quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Faxina na esplanada. Lá se vai mais um... Ponto pra Dilma.

Enfim, o Ministro da Agricultura resolveu montar a égua e se mandar do pasto onde desde os tempos de CONAB andou a fazer estrepulias. O roçado onde, segundo seu o jucázinho irmão do jucazão, "só tem ladrão", vai amanhecer a quinta-feira com menos praga a capinar.

Pra variar, apresenta uma carta onde se declara inocente como um anjo, jacta-se em primeira pessoa de tudo que aconteceu na agricultura nos últimos anos, defende a própria família que a estas alturas quer mais é gozar a riqueza acumulada e acusa forças misteriosas (isso não foi criação do Jânio Quadros?) por sua demissão. Não se poderia esperar que saisse reconhecendo malfeitorias, não é mesmo?

Curioso que a demissão esperada há dias, tenha vindo depois que a dona Dilma disse ao seu mentor, o ex-presidente Lula, que não pretende se candidatar à reeleição. Será que a presidente vai mesmo "partir pra cima" dos corruptos sem se importar com o chororô dos aliados? Faz sentido.

Quem não pensa em eleição não precisa tratar aliados corruptos a pão-de-ló. Quem não pensa em reeleição pode muito bem gritar "está demitido" com qualquer auxiliar sem pensar se o defenestrado é senador ou deputado ou protegido de tais. Quem pensa na nação pode pelo menos tentar limpar o roçado das pragas que comem nossa grana e dão mau exemplo aos nossos filhos. Por não ser candidata, a dona Dilma estaria liberada para fazer a faxina.

Engraçado. Se fizer isso, ganha meu voto. O seu, não?

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