terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Por que não há cotas para idiotas?

Já disse antes que um dos temas mais importantes em voga no Brasil é, sem que a sociedade se dê conta, a tentativa de alguns grupos de oportunistas, especialmente políticos e ongueiros, de instaurar no Brasil a divisão da sociedade a partir da cor da pele das pessoas.

O STF está para julgar uma ADIN que aponta a inconstitucionalidade dessas politicas de cotas engendradas em mesas de botequim e encontros de curriola. Se o STF se render à patrulha ideológica e à pressão dos racialistas, nem quero imaginar o que acontecerá em 10-20 anos de vigência dessa monstruosidade.

Se voces derem uma olhada no link ao lado (contra a racilaização do Brasil) verão que existe até uma associação de pesquisadores negros na luta por esta iniquidade. Cada um com seu diploma na mão haverão de querer do CNPq, da EMBRAPA, das universidades e de outros centros de pesquisa, uma cota de projetos para pesquisas realizadas por negros. Já imaginou a situação? O Reitor chega pro pesquisador branco e diz "Seu projeto era melhor, mas sabe como é, as vagas de brancos já foram preenchidas. Agora só tem bolsa pra pesquisador negro".

Só um idiota não percebe onde isto vai dar. Creiam. Não dará em coisa boa. Não precisam acreditar em mim. Leiam o livro "Uma gota de sangue" de Demétrio Magnoli e tirem suas próprias conclusões.

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