quinta-feira, 12 de novembro de 2009

José Carlos de Azevedo na Câmara dos Deputados



Conforme informei anteriormente, o Professor José Carlos de Azevedo, PhD em física e ex-reitor da UnB participou de audiência pública hoje na Câmara dos Deputados, para discutir alterações no Código Florestal. Sentado bem em frente ao Deputado Gabeira  fez algumas afirmações que merecem a refutação, se for possível, dos fanáticos catastrofistas-aquecimentistas. Enumero as principais.

1. Não existe uma ciência do clima, portanto não há modelos que consigam prever as alterações de médio e longo prazo.
2. O clima da terra é determinado a nível estratosférico e por uma série de fatores que não tem anda a ver com a ação humana, sendo o sol o mais importante agente.
3. Não há uma temperatura global. As variações, as condições e os lugares onde são medidas não permitem que a média calculada represente uma temperatura global.
4. Tanto quanto se sabe o clima da terra já mudou várias vezes sem que houvesse emissões de CO² antropogênicas. Estamos em um período interglacial e em longo prazo a terra vai esfriar.
5. O CO² não é maléfico. Sem ele não haveria vida animal nem vegetal. Além disso, ele representa apenas 0,28% dos GEE.
6. O meio ambiente deve ser cuidado, os recursos usados de modo parcimonioso, as florestas preservadas tanto quanto possível etc.etc.etc. Mas não por causa do aquecimento global, pois este não existe.
7. O IPCC na faz ciência. Ele compila produção científica e filtra-a de modo a sustentar as decisões políticas de seus líderes.

E então? Lá ninguém se atreveu.

O áudio de todo o debate está disponível aqui

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