terça-feira, 27 de outubro de 2009

QUEM CHEIRA, MATA. QUEM TOLERA A DROGA É CÚMPLICE.


O principal argumento do esquerdismo chapado em defesa da legalização, da descriminalização, afrouxamento do controle, aumento da tolerância... seja lá o que for, em relação ao consumo e tráfico de drogas é que depois de muito tempo e dinheiro gasto no combate a situação apenas piorou.

COMENTO

O sujeito inicia uma dieta, corta uma série de alimentos prejudiciais à saúde, faz exercícios regularmente e depois de alguns anos chega ao médico e diz que continua pesando os mesmo 120 quilos de antes do regime. De que adiantou, se não conseguiu emagrecer? Um bom médico diria: Já pensou se não tivesse feito tudo isso? Estaria com 240, certo?

Pois é o que se pode dizer aos dementes que por interesse próprio ou por falta do que fazer planejam abrir as portas das escolas e de nossas casas para o traficante apenas porque ele é “pequeno”. Como se fossem inofensivos.

Se em nenhum lugar do mundo houve um combate eficiente ao narcotráfico e ao uso de drogas talvez seja porque lhe cabe em nossa sociedade um lugar marginal, porém efetivo. Estou, como cidadão, disposto a considerar isto como um dado, mas não estou de jeito nenhum interessado em que bata à minha porta livremente.

Tenho uma filha de doze anos. Sei os riscos aos quais está exposta. Não são poucos. Não pretendo que sejam multiplicados sob os auspícios de um estado leniente e incapaz, apenas porque alguns dementes de uma esquerda atrasada se pretendem inovadores. Eles que levem suas filhas aos bailes funks e as apresentem aos “pequenos traficantes” inofensivos. Ou os leve (os traficantes) para dentro de casa e cheire com eles uma carreirinha básica “inofensiva”.

Estou fora. Quero estado, polícia no morro, na favela, no centro, na rua, na fazenda, na casinha de sapê. Quero policia na fronteira e policia na polícia. Quero uma diplomacia que não seja cúmplice do Evo Morales que está assentando 4.000 plantadores de coca bem na fronteira com o Acre. Onde acham que irá bater o pó lá produzido?

Temos que reagir a tudo isso.

2 comentários:

  1. Prezado Valter,
    Realmente no Brasil estamos vendo fatos estarrecedores. Todo mundo se coloca em uma minoria que quer mais direitos. É assim com os negros, com os homossexuais, agricultores, entre outras milhares de “categorias” e agora até traficantes, usuários e afins. Não sei onde vamos parar. Hoje pegamos estudantes, artistas, políticos e vários outros dementes usuários de drogas e daqui a pouco estão nas ruas nas passeatas da paz... A pergunta é: como que esse cidadão pode estar em uma passeata pedindo paz se é ele mesmo que financia toda essas atrocidades que estão acontecendo? E ainda querem afrouxar, liberar, e ainda temos ministros porras loucas que defendem esse tipo de coisa.
    Quero te parabenizar pelos textos, muitos esclarecedores.

    Abraços
    Rogério Lima

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  2. Rogério
    Obrigado pela visita. Pena que muitos, com medinho da patrulha do politicamente correto, calem-se. Enquanto isso a marginalidade cresce e agradece.

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