quarta-feira, 29 de junho de 2011

Na era da mediocridade, o sindicalismo gay toma conta do que vemos na TV.

O erro dos sindicalistas

Os sindicalistas do gayzismo estão cometendo um erro, que tornará, tudo o mais constante, sua luta contraproducente. E a chave está justamente no “gayzismo”. Mais do que reivindicar direitos, estão querendo impor um estilo de vida e uma visão de mundo, que, como se sabe, e é um fato, é da minoria, não da maioria. A estupidez que fizeram com os santos católicos o prova de maneira acachapante. Para eles, tudo pode ser submetido àquela que seria uma nova ética, uma nova estética, uma nova moral, uma nova sensibilidade. E isso é estupidamente falso.

O trecho acima é do jornalista Reinaldo Azevedo em post de hoje (link ai do lado). Vai diretametne ao ponto. Estão exagerando na dose. Os profissionais de mídia, jornalistas e artistas no meio, grande parte assumidamente gays, parecem querer transferir seus usos e costumes para a população como se representassem absolutamente uma tendência natural.

Outro dia, conversando com minha filha de 14 anos ouvi "Pai, daqui há pouco vão mostrar homem transando com homem na novela". Vão mesmo. Assim como houve o primeiro beijo no cinema, o primeiro beijo na TV, a primeira relação sexual (entre homem e mulher) sugerida na novela e a primeira relação explícita na novela, hoje já se tem o beijo homossexual na novela e, em breve, assistiremos gays se atracando no motel bem no horário nobre. Tudo em nome da liberdade. Espero que nesse momento eu ainda tenha o direito de mudar de canal.

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