quarta-feira, 15 de junho de 2011

Biocombustíveis ou alimentos? Um dilema que ainda vai render.

Recentemente o cientista M.Indur Glokany que entre numerosas atividades relacionadas ao meio ambiente, energia e politicas públicas, foi representante dos EUA no IPCC, escreveu recentemente um artigo explosivo. Sob o título "Could Biofuel Policies Increase Death and Disease in Developing Countries?" publicado no Journal of American Physicians and Surgeons 16: 9-13, o artigo põe em questão os impactos da produção de biocombustíveis no desenvolvimento econômico e conclui que o saldo tem sido morte e pobreza. Segundo seus cálculos cerca de 200 mil pessoas morreram em 2010 devido à expansão da produção de combustíveis que empurra mais pessoas para a pobreza com o aumento dos preços dos alimentos. Mais ainda. Segundo o autor, apenas os biocombustíveis provocam indiretamente mais mortes do que as que o IPCC atribui ao "aquecimento global". O típico caso em que o remédio mata mais que a doença, supondo que a doença exista.


Mais informações, em inglês, podem ser lidas no site do Journal AQUI

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