sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Racialismo - ongueiros esquerdopatas e políticos oportunistas vão emparedar o STF?

O STF marcou para os próximos dias 3, 4 e 5 de março as audiências públicas que debaterão o sistema de cotas para negros adotado por algumas universidades. Em causa a ADIN impetrada pelo partido Democratas, que questiona, entre outras, a afronta a cláusula constitucional pétrea de igualdade de todos perante a Lei.

Já disse antes que este é um dos temas mais importantes para o futuro do Brasil, embora poucos se dediquem a ele como e quanto deveriam. Uma pena. Ongueiros de toda ordem, gente de "movimento", esquerdopatas de vários graus estão a dominar o debate, amparados na mídia desinformada e na ignorância do povo. Falta pouco para que façam a festa da introdução no Brasil de uma racialismo que só pode resultar em preconceito e em desgraça. Na onda, politicos vagabundos surfam impunemente. Em sinal de rendição o STF já se deixou influenciar. Dos 40 painelistas convidados, 28 (70%) são racialistas. Os ratos de seminário aparelham até o STF.

Ai do lado, Reinaldo Azevedo escreve uma ótimo artigo sobre o tema. Mas bom mesmo é o livro de Demétrio Magnoli "Uma gota de sangue". Este sim deveria ser leitura obrigatória desde os últimos anos do primeiro grau.

Sou branco como podem ver. Ruivo, para ser mais exato. Pai de uma filha mestiça que não quero ver tratada diferentemente no Brasil por nenhum motivo, muito menos pela cor da sua pele ou pela espessura de seus lábios.

Lamentarei mais que qualquer derrota, perda, fenômeno, desgraça, acaso ou fatallidade, uma decisão do STF que não seja pela inconstitucionalidade da politica de cotas. Permitir que jovens ingressem na universidade porque são negros em detrimento de outros aos quais por mérito seriam destinadas as vagas significa, em primeiro lugar, sancionar a incompetencia do governo e da sociedade em oferecer estudo universal de qualidade. Em segundo, significa punir o mérito, desestimular o estudo e o esforço do jovem e premiar meramente a cor da pele sobre a qual o estudante não tem nenhum mérito ou demérito. Em terceiro, significa a criação de tribunais racialistas aos quais se submeterão os jovens, gerando injustiças e traumas de importantes. Em quarto, significa clivar definitivamente a sociedade em duas categorias (negros e brancos), quando ela é majoritariamente e crescentemente MESTIÇA, produzindo a partir daí o germe de um apartheid cujas conseuquencias são imprevisíveis. Há muito mais.

Tudo isso para quê? Para saciar o esquerdismo fuleiro e os interesses de ongueiros e "movimentos" vagabundos, e de politicos e aspirantes a políticos que não perdem oportunidade de se promoverem.

Que o governo, "movimentos" no meio, dediquem seus esforços à universalização do ensino. Que não haja um jovem sequer, independentemente da cor de seu cotovelo, a quem seja negado o direito a uma escola gratuita e de boa qualidade. Isto é que realizaria definitivamente a igualdade de acesso à Universidade.

Um comentário:

  1. Os debilóides de plantão, tecnocratas com suas bundas doendo de tanto ficarem sentados querem fazer desse negócio de cotas raciais para universidades o mesmo que fizeram com o problema da anistia. Anistiaram um bando de gente que não era mais do que bandidos e não querem anistiar os militares e esquecer o assunto. A maior ignorância do mundo é esse negócio de cotas raciais, isso gera desconforto entre os jovens universitários, além de ser algo absurdo. Deve estar na universidade "quem tem competência" para estar lá e pronto. Não interessa se é negro ou branco, amarelo, azul ou liláz, isso é coisa de gente que não tem o que fazer.

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