quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Calma. Os extremos climáticos não são culpa do seu bife.

Outro dia, em discussão acadêmica com um desses carbofóbicos que dão mais prestígio à mídia e ONG's do que à ciência (as universidades estão cheias da espécie), ouvi do interlocutor que os extremos climáticos propagados de modo tão ameaçador pela mídia alarmista são a maior prova de que o homem está danando o planeta toda vez que liga o carro pra ir ao supermercado e, com isso, emite CO².

Todos sabem que aos poucos, por falta de provas, ou melhor, desmoralizados pelas provas contrárias, os alarmistas estão abandonando a "teoria" AGA - Aquecimento Global Antropogênico e adotando uma "teoria" igualmente falsa, a MCA - Mudanças Climáticas Antropogênicas. Podem prestar atenção nos discursos daquela turma. É que, como umas vezes faz frio, outras vezes faz calor, uma vezes chove, outras vezes faz neve, umas vezes está calmo, outras vezes tem furacões, não dava pra botar tudo na conta do aquecimento. Tava dificil explicar a quem não pode sair de baixo do edredon que aquilo era aquecimento global. A saída "genial" foi mudar o rumo da conversa para as "mudanças climáticas" de modo que de um jeito ou de outro é tudo causado pelo CO², ou seja, a culpa é sua e de seu bife.

Pois bem. Recentemente, o cientista Tim Ball escreveu um artigo em que afirma "Nós já sabemos que o aquecimento leva o clima a menos extremos". E explica:


A posição da Frente Polar marca a fronteira entre o ar polar frio e o ar quente tropical. Tempestades extremas com nevascas de inverno e chuvas na primavera e outono, incluindo tornados e tempestades de granizo, se formam ao longo da Frente. O número e intensidade dos eventos variam com a diferença de temperatura em toda a frente referido como o Índice Zonal. Como o ar polar se aquece mais do que o ar tropical, o aquecimento global reduziria a diferença e, consequentemente, os extremos climáticos.

Em síntese. Se, por acaso, as emissões de CO² fossem responsáveis por um aquecimento global o resultado seria a DIMINUIÇÃO dos extremos climaticos. Como eles estão aí...

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