sábado, 30 de junho de 2012

Mestiço é o que sois!

Quem ainda acredita em raças e aprova o racialismo demente que o STF está ajudando a implantar no Brasil deve ler o artigo do Roberto da Matta no link da Roberta Fragoso Kaufmann aí do lado.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

A "serva" não serve.

A "serva evangélica" causou surpresa ao se lançar candidata à prefeitura de Rio Branco sabendo que não terá a mínima chance de ser eleita. Qual seria seu interesse? Vejamos as possibilidades.

Alguns diriam que se trata de estratégia para se tornar mais conhecida e tal. Não bate. Este rito ela já cumpriu desde que foi candidata pela primeira vez e ficou conehcida como a candidata minhoca (a filha da terra). Pilotando partidecos, atraindo crentes ingênuos e manuseando verbas encaixotadas, a Antonia Lucia é hoje mais conhecida no Acre do que alguns políticos que nos anos oitenta já pegavam carona no fusca do Nilson Mourão.

Quer aproveitar para disseminar a doutrina e princípios evangélicos? Também não bate. Igreja não é partido político, o evangelho não é ideologia política, e, sinceramente, não seria a Antonia Lucia que faria o melhor discurso cristão, não é mesmo? Se o interesse fosse esse as igrejas escalariam gente mais preparada.

Está a serviço do governo que quer fracionar os votos da oposição, como conjecturam alguns analistas? Sabe-se lá, mas se for, sinto dizer, está vendendo o que não tem. Talvez até seja contraproducente. Não consta que os votos dados à Antonia Lucia sejam votos de oposição a quem quer que seja. Na grande maioria, são votos daquela massa alienada e disforme que poderia ir mais facilmente com o candidato do governo do que com a oposição. Sei. Alguém pode dizer que para desfalcar a verdadeira oposição, ela vai adotar um discurso oposicionista devidamente medido e pesado. Duvido que isso "cole" em Rio Branco, uma cidade pequena e de muros baixos. Ninguém  que seja crítico ao governo confiaria em um projeto liderado pela candidata. Além disso, os dois candidatos oposicionistas já ocuparam todos os espaços possíveis e estão com o discurso afiado, inclusive contra a candidata.

Concluo que o único objetivo possível da Antonia Lucia como candidata será tentar fazer uma clivagem que coesione setores evangélicos em torno de si. Explico. Aproveitando que nenhuma das outras chapas apresenta um evangélico, ela fará disso um preconceito (evidentemente falso) contra os crentes e, alimentando um sentimento de reação, tentará reunir eventuais apoios tranformando-se deste modo na "defensora" dos evangélicos, o que significa aumento de "musculatura" para próximas eleições. Mesmo assim, ela corre o rsico de obter uma votação pífia e se estrepar de vez. Isto serve ao candidato do governo? Duvido. A não ser que esteja em causa a possibilidade de não haver segundo turno, o que não parece razoável.

Enfim, a "serva" não serve à cidade, ao governo ou à oposição. Talvez se sirva. Veremos.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Hilary, a representante do CO², vira estrela na Rio + 20.

A secretária do governo americano, Hilary Clinton, aquela que acreditou que o maridão brincava de casinha com a estagiária, fez a alegria das abortadeiras no último dia do Woodstock Rio + 20 ao declarar que as mulheres "tem direito a decidir se e quando ter filhos", o que significa para as dementes assassinas, respeitar os "direitos reprodutivos e sexuais das mulheres". Elas queriam mais. Queriam que a licença para assassinar fetos fosse firmada no documento final do encontro, o que só foi evitado pela ação do Vaticano.

Engraçado que não vejo ninguém impedindo quem quer que seja de se reproduzir que nem coelhos por ai, nem tampouco de transar que nem galo no terreiro. O que gente decente não deseja permitir é que para continuar ciscando tenham que matar seres indefesos.

Precisamos importar o rito paraguaio.

Pelo jeito não adiantou ter as costas aquecidas pela esquerdopatia sul-americana. O garanhão do confessionário, Fernando Lugo, presidente daquele país onde brasileiros produzem soja e nativos produzem maconha e falsificações, tomou um chute no traseiro. Não deu pra dizer que não sabia da encrenca com os sem-terra que culminou com a morte de policiais e manifestantes, ao todo, 18 pessoas.

Lá, o rito constitucional é sumário. Em menos de duas horas a cabeça do presidente rolou indo cair no colo de uma penca de embaixadores do continente que lá estiveram para observar como a Lei é aplicada sem dó contra um poderoso. Fico pensando como seria se por aqui tivéssemos esta rapidez. Onde estariam os mensaleiros? Enfim, um produto que deveríamos importar do Paraguai.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O tarado de sacristia do Paraguai tem costas largas.

Vejo na TV o confronto entre militares e sem-terra no Parguai e logo em seguida a noticia de que as ONG's de lá estão se manifestando contra a responsabilização do tarado de sacristia no episódio. O Congresso do Paraguai quer impichar o dito cujo, mas os "movimentos sociais" querem livrar a sua cara. Que coisa, não?

Engraçado. Quando a mesma coisa aconteceu em Eldorado do Carajás no Pará, em abril de 1996, o mundo quase cai na cabeça do FHC, do Almir Gabriel e dos comandantes militares da PM local. O Coronel Pantoja, que liderou a operação, se ferrou com uma condenação de mais de 200 anos de prisão. O "massacre do carajás" como ficou conhecido é pretexto para homenagens promovidas pelos sem-terra e dá nome a prédios, assentamentos e instituições. Virou uma ferida que não sara nunca, cutucada que é pelos nossos movimentos sociais.

A essa altura o Stédile mandou uma mensagem de celular para o presidente paraguaio -  "Não se preocupe, voce é nosso e nós somos teu".

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Aquecimento Global Antropogênico ainda vai virar piada.

O Jornal "O Globo" que vem nos últimos anos servindo de plataforma para carreiras políticas, ong's e acadêmicos de meia tigela e até artistas decadentes, assim como o Jornal Nacional ontem, resolveu dar uma chance ao debate.  Se os céticos tiverem 5% da atenção que a mídia dá aos tarados do aquecimento global, em muito pouco tempo a hipótese AGA cai por terra e certas reputações vão pelos ares.Veja abaixo.


'O movimento ambiental é imoral', diz Richard Lindzen'

                                                             Richard Lindzen

Por César Baima (O Globo)
RIO — Antes um dos mais prestigiados cientistas climáticos do mundo, o americano Richard Lindzen, professor de Meteorologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), virou ovelha negra depois de "mudar de lado", como ele mesmo diz. Integrante dos primeiros relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), ele passou a criticar os modelos com previsões alarmantes sobre as consequências do aquecimento do planeta e o uso político do discurso ambiental. Para ele, não há provas de que a elevação da temperatura da Terra aumentará o número de desastres climáticos. Sua nova posição angariou numerosos detratores e acabou por prejudicar a divulgação de suas pesquisas, contou ele em entrevista ao GLOBO, por telefone, de seu laboratório em Cambridge, Massachusetts. 

O GLOBO: O senhor acredita que o dióxido de carbono é um gás de efeito estufa cuja concentração está aumentando e provoca um processo de aquecimento global?


RICHARD LINDZEN: Para começar, vamos deixar algumas coisas claras. É claro que o CO2 é um gás do efeito estufa, que sua concentração aumentou nos últimos 150 anos, que provoca leve aquecimento do planeta e que o homem tem influência nisso. Tudo isso nunca esteve sob questão, todos os cientistas climáticos sérios acreditam nisso. O que não está claro é se tudo isso terá as implicações alarmantes que vemos apresentadas como fatos científicos. As pessoas não veem que o argumento principal é outro, que isso está sendo usado como razão para dizer que o desastre está a caminho e temos de destruir nosso atual sistema de energia para evitá-lo. O que vemos é a extrapolação de algo que é trivial para uma alegação de que a Terra está em perigo.

Mas a ação humana não está alterando o equilíbrio da Terra?


LINDZEN: A Terra nunca está em equilíbrio. O planeta é um sistema dinâmico que está sempre mudando. Se um dia ela parar de mudar, aí sim saberemos que estamos com problemas. A questão é como estamos lidando com isso. Não há evidências de que há uma grande sensibilidade do clima ao CO2. Não há nada que comprove os modelos climáticos de que a Terra vai se aquecer muito e que isso terá consequências catastróficas.

E quanto aos dados que mostram que na última década tivemos alguns dos anos mais quentes já registrados?


LINDZEN: O que as pessoas não percebem é que os registros não mostram um aquecimento significativo nos últimos 15 anos, como deveria acontecer de acordo com as previsões dos modelos climáticos do IPCC. A temperatura média global subiu um pouco até 1995, mas desde então ela está estacionada nesse nível mais alto e não se moveu. Assim, os modelos têm que ser ajustados para refletir isso. É como um aluno fazendo uma prova já sabendo seu gabarito. Ficar ajustando constantemente os modelos para que eles se conformem à realidade não é ciência, é fraude. Além disso, os registros não são tão longos e nem tão precisos para que possamos afirmar que a Terra está mais quente do que em qualquer momento anterior da História.

Mas esse aquecimento, mesmo leve, não é preocupante?


LINDZEN: A elevação calculada da temperatura média global nos últimos 150 anos, de entre 0,7 e 0,8 grau Celsius, não é nem de longe significativa. Quanto a temperatura varia do dia para a noite no Rio de Janeiro? Aqui em Boston, essa variação supera em muito os 10 graus. Então, estamos falando de uma mudança muito pequena na temperatura média global e é uma loucura dizer que isso é o fim do mundo.

Sua crítica então é quanto ao discurso em torno das mudanças climáticas?


LINDZEN: Exato. O movimento ambientalista é imoral. Com seu discurso, estamos negando a bilhões de pessoas a possibilidade de ter acesso a energia para viver decentemente e, com a política que os ambientalistas querem implementar, elas nunca terão. É claro que todas as pessoas gostam de ter ar e água limpos, um ambiente agradável para se viver. Então, qual o significado de se ter um movimento em torno de questões em que todos concordam? Sua finalidade é empurrar uma agenda política que prevê zero de crescimento populacional, impede o desenvolvimento dos países mais pobres etc. Como podemos dizer para os países da África que eles não podem usar combustíveis fósseis para melhorar a qualidade de vida da sua população? Vamos atrapalhar o crescimento da China, da Índia ou do Brasil porque tememos sua concorrência? Em Paris, os caminhões de lixo são verdes, e os garis vestem roupas verdes. É este o tipo de emprego verde que eles querem criar?

O mundo então não deve conter as emissões de carbono?


LINDZEN: O CO2 não tem nada a ver com ar limpo. Carbono é do que eu, você, todo mundo é feito, ele não é um poluente. Ao se focarem nisso, as discussões esquecem os verdadeiros poluentes, muito mais perigosos. O CO2 é essencial para a existência da vida, para o crescimento das plantas. Como podemos chamar de poluente algo de que precisamos tanto? Mais uma vez, a questão é explorada politicamente para assustar as pessoas. Recentemente, correu nos EUA a história de abaixo-assinados que pediam o banimento de um perigoso composto químico, o monóxido de dihidrogênio. Várias pessoas assinaram sem perceber que na verdade estavam pedindo o banimento da água! Elas estavam apenas querendo se livrar de uma coisa que dizem que é um problema sem ao menos entendê-lo. É assim que o discurso do aquecimento global está sendo usado. Os ambientalistas dizem que dois e dois são quatro e logo perguntam: "O que vamos fazer sobre isso?"

A influência humana no clima pode então ser negligenciada?


LINDZEN: Acho que provavelmente contribuímos com algo entre 0,25 e 0,5 grau Celsius do aquecimento calculado nos últimos 150 anos e devemos acrescentar mais ou menos o mesmo nos próximos 200. Minha pergunta é: quem disse que isso é um problema? Por que o aquecimento global é tratado como o fim do mundo?

Mas também não estamos vendo um aumento de eventos climáticos extremos?


LINDZEN: Na verdade, não. Eventos extremos sempre ocorrem em algum lugar do mundo todo ano. Os EUA, por exemplo, não veem um grande furacão desde o Katrina (em 2005), o que segundo os modelos alarmistas deveria ser cada vez mais frequente. Mais uma vez, não se percebe que o que alimenta essas grandes tempestades é a diferença de temperatura entre os trópicos e os polos e que, com o aquecimento global, essa diferença tende a diminuir. Com isso, teremos menos e não mais tempestades severas. Mas esse discurso não assusta ninguém, enquanto dizer o contrário parece excitante.

Novamente, é um uso político do discurso ambiental?


LINDZEN: Sim. Pode-se usar mal a linguagem, o que é um erro, ou dizer o oposto da verdade, o que é uma mentira deslavada. Temos um mundo que está progredindo, mas achamos uma vergonha o que estamos fazendo. Isso sim que é insano e extremo. O aquecimento global em si não é perigoso, mas as políticas que estão sendo propostas para combatê-lo é que certamente são perigosas. Elas vão manter as pessoas pobres e sem acesso à energia barata. E, mesmo que se acredite nas previsões catastróficas, as políticas propostas não terão efeito nenhum. Para realmente fazer alguma diferença, seria necessário reduzir em 60% a 70% as emissões de gases-estufa, o que para os EUA e a Europa significaria voltar para o início do século XX, enquanto para Brasil, Índia ou China seria parar totalmente de crescer. Precisamos esquecer o clima e nos focar nos problemas reais da Humanidade, como eliminar a malária ou garantir o acesso de todos à água limpa. Tudo isso custaria muito pouco e pode ter um grande efeito na qualidade de vida das pessoas. Combater as mudanças climáticas está tirando recursos que seriam mais bem usados em outras questões mais importantes.

It's the polarity, stupid!

A Marina Silva que nos últimos tempos cuidava apenas de detonar o Código Florestal, ainda que recorrendo a expedientes bem "pragmáticos", resolveu dar um pitaco nas eleições de São Paulo (ver texto abaixo extraído do Blog do Noblat). Marina como boa ecologista bem sabe que óleo e água não se misturam por terem polaridades diferentes - princípios físico-químicos explicam com facilidade. Portanto, se alguém disser que viu os dois misturados é porque ambos possuem a mesma polaridade, ou seja, ou um não era óleo ou o outro não era água.


Marina alfineta Lula sobre aliança com Maluf
'Vale misturar água e óleo para ter tempo de TV', disse a senadora durante discurso na Rio+20; acordo rendeu 1min35s à propaganda eleitoral de Haddad

Antonio Pita, O Estado de S.Paulo

Em um discurso na Cúpula dos Povos nesta terça-feira, dia 19, Marina Silva alfinetou a aliança entre o PT de São Paulo e o ex-prefeito Paulo Maluf. Segundo a ex-senadora, para alguns políticos “vale misturar água e óleo para ter tempo de TV.”

A fala, feita em uma das principais plenárias da Cúpula, foi aplaudida de pé pelo público que mais uma vez ovacionou Marina Silva e seu posicionamento contrário aos rumos do documento oficial da Rio+20.

“Eles acreditam que só existe a política do pragmatismo, acreditam que vale misturar água e óleo apenas para ganhar mais tempo na televisão sem nem saber sobre o que propor”, afirmou Marina Silva, que foi ministra do meio-ambiente durante o governo Lula.

Nessa segunda, 18, o ex-presidente anunciou aliança com Paulo Maluf em apoio à candidatura de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo. O anúncio causou desconforto entre os próprios petistas e ameaça a permanência da deputada Luiza Erundina (PSB) como vice na chapa.

Perguntada se o discurso se referia à aliança do PT com Maluf, a ministra desconversou e preferiu não comentar o anúncio do apoio. “Desde a minha candidatura à presidência eu falo sobre o problema das alianças eleitorais e desta visão de política pragmática”, disse a senadora após o discurso.

Recado para Dilma. Em seu discurso, a ex-senadora também cobrou da presidente Dilma um posicionamento em relação ao documento oficial da Rio+20. “Queria mandar um recado para a presidente e dizer para ela não perder a oportunidade de fazer a diferença. A primeira mulher presidente precisa marcar uma posição e defender objetivos específicos para a governança do debate ambiental e pela criação do fundo de financiamento.”

terça-feira, 19 de junho de 2012

Céticos no Jornal Nacional. Alvíssaras!

A TV Globo concedeu hoje no Jornal Nacional três minutos à visão dos céticos sobre o aquecimento global antropogênico, esta farsa transformada em religião por ongueiros vagabundos, jornalistas ignorantes, políticos oportunistas e acadêmicos ambiciosos.

Depois de vários anos repetindo diariamente a cantilena carbofóbica, o JN dedicou míseros três minutos a cientistas que cada vez mais numerosos e com mais razão afirmam-se contrários à histeria do AGA. Mesmo assim insistiram na mentira. A locução disse que sobre o aquecimento não existe dúvida. Nada mais falso. Existe certeza é de que nos últimos14 anos, mesmo com as emissões do CO² aumentando a cada dia, as temperaturas globais estacionaram, pararam de subir e apresentam tendência declinante.

Que um cético tenha falado à Globo em horário nobre é novidade e é importante, ainda mais quando se dá mais um FRACASSO da conferência do clima.Vamos torcer para que aberta a porta, doravante a imprensa cuide um pouco mais de ouvir o lado científico do debate. 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Ô povo feliz! Liberdade é tudo.



A Interpol anda não achou Maluf. Não procurou no lugar certo, é claro.



sexta-feira, 15 de junho de 2012

A coisa como ela é.


Perfeito!

Míriam Leitão. Não é nada, não é nada, não é nada mesmo.

A jornalista Miriam Leitão, todos sabem, é uma queridinha da Rede Globo e de um monte de gente que tem a moça como superinformada. Seu acesso fácil aos principais economistas, políticos, banqueiros e executivos do Brasil lhe confere alta credibilidade. Até ganhou prêmios internacionais e vez por outra é chamada a participar de debates importantes. Como tantos outros ex(s)pertos a Miriam vem emprestando todo seu prestígio à causa do alarmismo ambiental. Emprestando com juros, diga-se, pois quem anda apostando nessa bobagem nada científica aparece mais na mídia do que o Preto Véio em terreiro de macumba. Todo este engajamento, porém, não evitou que a jornalista publicasse o artigo abaixo, onde quase envergonhadamente reconhece o fracasso iminente da Rio + 20 que repetirá os fracassos das conferências anteriores. Mais algumas dessas e em bom economês ela verá que comprou moeda podre.


POLÍTICA

É pouco o que está para sair da Rio+20, por Miriam Leitão

Miriam Leitão, O Globo

Até agora, o que há de mais concreto no documento que vai sair da Rio+20 é que os países vão se comprometer em ter “objetivos de desenvolvimento sustentável”. Mas os objetivos propriamente ditos não serão assumidos.
Fazer uma reunião deste tamanho só para dizer que os países terão metas parece muito pouco. O embaixador Luiz Alberto Figueiredo explicou que a Rio 92 era o fim de uma negociação, a Rio+20 é a abertura de negociação.
Todo evento como este começa muito antes de começar. Ontem foi o primeiro dia da última reunião do comitê preparatório. Esse comitê se reuniu várias vezes para chegar ao dia de ontem com o texto quase pronto. Está longe disso. O texto está com apenas um quarto dele fechado. O resto estará sendo discutido nos próximos dias para que o rascunho chegue aos chefes de Estado com alguma concretude.
Do que já está fechado, o mais concreto, me disse ontem o embaixador Luiz Alberto Figueiredo, é que o mundo aceitará ter objetivos. Isso significa que os chefes de Estado assinarão o compromisso de ter metas em várias áreas deste vasto tema que é o “desenvolvimento sustentável”. Mas não se sabe nem que áreas serão estas: – Tudo será refinado nas próximas reuniões.
Todo mundo que acompanhou o primeiro dia da Rio+20 no Riocentro acha isso pouco demais. É por isso que ele explicou que a Rio 92 fechou um processo, a Rio+20 vai abrir uma nova etapa.
Quer dizer que na reunião de 20 anos atrás houve um longo processo de negociação anterior que permitiu o resultado histórico de duas grandes convenções assinadas — a da biodiversidade e a da mudança climática.
Nesta, agora, tudo chega muito verde; sem trocadilhos. O mundo passará a negociar esses “objetivos de desenvolvimento sustentável”? Sim. É o que está, até agora, garantido no documento. Como na ONU tudo acaba em sigla, eles viraram ODS. E os ODS são o grande trunfo na mão.
Nas conferências climáticas que ocorrem anualmente negociam-se medidas e metas para dois tipos de atitude diante do problema: mitigação e adaptação. O primeiro grupo de ações é para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa; o segundo grupo é para se adaptar às mudanças que já são inevitáveis. Parecem medidas antagônicas, mas são complementares.
Parte do estrago já está feito mesmo. Haverá desertificação de áreas, elevação do oceano, aquecimento da temperatura, eventos climáticos extremos. Melhor se adaptar. Mas o pior pode ser evitado e por isso é preciso limitar o aumento das emissões, ou seja, mitigar.
O chinês Sha Zukang, secretário-geral da Rio+20, explicou que, apesar de serem aparentemente diferentes dessas duas trilhas, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) levarão ao mesmo resultado: adaptação e mitigação. E alertou: “Não se deve subestimar a Rio+20.”
Ao abrir a negociação do grupo preparatório, o presidente dessa negociação, o embaixador Kim Sook, da Coreia do Sul, avisou: “O mundo está nos olhando. Precisamos entregar algo concreto.”
Serão dias difíceis. Durante meses foram feitas várias reuniões desse grupo preparatório. Agora é a última chance: ou eles entregarão um monstrengo cheio de falhas, brancos, colchetes para quem toma decisão ou chegarão com algum consenso que possa ser apresentado como vitória.
O tempo corre contra. Eles se reúnem a portas fechadas. A imprensa já está chegando de vários países do mundo, como se pode notar pelos idiomas falados nas salas de imprensa do Riocentro. Outras aflições e emergências, como a crise europeia, estão assombrando o mundo, mas esta é uma reunião que não será ignorada.
A chanceler Angela Merkel não vem. Está ocupadíssima, como se sabe, tentando segurar uma moeda que corre o risco de implosão.
O presidente Barack Obama não vem. Erro de cálculo dele. Quem acha que mudança climática não é problema, ou por não acreditar nela ou por não levar os riscos a sério, é eleitor do adversário de Obama. Os militantes de causas ambientais mais apaixonados votaram nele há quatro anos, ficaram decepcionados com sua atuação em Copenhague e gostariam que ele viesse ao Rio.
Ele está mandando uma delegação importante, liderada pela secretária de Estado, Hillary Clinton, o chefe das negociações climáticas, Todd Stern, e a chefe da EPA, a Agência de Proteção Ambiental. Além do marido de Hillary, o Bill.
Mas não, Obama não podia ignorar o clamor, porque esse desdém é contraditório com o discurso que fez na primeira campanha.
Esta é a mais vasta reunião da ONU sobre o tema. Cinquenta mil pessoas participarão de eventos só no Rio. Há eventos em outras cidades.
O Brasil inventou uma novidade. Convocou representantes da sociedade civil para dentro da programação oficial. Em dez temas haverá dez representantes de entidades do mundo inteiro. O processo de escolha de quem participaria desses “diálogos” foi feito de tal forma que houvesse diversidade. “Não queríamos que houvesse apenas louros dos olhos azuis”, me disse um diplomata brasileiro.
Duas mil pessoas se inscreveram, pelas redes sociais, para assistir aos debates que apresentarão recomendações aos chefes de Estado. Não é nada, não é nada, democracia se faz assim.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Não se faz ciência com dados falsos.

Enquanto a turma se diverte às nossas custas na Rio + 20, persistem duas versões que sintetizam o debate (ele existe apesar da mídia, ong's e políticos oportunistas) sobre o aquecimento global. Apenas veja, preste atenção e pare de comer na mão es celebridades que não plantam o que comem, o que bebem, o que cheiram ou o que fumam.



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Verdades que a Gisele não conhece. Nem poderia.

Carta aberta à presidente Dilma Rousseff


Se voce não é um idiota completo já percebeu que nos últimos meses vem sendo bombardeado diariamente pela propaganda alarmista dos carbofóbicos. A mídia inteira, liderada pela TV Globo, está dizendo que voce está sobrando no planeta. Já que a lotação está esgotada, imagine quem fica de fora do bonde.  O texto abaixo não foi divulgado, o Fantástico não falou nele, o Jornal Nacional desconhece, os jornalões nem desconfiam, mas foi elaborado, assinado e divulgado por CIENTISTAS brasileiros que parecem entender um pouco mais de clima do que Gisele Bundchen.


Mudanças climáticas: hora de recobrar o bom senso

Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil
Excelentíssima Senhora Presidente:
Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.
Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.
1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:
A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico – anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.
Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático – e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.
A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.
O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.
Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.
Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.
Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.
Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos – equivalente a 4 m por século.
Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.
Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.
2) A hipótese “antropogênica” é um desserviço à ciência:
A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.
A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência “burguesa e antirrevolucionária”. O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do “lysenkoísmo”, que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.
Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.
Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios “a fio d’água”, impostos pelas restrições ambientais).
A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).
3) O alarmismo climático é contraproducente:
O alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.
No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.
Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas.
Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.
No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.
4) A “descarbonização” da economia é desnecessária e economicamente deletéria:
Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da “descarbonização” da economia, ou “economia de baixo carbono”, se torna desnecessária e contraproducente – sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.
O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar – ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.
Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.
5) É preciso uma guinada para o futuro:
Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar – de uma forma inteiramente sustentável – os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.
Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.
A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.
Kenitiro Suguio
Geólogo, Doutor em Geologia
Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)
Membro titular da Academia Brasileira de Ciências
 
Luiz Carlos Baldicero Molion
Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas
Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
 
Fernando de Mello Gomide
Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)
Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)
 
José Bueno Conti
Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Autor do livro Clima e Meio Ambiente (Atual, 2011)
 
José Carlos Parente de Oliveira
Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera
Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)
 
Francisco Arthur Silva Vecchia
Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia
Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (USP)
Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)
 
Ricardo Augusto Felicio
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
 
Antonio Jaschke Machado
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
 
João Wagner Alencar Castro
Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia
Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ
 
Helena Polivanov
Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental
Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
 
Gustavo Macedo de Mello Baptista
Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia
Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)
Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)
 
Paulo Cesar Soares
Geólogo, Doutor em Ciências e Livre-docente em Estratigrafia
Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
 
Gildo Magalhães dos Santos Filho
Engenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia
Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)
 
Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco
Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM
Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências
 
Daniela de Souza Onça
Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia
Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
 
Marcos José de Oliveira
Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)
 
Geraldo Luís Saraiva Lino
Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede
Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)
 
Maria Angélica Barreto Ramos
Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico d Brasil – CPRM
Mestre em Geociências – Opção Geoquímica Ambiental e Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências

terça-feira, 12 de junho de 2012

Vai começar o espetáculo da maior farsa científica da história. Ocupem seus lugares, otários!

Se voce não é um bobão "salvador" do planeta, um político oportunista, um ongueiro vagabundo ou um "cientista" querendo uma bolsa para uma viagem de estudos, deveria ler com atenção o cerne do pensamento de especialistas como Ricardo Augusto Felício. Há milhares de outros pesquisadores que enfrentam na boa os catastrofistas carbofóbicos adeptos da igreja do aquecimento global antropogênico. É só ler os dois lados e verá quem está com a razão.

O texto abaixo foi retirado DAQUI

A pouco mais de um mês para a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, o professor Ricardo Augusto Felício é a "água no chope" de qualquer tese ambientalista, a ponto de dizer que o aquecimento global é "história para boi dormir", que o protocolo de Kyoto "é uma grande besteira" e que Al Gore, o ex-vice-presidente americano que fez o documentário "Uma Verdade Inconveniente", sobre os perigos da elevação das temperaturas no planeta, não passa de um "sem-vergonha".

O que mais intriga em Felício, e que serve como contraponto ao espírito de conservação ambiental e de políticas de sustentabilidade tão em voga, é que o seu discurso é embasado em estudos e, claro, na sua formação específica: é bacharel e mestre em meteorologia da Antártida, onde já esteve para duas temporadas de pesquisas, além de doutor em climatologia da Universidade de São Paulo.

Ele repudia a existência do aquecimento global e afirma, com toda a convicção, que buraco na camada de ozônio é algo equivocado, pois sem a incidência do sol, ela simplesmente não existe, é um estado transitório. Sempre com argumentos fortes. "Não é teoria da conspiração, é mentira mesmo. São vários os interesses. O discurso da mídia está sempre pautado no medo, na morte e no futuro. A gente fica evocando os maiores medos da humanidade", explica.

Vinte anos após a Eco92, o Brasil, e especificamente o Rio de Janeiro, volta a ser o centro das atenções em temas relacionados ao meio ambiente e suas políticas a partir do mês que vem. Para o professor, porém, tudo não passa de "uma grande mamata". "A cada 20 dias tem uma reunião num lugar exótico: você não adoraria viajar? Copenhague no Natal? Show!", afirma.

Confira a seguir a entrevista exclusiva do Terra com o climatólogo da USP.

Terra: Quer dizer que essa história toda de aquecimento global é pura balela?

Ricardo Felício: É história para boi dormir. Primeiramente, pela hipótese que se utiliza: essa história toda de efeito estufa, que aí incrimina o gás CO2, aquele que alimenta toda a nossa vida, e está entre os que absorvem a radiação infravermelha, deixando a Terra ainda mais quente. Mas isso aconteceu sempre em toda a história do planeta. A taxa de CO2 é extremamente pequena, em torno de 0,033% a 0,035%. É tão ridículo! E estamos falando de todo o CO2 do planeta. Para você ter uma noção, a atividade humana é menor que a dos insetos. Não dá para engolir mais essa história. É uma física impossível. Se isso acontecesse os cientistas já teriam montado algum equipamento nesse sentido, justamente para captar essa energia extra, você não acha?

Terra: Sinceramente não sei, mas estou ouvindo sua tese.

Felício: O climatólogo canadense Timoth Oke (outro famoso por contrariar a tese coletiva do aquecimento global) dizia que nós confundimos essa ideia de green house (casa verde) com glass house (casa de vidro). Porque a energia entra naquela casinha de vidro, esquenta o ar, mas ele não sai lá de dentro. O efeito estufa é um efeito que diminui, ou até anula a dinâmica de fluído de atmosfera. Você está dentro do carro, com vidro fechado: você vai morrer porque você está com calor. Abriu o vidro, caem 20 graus quase que automaticamente.

Terra: E os outros gases, como os CFCs?

Felício: Essa besteira que inventaram que foi o protocolo de Montreal, que antecedeu outra besteira chamada protocolo de Kyoto, fala que não pode ter. Criaram até delegacias nos Estados Unidos para não se usar CFC. Você torna o gás um vilão, que quem usa tem que ser preso para não destruir a camada de Ozônio. Chegou-se ao ponto de se confiscar produtos, como desodorantes, que usavam esse gás. Resumidamente, é queda de patentes: é um gás altamente benéfico para a indústria, não reage com nada. Quando ele cai no mar, as próprias bactérias o destroem, segundo o último artigo científico que li. A quantidade de CFC é irrisória.

Terra: Mas não causa buracos na camada de ozônio?

Felício: Mudança climática não é ciência consolidada. Lá na Inglaterra já está saindo do currículo escolar. Mas para nós aqui, que somos país de terceiro mundo, continua se ensinando esta besteira. O que existe na atmosfera é nitrogênio e oxigênio. O tal do ozônio é um estado transitório quando a energia solar incide sobre a atmosfera. O ultravioleta categoria C, por propriedades da molécula, age sobre o O2. É bem simples o que eu vou dizer: ele reage, e gera o ozônio. Ele é transitório. Quando não tem energia, não forma. Sem sol, não tem camada de ozônio. É um ciclismo rápido. Quando não tem luz, não tem ozônio.

Terra: Você já viu, certamente, o documentário "Uma Verdade Inconveniente", do ex-vice-presidente dos EUA, o Al Gore?

Felício: Ele é um sem-vergonha! Ele é dono da bolsa climática CCX (que cuida de créditos de carbono), que está caindo por chão, porque sua história é irreal. O filme e o livro são proibidos de entrar nas escolas do Reino Unido. A alta corte britânica proibiu, você sabia disso? Porque tem pelo menos 10 inverdades ali. Aqui você vai a qualquer escola e tem gente ensinando e falando do filme daquele desgraçado.

Terra: Quais inverdades são essas?

Felício: Uma é a do próprio efeito estufa, ao mostrar que os efeitos meteorológicos estão ficando severos. Poxa, gente de velha guarda dos Estados Unidos que estuda tornados e furacões há décadas mostra que isso não existe. É o processo da desinformação. Colocam um cientista político corrupto por trás, que vai na história que você quer escutar. Eu estudo há anos a Antártida e já estive lá duas vezes. Os anos de 2007 e 2009 foram os mais frios, quebrou-se recorde de 1941. Justamente no ponto em que eles dizem que mais se aquece, que é a península Antártida. O pessoal do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que trabalhava sério com as informações de meteorologia, nos últimos 15 anos mostrou que a temperatura estava baixando. Só que fecharam a estação deles! Quando a informação não convém, fecha-se.

Terra: Acho que algumas pessoas que lerem essa entrevista vão ter a impressão de que você fala de uma teoria da conspiração.

Felício: Não é teoria da conspiração, é mentira mesmo. São vários os interesses. Você vai me desculpar, mas o discurso da mídia está sempre pautado no medo, na morte e no futuro. As pessoas vão morrer! A gente fica evocando os maiores medos da humanidade.

Terra: Você está dizendo, fazendo um comparativo, que a ideia de aquecimento global é igual a dos armamentos de destruição em massa que o ex-presidente americano George W. Bush usou como justificativa para invadir o Iraque? Ou seja, a teoria do medo?

Felício: Exatamente. É o controle das pessoas. Você justifica qualquer ação governamental com isso. Esses caras estão passando por cima de tudo, estão legitimados porque estão salvando o planeta. Você está abrindo precedentes para se salvar o planeta. Passa por cima de lei, de controle de recursos naturais. O medo legitima a implementação de qualquer coisa, e ainda serve de desculpa que não deu para fazer algo que deveria ser feito. Teve enchente? Poxa, desculpa, quem mandou você usar o seu carro? Mudou o clima do planeta: se você não usar a sua lâmpada de led você vai ter um desastre de enormes proporções. Agora inventaram até essa história de proibir sacolinha plástica (a distribuição em supermercados) para obrigar as pessoas a gastar mais dinheiro.

Terra: Você também é contra isso? Mas o plástico demora mais de 100 anos para se degradar no ambiente.

Felício: O planeta é muito mais sofisticado do que a gente acha. Já existem vários mecanismos na espreita aproveitando a oportunidade. Já ouviu falar das leveduras negras? São bactérias que comem até petróleo. Esse papinho que não pode usar plástico é bomba relógio elitista, porque os pobrezinhos não vão poder mais usar. Vai fazer as pessoas gastarem dinheiro para se comprar plástico? É uma sem-vergonhice! Daqui a pouco vão falar que o aquecimento global começou com as sacolinhas. Temos tecnologia para chegar no lixão e eliminar o plástico. Poxa, já temos bactéria que come até petróleo! É a velha máxima: 'Está com dor de cabeça? Corta a cabeça'.

Terra: Por que não usaram essa tal levedura no derramamento de óleo do golfo do México, então?

Felício: É como eu disse: tudo uma questão de interesse. Sempre é assim. Já estou abstraindo dessas coisas. Não dá, cara.

Terra: O que você acha da Conferência das Nações Unidas para Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorre agora no próximo mês de junho?

Felício: Minha opinião é a pior possível: a (premiê alemã Angela) Merkel não vem, um monte de gente não vem. O que vamos deixar para os filhos? Rio+50, Rio+infinito? Isso é literalmente manter as colônias daqui sob o domínio europeu. Em 1492 vieram com o espelhinho vender para gente, agora vêm com essa mentira. É a 'mamata', meu velho. A cada 20 dias tem uma reunião num lugar exótico: você não adoraria viajar? Copenhague no Natal? Show! (sobre o último grande encontro climático mundial na capital dinamarquesa, em dezembro de 2009). Nunca vamos resolver esse problema porque é a 'mamata' e não precisa de nenhum cientista para falar isso. O mito tem poder porque as pessoas acreditam. Aí eu quero ver quem é que vai por o nomezinho para se responsabilizar. Em ciência, quem faz afirmação é que tem que provar. Isso é um princípio, o cético não tem que provar, a gente pede a prova. Não tem prova nenhuma, isso que é o pior.

Não tem medo de estar totalmente enganado?

Felício: Nenhum mesmo. Não dá mais. O planeta vai fazer o que quiser e danem-se vocês seres humanos. Quando eu quiser fazer nevasca, vou fazer, e quando tiver tsunami vocês correm com os rabos no meio das pernas. Veja como é curioso: os cientistas sempre têm uma solução desde que você pague por elas. O cético fala para você não fazer nada, e não pagar nada. Não estou falando para você pagar algum produto meu.

Terra: E se daqui a alguns meses você escrever um livro falando sobre tudo isso? Não será também, de certa forma, por interesse?

Felício: A pior coisa para um cientista é ter que fazer isso. Passo o bastão para quem quiser. Queria ficar no meu cantinho, fazendo minha pesquisa, trabalhando sossegado. Mas é muita patifaria. Sou humanista, não um marxista. É o destino da humanidade por outro viés. O planeta vai muito bem, obrigado. Vai continuar por aqui quando nós já tivermos desaparecido. Já tem um monte de livros aí na praça, gente muito melhor do que eu. Procura na internet. São 35 mil oceanógrafos, meteorologistas dos EUA. Muita gente que não aceita essa hipótese. Não tem mais o que falar: tem que encerrar esse assunto. São dois mil anos de assunto, chega! Temos que nos preocupar em resolver os assuntos da humanidade, como os recursos hídricos para resolver a condição das pessoas na seca.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

O (des)aquecimento global resolveu aparecer na Rio + 20.

Está no  Globo

Região Sul terá frio, chuva e neve, entre quarta e sexta-feira

Massa de ar frio vinda da Argentina avança, derrubando as temperaturas que já estão baixas

SÃO PAULO – Os estados da Região Sul vão sofrer com frio, chuva e até neve nos próximos dias. Nesta quarta-feira uma massa de ar frio vinda da Argentina avança sobre a região, derrubando as temperaturas que já estão baixas. De acordo com o meteorologista Marcelo Pinheiro, do ClimaTempo Meteorologia, deve nevar nos municípios catarinenses e gaúchos da região de Serra e na divisa do Rio Grande do Sul com o Uruguai.

- Também deve gear do oeste do Rio Grande ao oeste do Paraná – explica Pinheiro.

Na terça-feira, tanto Porto Alegre como Florianópolis registraram as menores temperaturas de 2012. A capital gaúcha registrou 6,7ºC de madrugada, na região do Jardim Botânico, zona norte da cidade. O recorde anterior de frio era de 7,3ºC, em 14 de maio. Na capital catarinense, foi registrado 17,2ºC na medição do Instituto Nacional de Meteorologia. O recorde anterior de menor temperatura máxima este ano era de 19,8ºC, em 26 de abril. Nos próximos três dias estão previstas temperaturas de 1.0ºC negativo em Porto Alegre, 5,0ºC em Florianópolis e 1,0ºC em Curitiba.

Na capital paranaense, chove há mais de 24 horas sem parar. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou um acumulado de 106,8 milímetros entre 9 horas do dia 4 e 9 horas de 5 de junho. Foi a maior quantidade de chuva em 24 horas dos últimos 5 anos, comparável apenas aos 106,6 milímetros registrados entre 19 e 20 de janeiro de 2007.

- A chuva deve durar até quinta em Curitiba e região. Depois deve parar. Mas na sexta-feira vem a geada – diz o meteorologista.

Em São Paulo, a temperatura diminuiu ainda mais nesta quarta-feira. O feriadão será marcado por temperaturas baixas e tempo ainda muito úmido. Pelo menos até o sábado, a temperatura na cidade de São Paulo não deve mais superar os 20ºC e a sensação de frio será constante. Entre os dias 7 e 9 pode ocorrer novo recorde de menor temperatura máxima deste ano.

No Rio, o tempo também já virou. De acordo com o Climatempo, o tempo ficará muito instável no Rio de Janeiro nos próximos dias. O ciclone extratropical deve avançar pelo litoral Sul e Sudeste do país, o que vai provocar a queda da temperatura no Rio. A previsão é de chuva com vento intenso já a partir de quinta-feira.


Retratos da mediocridade.

No texto abaixo, o eminente jurista Ives Gandra Martins expõe com objetividade a marcha de privilégios a que está submetida a sociedade brasileira. Certamente a maioria dos brasileiros assinaria seu artigo, sem contar que se ele fosse proprietário rural e pertencesse à classe média teria mais dois motivos para se revoltar. Infelizmente vivemos sob a ditadura das minorias organizadas. É a era da mediocridade que não tem fim. Que tempos!

Sou branco, honesto, contribuinte, eleitor e hetero... Para quê???

Ives Gandra da Silva Martins*

Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria!

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', porque cumpre a lei.

Desertores, assaltantes de bancos e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

( *Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo ).

terça-feira, 5 de junho de 2012

Chamada de Trabalhos Científicos.


Esta eu copiei do daqui. Quem tiver alguma evidencia científica do aquecimento global antropogênico pode aproveitar a Rio + 20 e, além prencher o vazio da lousa, ficar famoso e rico. Quem sabe ganhar um Nobel como o que Al Gore ganhou com o filminho mais vagabundo da história. Catastrofistas de toda espécie são bem vindos.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A sapucaia da Gisele.



Amanhã é o dia mundial do meio ambiente. A turma que não planta o que come está alvoroçada. Eles precisam fazer algo para salvar a Rio + 20 e seus negócios tão verdes quanto uma nota de dólar. Depois da Cristiane Torloni, Camila Pitanga e Leticia Sabatella,  foi a vez da "especialista" em climatologia Gisele Bundchen dizer oi para a galera. Celebridade que se preza tem que se ajoelhar perante o altar dos carbofóbicos. Desta vez a musa das passarelas plantou uma sapucaia no quintal da conferência. Pronto. De agora em diante sempre que comer um bife vou lembrar da sapucaia da Gisele. Nada mau.

Ex-astronautas e cientistas da NASA repudiam o catastrofismo da seita do Aquecimento Global

Foi publicado pelo diário "The Washington Examiner" um documento assinado por mais de 50 cientistas e ex-astronautas da NASA pedindo que o órgão abandone o viés catastrófico de suas publicações e declarações relativas às mudanças climáticas. Eles acham que a reputação da NASA está sob risco. Em um trecho os cientistas afirmam:

"A defesa desenfreada de CO2 como a principal causa da mudança climática não é coerente com a história da NASA de fazer uma avaliação objetiva de todos os dados científicos disponíveis antes de tomar decisões ou fazer declarações públicas."

Enquanto isso, por aqui os "especialistas" de redações e botequins tentam salvar a Rio + 20 pressionando o parlamento e o governo, induzindo-os a entregar o país aos interesses internacionais.



domingo, 3 de junho de 2012

Sua faxineira entrou na classe média. Não sabia?

Quando a dona Dilma assumiu o cargo e prometeu acabar com a pobreza eu fiquei na dúvida mas pensei que estava ali uma boa intenção. O que eu não imaginava é que seria tão fácil. Bastou mudar os limites de renda e pronto, a pobreza desapareceu, todos entraram na classe média.. É como tratar uma febre quebrando o termômetro. Tem uma turma querendo usar o mesmo truque para provar que o IDH, o PIB etc não servem para medir o desenvolvimento. Pretendem criar um termômetrozinho viciado para provar que o povo da floresta é mais desenvolvido que o de Ipanema. Em post de hoje Augusto Nunes trata da mágica governamental.