segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Os sócios do cavalo-de-pau



Enquanto os fanáticos da igreja do aquecimento global se contorcem para defender os cientistas que falsearam os dados sobre o clima, em um escândalo tido como a maior fraude científica da história, tanto que ganhou o nome de CLIMAGATE, o número 1 do IPCC e número 2 da propaganda escatológica (o número 1 é AL Gore), Rajendra Pachauri faz declarações bem objetivas sinalizando o próximo passo da campanha.

Segundo o indiano Rajendra Pachauri em entrevista ao jornal “Observer” de Londres, afirma que a humanidade terá que alterar seu padrão de consumo se quiser sobreviver. Segundo ele, esse negócio de comer carne deveria ser abolido, andar de avião também não pode, ligar o ar condicionado é abuso punível com severas taxas, tomar água gelada então é um desperdício de energia, o uso de automóveis deve ser reprimido, banho quente então é pecado mortal.

Meio sem querer querendo o sócio de Al Gore declara o verdadeiro sentido de toda esta campanha global subjacente à escatologia do aquecimento antropogênico. Tem nome, lugar, hora e propriedade intelectual. Chama-se Malthusianismo, foi proposto em 1798 pelo ainda pastor anglicano, o inglês Thomas Robert Malthus. O IPCC apenas atualiza suas projeções à realidade do consumo atual.

Pelo menos assim falando sabemos do que se trata. Como já disse antes neste humilde espaço, este é o cerne da questão. O aquecimento global é cortina de fumaça. Os caras querem reduzir o consumo para poderem continuar consumindo. Pronto. Quem consumiu (Europeus e Norte-americanos, principalmente) consumiu, quem não consumiu (africanos, sul-americanos e asiáticos, principalmente) não consome mais.

Pelo que declara o indiano chefão do IPCC devemos dar um cavalo-de-pau na história e adotar consumos sustentáveis, tipo natureba, fazendo o caminho de volta. Neste sentido, os índios corubos do Rio Javari são os povos mais avançados da humanidade. Que tal?


A imagem acima foi capturada DAQUI

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