segunda-feira, 25 de julho de 2011

Um pouco de IPCC não faz mal a ninguém

Todo mundo já ouviu falar do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, mais conhecido pela sigla (em inglês) IPCC. É o organismo que escreve e reescreve através de seus relatórios a "bíblia" das mudançs climáticas. Com base neles os governos nacionais e a própria ONU se guiam, recomendam programas, estipulam metas, fazem acordos, estabelecem financiamentos e subsídos... enfim, decidem, ou, pelo menos pretendem decidir o futuro do planeta. Bilhões e bilhões de dólares dependem da sua mais importante declaração, da qual decorrem todas as outras sustenta a "teoria" do aquecimento global antropogênico. O último relatório saiu em 2007. Vem outro por ai.

O que nem todos sabem é como os cientistas do IPCC "encontram" os elementos necessários para a suas conclusões. É o seguinte: Divididos em três grupos eles analisam exaustivamente tudo o que foi publicado em revistas científicas a respeito das mudanças climáticas, são os peer-reviewed. Como em qualquer trabalho acadêmico, as referências indicam os trabalhos examinados. Ao final, os cientistas do IPCC fazem seus relatórios. Ou seja, a credibilidade das conclusões do IPCC depende da credibilidade dos trabalhos científicos examinados.

Pois bem. Um projeto liderado por Donna Laframboise do qual participou um grupo de 43 cidadãos voluntários de 12 paises resolveu fazer uma espécie de auditoria a partir das referências do último relatório do IPCC. Tchan, tchan, tchan, tchan... Nada menos que 5.587 referências NÃO SÃO peer-reviewed! São comunicados de imprensa, jornais e revistas, documentos de discussão, documentos de grupos de trabalho e literatura produzida por grupos ambientais. Literatura cinzenta, sem valor científico.

Pronto. Aposto que isso voce não sabia sobre o IPCC, né?

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