quinta-feira, 9 de junho de 2011

O narcogoverno boliviano expande seus negócios. Agora é receptador de bens roubados e furtados.

O narcogoverno boliviano, cevado pelo consumo de cocaína, crack e oxidado no Brasil e, ainda pela fala fina buarquiana que Lula resolveu adotar com os cumpanheiro da América Latina, agora resolveu ser também receptador de bens oriundos de furto e roubo no Brasil. Mais especificamente, veículos automotores.

Segundo leizinha mafiosa que o índio cocaleiro aprovou por lá, os milhares de veículos roubados no Brasil e transportados para a Bolívia podem ser regularizados em nome de qum apresente o pedido. O funcionamento é simples. O ladrão assalta um pai de família aqui no Brasil, mata-o a bala, pega o carro e some com ele para a fronteira da Bolívia. Chegando lá um receptador qualquer, digamos o Juan, leva o veículo ao órgão público e regulariza-o no proprio nome. Paga o imposto e pronto. Lá se foi o carro do brasileiro engordar o narcogoverno boliviano e Juan segue a vida.

Estamos diante de um caso grave. O governo da Bolívia, como se não bastasse produzir uma arma de destruição em massa (a cocaína) e mandá-la para o Brasil criando uma geração de noiados, agora estimula também o roubo e o furto de veículos. Com menos motivos um país sério mostraria ao narcogovernante com quantos paus se faz uma canoa. Infelizmente, o índio cocaleiro é tido como "de esquerda" e, por isso, tratado a pão-de-ló.

Um comentário:

  1. Bolívia tem roubo de carro institucionalizado agora, lindo isso né? A nación hermana vai funcionar como "lavanderia": o carro entra com ficha suja, pois é sempre furtado no Brasil e lá e regularizado com ficha limpíssima mediante graninha pro governo, claro. Não sei o que é pior: a Dilma trocando kit c/ bancada evangélica e falando aquela bobagem de "propaganda de opções" ou o acéfalo Morales tentando justificar o injustificável! Se o país é pobre, ele que trate de encontrar políticas públicas pra resolver os problemas de lá e não dar o aval pra roubo de carro, bela atitude de chefe de Estado essa. Socorro, pára o mundo que eu quero descer...

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