segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Uma história Severina - o filme.

Ong's e militantes abortistas costumam exibir o curta de Débora Diniz e Eliane Brum "Uma historia Severina" (aqui) como um libelo contra as leis brasileiras que proibem o aborto que, no caso de Severina teve que ser julgado pelo Superior Tribunal Federal. O roteiro do filme de 23 minutos é o sofrimento de Severina e Rosevaldo, os pais do feto anencéfalo que, ao final, foi abortado pelo próprio Estado nos termos da Lei. O documentário ganhou vários prêmios nacionais e internacionais entre 2005 e 2006.

O foco do documentário é a mãe, Severina, que ao longo de sete meses  aguardou a definição legal para um caso que se arrastou entre apreceres e decisões que se anulavam até obter o despacho final do STF consentindo com a interrupção da gravidez.

Em que pese todo o esforço para demonstrar o martírio do casal, a cena que guardo é a exclamação que faz Severina ao ver o feto morto, de si extraído com a assistência médica compatível. Meu filho! Em um segundo e em duas palavras Severina desmancha todo o roteiro abortista que seguiu e protagonizou ingenuamente.

Detalhe: O filme foi patrocinado pela Fundação Ford, conhecida por financiar programas de controle de natalidade.

Um comentário:

  1. Muito bom, ela não é médica, não é da área de saúde. É antropóloga, metida nas questões da anencefalia e do aborto.
    Por que a Debora Diniz tem tanto interesse que o aborto seja aprovado no Brasil?
    Ela é filhote da Fundação Ford. Comunga dos mesmos ideais abortistas e lucrativos $$$$.
    E o STF não vê quem é esta mulher, que dita normas em prol do FALSO sofrimento das mães. Levantando a bandeira da legalização do aborto. Se hoje morrem mulheres com os abortos clandestinos, legalizar este infanticídio não é solução, Debora Diniz. Talvez seja solução apenas paro o seu bolso. Se aprovado o aborto aí sim teremos sérios problemas de saúde pública, mortes, problemas de depressão, suicidios, inflamações no aparelho reprodutor, entre outros. E quem vai cuidar destas mulheres depois do aborto? O Estado ou a Fundação Ford?

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