusam a mídia de divulgar as imagens da destruição do laranjal como ato de vandalismo. Se não foi, poderiam ter aproveitado para dizer o que foi aquilo. Em seguida endossam a justificativa do MST em torno da titularidade do domínio da terra invadida. Ora, enquanto em última instância não for decidida q...

Sai a CPI do MST. Apurar são outros quinhentos...

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Nesta quarta-feira a base governista na Câmara dos Deputados sofreu um revés. Apesar de todos os esforços o Governo não conseguiu o número suficiente de traíras para derrubar a CPI que em tese investigará os repasses de recursos públicos para o MST. COMENTO Não foi fácil. Na primeira tentativa a oposição deu com os burros n’água. O Governo foi em cima dos parlamentares e muitos deles retiraram as assinaturas no pedido de CPI. Desta vez, movidos pela imagem do tratoraço sobre o laranjal e sob a ameaça de publicação de seus nomes, os deputados mantiveram suas assinaturas e a CPI será instalada. Digo instalada, porque funcionar mesmo será outra batalha. Mal os ponteiros cruzaram a meia noite e já havia deputados da base do governo prometendo impor a Presidência e a Relatoria da Comissão. Em outras palavras, o investigado comandará a investigação. Uma pérola de nosso sistema. A mesma coisa aconteceu recentemente com a CPI DA PETROBRAS, onde não se investiga absolutamente nada. N...

Quero uma invasão. Chamem o MST.

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                                                                                   Foto de O GLOBO Os episódios de violência recentemente ocorridos no Rio de Janeiro, bem como os depoimentos que se seguiram, de autoridades políticas e militares, me fez pensar que somente uma invasão poderá trazer de volta à república aquela que já foi sua capital. EXPLICO Nos últimos anos nos costumamos a ver o MST invadir/ocupar (o termo depende do gosto do freguês) terra alheia e de lá não mais sair. Obriga o estado a resolver o fato consumado e pronto. É a tese de que o problema depois ...

Pesquisa do IBOPE, MST e favelização rural.

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Pesquisa do IBOPE encomendada pela CNA - Confederação Nacional da Agricultura revela favelização rural, reassentamentos e miséria no campo. COMENTO Aos números. Não produzem nada – 37%. Não tiveram acesso ao Crédito Rural – 75%. Jamais frequentaram algum curso de qualificação – 83%. Não produzem sequer o suficiente para o próprio consumo – 73% Não são assentados originais – 55%. Renda de até um salário míninmo – 40%. Parece o censo de uma favela. De certo modo, é. São dados colhidos em pesquisa realizada com amostragem de Mil famílias em nove assentamentos do INCRA. Revelador para muitos, mas não para quem conhece o setor. Os que não produzem nada muito provavelmente pertencem a uma parcela cada vez mais significativa de assentados que não possuem qualquer vocação agrícola. São excluídos da economia urbana, cooptados à granel para engrossarem a fila dos sem-terra e dar força e visibilidade ao movimento. São sem-terra tanto quanto são sem-emprego, sem-renda, sem-casa, sem-conta no banc...

Em quatro anos o MST recebeu 115 milhões de reais do Governo para substituir o Governo.

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A informação foi dada pelo Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, ao Deputado Ronaldo Caiado do Democratas. COMENTO Escrevi há algum tempo, ainda quando trabalhava no INCRA, que um grave problema brasileiro é que estávamos fazendo uma reforma agrária tardia, recriando então uma agenda defasada e conflitos idem, porém em ambiente moderno. Hoje, a visibilidade, a comunicação e organização, o acesso aos meios de mobilização etc., são extremamente ágeis, proporcionando aos movimentos sociais como o MST, variadas formas de ação. Entre elas o acesso a recursos públicos. Outra, a influência na nomeação de dirigentes de organizações do estado. Mais uma, as alianças pragmáticas com partidos, associações, sindicatos e igreja. Por outro lado, o Brasil cresceu muito e urbanizou-se. Em 1950 36% da população viviam nas cidades, hoje são 85%. Em 1970 havia 3.972 municípios, hoje são 5.564. A obrigatória proximidade dos centros urbanos oferta e ao mesmo tempo atrai contingentes para o...

O "laranjal" do MST

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Plantação de laranjas em fazenda invadida pelo MST em São Paulo começou a ser destruída pelo grupo. Líderes justificam: “Vamos plantar feijão. Ninguém vive só de laranja.” COMENTO Para quem de alguma forma tem vínculos com a agricultura, seja por formação, profissão ou herança familiar (é o meu caso – agrônomo, filho de agricultor e proprietário rural) a cena mostrada pela TV Globo ontem à noite é estarrecedora. Membros do MST invadiram a fazenda, pegaram o trator da fazenda, abasteceram com o óleo diesel que tinha na fazenda e até serem flagrados passaram por cima de pelo menos sete mil pés de laranja da fazenda. Como se sabe, não se tratava de substituição de lavouras muitas vezes própria de uma perspectiva de rotação de culturas e aproveitamento intensivo da área agronomicamente indicado. Por todos os motivos não pode ser agricultor quem age desta forma. Para alguém que se move pelo sentimento de amor à terra e pelo desejo de fazê-la produzir alimento, tratorar o pomar daquele jeito...

“O Brasil está desaparecendo em meio às reservas ambientais”

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O Ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes bateu no fígado nesta terça-feira em audiência pública que debate a proposta do MDA de alterar os índices de produtividade dos imóveis rurais. COMENTO Quem sou eu para duvidar do Ministro Stephanes, não é mesmo? Mas uma coisa é certa. A proposta de redução dos índices de produtividade da agricultura tem um e apenas um motivo, que é aumentar a área desapropriável para fins de reforma agrária ou, se preferirem, a área passível de invasão pelo MST. A lógica é elementar. Se a reforma agrária não anda porque há pouca terra improdutiva além das unidades de conservação de toda espécie, então que as produtivas passem a improdutivas e pronto. Como faz isso? Ora. É simples. Basta alterar os critérios de declaração da produtividade da área. As que eram produtivas deixam de sê-lo e estamos resolvidos. Esta é mais uma das jaboticabas brasileiras. O proprietário rural, além de ter seu direito de propriedade relativizado por severas restrições ambientais...