segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Agora Fernandinho confessa.

Não conheço as condições do presídio federal de Mossoró para onde foi transferido o Fernandinho Beira-Mar, alias, não conheço as condições de nenhum presídio, mas garanto que em Mossoró o traficante, vindo do Paraná, vai sentir uma grande diferença. É quente. É muito quente. É de fritar ossos e neurônios. A não ser que exista cela climatizada, desconfio que o Fernandinho vai propor um acordo com a Justiça. Tiram-no de lá e ele entrega tudo e todos, um por um.

Em Mossoró até a água da torneira é quente. O sujeito chega da rua torrando de calor, suando do cangote até onde as costas mudam de nome, joga a camisa ao pé da porta, corre pro banheiro e quando pensa que vai esfriar os miolos leva uma lapada de água quente no meio do crânio que o faz querer voltar pra rua.

Dependendo do lugar em que voce está, lá pelas 3-4 horas da tarde é que corre um ventinho vindo da praia. Mas não se anime. O vento é quente. O termômetro digital do carro parece emperrado entre 40 e 45. Quando sai é pra visitar o 46. Mesmo assim, uma bela cidade que, espero, Fernandinho não vai ver.

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