quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A caneta da estupidez carbofóbica faz vítimas no Acre.

Leio nos jornais acreanos que por lá as autoridades liberaram o corte raso de 1,0 hectare em áreas de seringal sem, contudo, autorizarem a queima para posterior limpeza, preparo e plantio. Com perdão da analogia, eles não sabem o que fazem. Falta-lhes bom senso e conhecimento técnico, sobra-lhes estupidez e fé na religião do aquecimento global antropogênico. A cantilena que fabrica líderes em Brasília e Londres faz suas vítimas no interior da Amazônia.


Aproveito para sugerir que leiam, estudem e abram a mente para o debate que, diferentemente do que propalam os carbofóbicos, não está encerrado. Pelo contrário. O fato incontestável de que nesta década as temperaturas globais estão estacionárias enquanto crescem as emissões de CO² derruba qualquer teoria alarmista.


Por exemplo, foi publicado ontem, dia 10/08 pelo Blog Heartland um excelente artigo da organização, o Institute Heartland, que trabalha com economia e, por motivos econômicos, resolveu tratar da questão climática. Merece ser lido por todos  que se interessam pelo tema. De inicio, coloca os pontos no is.

"A queima de combustíveis fósseis para gerar energia produz dióxido de carbono (CO2), um gás de efeito estufa que, todo o resto igual, poderia levar a algum aquecimento do clima global. A maioria dos cientistas acredita que a Terra experimentou um pequeno aumento na temperatura durante a segunda metade do século XX, mas eles não tem certeza sobre a importãncia da participação das atividades humanas.
 
As questões importantes do ponto de vista de política pública são: Quanto do aquecimento é natural? Como estamos certeza que ele vai continuar? Se continuar, o aquecimento é benéfico ou prejudicial?
 
As respostas, em resumo, são: Provavelmente dois terços do aquecimento na década de 1990 foi devido a causas naturais, a tendência de aquecimento já parou e as previsões de aquecimento futuro não são confiáveis, e os benefícios de um aquecimento moderado são susceptíveis de compensar o custos."
 
Mais adiante o texto trata do "consenso científico" em que se baseiam os alarmistas do clima.
 
"A ciência não avança por "consenso". Um único cientista ou estudo pode refutar uma teoria que é abraçada pela grande maioria dos cientistas. A busca de um consenso é na verdade parte do que os filósofos chamam de "ciência pós-normal", que não é realmente ciência. Ainda assim, muitas pessoas perguntam: O que os cientistas acreditam?
 
A maioria das pesquisas citadas por aqueles que afirmam que existe um consenso respondem perguntas que são demasiado vagas para resolver a questão. É importante distinguir entre a afirmação de que o aquecimento global é uma crise e as declarações semelhantes, mas muito diferentes, de que o clima está mudando e que há um impacto humano sobre o clima. O clima está sempre mudando, e todo cientista sabe disso. Nossas emissões e alterações da paisagem certamente tem impactos sobre o clima, embora sejam muitas vezes locais ou regionais (como ilhas de calor) e pequenas em relação à variação natural.
 
É fácil encontrar evidências de que os cientistas discordam sobre a mudança climática. O site Mudanças Climáticas Reconsidered cita milhares de artigos publicados em revistas peer-reviewed que desafiam os pressupostos básicos da AGW ( Idso e Singer, 2009 ). Mais de 30.000 cientistas assinaram uma petição dizendo que não há ameaça que o aquecimento global antropogênico representa uma ameaça para a humanidade ou a natureza.
 
Os alarmistas costumam citar um artigo de Naomi Oreskes que pretendia demonstrar que praticamente todos os artigos sobre aquecimento global em revistas apoiam o consenso. Mas um estudo não menos rigoroso realizado por Benny Peiser, examinou resultados d​​os resumos de 1.117 artigos de revistas científicas em "mudança climática global" e encontrou apenas 13 (um por cento) que endossam explicitamente a "visão de consenso", enquanto 34 rejeitar ou tem dúvidas sobre a visão de que a atividade humana tem sido o principal impulsionador do aquecimento nos últimos 50 anos. A pesquisa mais recente de Klaus-Martin Schulte de 928 trabalhos científicos publicados a partir de 2004 a fevereiro de 2007, descobriu que menos da metade explícita ou implicitamente, endossa o consenso e apenas 7 por cento fazem-no explicitamente ( Schulte, 2008 ).

Como se vê, na questão climática, nem o "consenso científico" é verdadeiro. Querem impor, sob pretexto falso, uma agenda autoritária. Seria bom que políticos, juízes e promotores que costumam decidir através de MP's e falsas teorias se dessem ao trabalho de ir além do políticamente correto sob o risco de virar balseiro na corrente.

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