sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Ciência sem debate não é Ciência!


                                                        Luis Carlos Molion

Começa o colapso das teorias catastrofistas.

COMENTO

A confirmação de que as temperaturas médias globais estão caindo fez-me lembrar dois documentos científicos que apesar de importantes foram praticamente ignorados pela mídia que, na quase totalidade, apenas bate bumbo para os catastrofistas do Al Gore.

O primeiro, produzido por cientistas brasileiros, foi entregue ao Ministro da Ciência e Tecnologia em fevereiro de 2008 por Fernando Mendonça - criador e primeiro presidente do INPE, José Carlos Azevedo - ex-Reitor da UNB, e Luis Carlos Molion – pesquisador sênior do INPE (aposentado) e um de nossos melhores cientistas. O documento trata de contestar as conclusões do IPCC. Destaco um pequeno trecho de suas conclusões.

“O que nós queremos é mais democracia para debater o assunto, só uma voz tem lugar na imprensa hoje”.

O outro foi produzido pelo NIPCC – Nongovernmental International Panel on Climate Change (Painel Internacional Nãogovernamental de Mudança Climática), entidade criada para trazer ao debate, à razão e ao equilíbrio a questão do propalado aquecimento global, francamente dominado por setores alarmistas instalados na mídia, ong’s e governos. O documento foi apresentado em fevereiro de 2008, assinado por dezenas de cientistas do campo da climatologia. É endossado por Frederick Seitz, President Emeritus - Rockefeller University, Past President - National Academy of Sciences, Past President - American Physical Society, Chairman - Science and Environmental Policy Project. Destaco, igualmente, um trecho de suas conclusões.

“It is regrettable that the public debate over climate change, fueled by the errors and exaggerations contained in the reports of the IPCC, has strayed so far from scientific truth. It is an embarrassment to science that hype has replaced reason in the global debate over so important an issue.”


Traduzindo: “É lamentável que o debate público sobre as mudanças climáticas seja alimentado pelos erros e exageros contidas nos relatórios do IPCC que se afastou para longe da verdade científica. É um embaraço para a ciência que a campanha publicitária tenha substituído a razão no debate global sobre um assunto tão importante.”

Pois bem. Apesar de tudo, aos poucos, nas brechas forçadas pela realidade que teima em se impor, os falsos consensos começam a ser questionados. Sinal disto, a reunião que aconteceu em 22 de setembro passado, no MCT quando o Grupo de Trabalho sobre Matriz Energética realizou um colóquio sobre Mudanças Climáticas e Convenções Internacionais sobre o Meio Ambiente com a presença de especialistas e representantes de ONGs para subsidiar os conselheiros que participarão da 2ª Mesa Redonda da Sociedade Civil UE – Brasil.

Presente à reunião, o conhecido físico brasileiro Luis Pinguelli Rosa foi enfático. “Tudo isso tem o objetivo de manter o sistema de exploração dos países pobres para sustentar o luxo e o desenvolvimento dos monopólios e conglomerados situados nos países ricos, que se servem dos trabalhos prestados por pessoas bem intencionadas, mas que não percebem o que há por trás de toda esta manipulação.”

Como se vê, muita gente boa não sucumbiu à ideologia algoreana. Alvíssaras!

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