quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Faltou aquecimento global para a safra do sul do Brasil.

Deu no Jornal Nacional de ontem que o frio e a chuva no sul mandou pro brejo 2 milhões de toneladas de grãos só no Paraná. No Uruguai e na Argentina as perdas também foram pesadas. Um prejuizo importante para os agricultores e para os crentes do aquecimento global antropogênico. Nunca antes na história deste pais fez tanto frio no sul.

Edição do dia 09/08/2011


09/08/2011 21h48 - Atualizado em 09/08/2011 21h48

Chuva e frio no Sul fazem safra de grãos ser menor do que o previsto


A queda na produção de trigo e milho chega a 2 milhões de toneladas. A Secretaria de Agricultura do Paraná estima um prejuízo de R$ 1 bilhão.

Um levantamento divulgado, nesta terça-feira (9), pela Companhia Nacional de Abastecimento mostrou que a safra de grãos vai ser menor do que se previa por causa da chuva e do frio no Sul do Brasil.

O agricultor Zeca Zardo está desolado. Ele investiu R$ 300 mil e nem um grão de trigo vai sair da lavoura este ano.

A máquina trabalha, não para colher o trigo. Tritura a planta que vai servir de adubo para a próxima lavoura.

“Quando você vê o resultado depois, esse trigo que podia está na lavoura, se transformar em pão e investimento na nossa lavoura mesmo, é uma coisa que deixa você triste”, conta o Zardo.

No Paraná, a combinação de chuvas e geadas teve um efeito desastroso nos dois principais produtos do campo no inverno. A queda na produção de trigo e milho chega a 2 milhões de toneladas. O excesso de umidade fez as espigas apodrecerem.

“Não estava pronto ainda. Agora começou a chuvarada, aí começou a apodrecer”, diz outro agricultor.

Os grãos de trigo não cresceram. E o que escapou da chuva foi atingido pelas geadas. A Secretaria de Agricultura do Paraná estima um prejuízo de R$ 1 bilhão.

O agricultor Jurandir Tomazzi ainda conseguiu salvar metade da plantação. “Tem que aguentar e tocar para o outro ano”, diz.

Por esssas e outras é que a categoria "aquecimento global" (prestem atenção) está sendo substituído nos discursos carbofóbicos por "mudanças climáticas". É que, como os crentes não sabem o que vai acontecer, qualquer evento, calor ou frio, eles faturam como causados pelas emissões do CO². No final não sei se eles irão pagar os pecados na chapa quente ou no polo norte.

Nenhum comentário:

Postar um comentário