quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Sinto dizer. Nesta, Jorge está certo. Certíssimo.

Das recentes declarações do ex-Governador Jorge Viana à imprensa acreana, extraio a pertinência da identificação que faz da desunião entre os membros da oposição. Não sei se na Frente Popular a união é 100%, mas o Jorge está certo nessa. Reclamem de outra coisa, mas os caras realmente não se entendem.

Chega a ser engraçada a empáfia, a presunção, a prepotência de setores que dormem sonhando com altos cargos na administração pública (sem nem saber o que neles fariam) e acordam como se estivessem nomeados. Os caras estão numa pindaíba de dar dó, há anos na peia, não conseguem sequer articular um projeto para o Acre e se dão ao luxo de brigar entre si como se a coisa fosse fácil.

Sem contar com as "assessorias". É normal e desejável que dirigentes criem e mantenham seus stafs, mas tem cada um que vou te contar. Desanima qualquer interlocutor.

No lugar desses caras, ao invés de reclamar do Jorge, eu aprenderia a lição e cuidava de harmonizar e qualificar a tropa. Pra não passar vergonha.

4 comentários:

  1. Retirei, a pedido, termos que não eram coerentes com o perfil do Blog. Dou a mão à palmatória sempre que sou pego no erro.

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  2. Na Frente Popular não há "organização", há comando. Jorge Viana manda e os outros obedecem. Pra provar isso, Binho "não será candidato à reeleição", Tião Viana vai tomar o lugar dele. Mas, ele tem razão e você também, a oposição no Acre é "tão democrática" que chega a confundir-se com bagunça.

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  3. Pois é Acreucho. Há sinais de que na FPA as coisas não são tão tranquilas. Aliás, não deve ser mesmo, a unanimidade leva ao relaxamento, ao sossego. É natural e benéfico que hajam divergências e lideranças reconehcidas. Isto é uma coisa. Outra é o que acontece nas oposições, onde o que se percebe é um festival de vaidades vazias de projetos, de teses e, muitas vezes, até de votos.

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  4. Nossa oposição tem "muito chefe" e pouco índio, mas, o que atrapalha mais são os "candidatos a chefe" de olho nos altos cargos que ainda nem estão à disposição.

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