terça-feira, 14 de dezembro de 2010

"Quem é que aqui não teve uma namoradinha que teve que abortar?” Sérgio Cabral. Mais um pouco e ele mata a namorada.

Venho nos últimos dias, também por dever de ofício, estudando uma questão que me parece muito importante e que faz parte da agenda atual que é a capacidade de suporte da terra frente a demanda mundial de energia, alimentos no meio, o que desemboca no velho dilema malthusiano.

Me inclino a acreditar, como já referi anteriormente neste bloguinho, que o aquecimento global é apenas um catalisador da opinião pública. O Xis da questão é mais embaixo. Tem a ver diretamente, como fizeram entender Bill Gates (ver post anterior) e outros líderes mundiais do nível de Davi Rockfeller, com o aumento da população a níveis não suportáveis pela base de recursos.

O que isso tem a ver com Sérgio Cabral? Tem tudo. O Governador do Rio de Janeiro, aquele cuja polícia tomou o "complexo do alemão" sem prender nenhum chefão e sem apreender um tostão furado nem um brinquinho de ouro, defendeu hoje a adoção da prática abortista como política de estado sob o véu de política de saúde.

A defesa do aborto que se faz no mundo todo nos dias atuais é coerente com a pregação eugenista de Bill Gates e outros "aquecimentistas". Se é verdade que mesmo proibidos os abortos são de um milhão anuais no Brasil, a quantos chegaremos com a liberação? No Reino Unido de cada 100 mulheres que engravidam, 20 praticam o aborto. Entre as mulheres de até 20 anos de idade, o índice é de 36%. Na China são praticados 13 milhões de abortos por ano. Agora responda: a que classe social pertencem as jovens abortadeiras?

Sérgio Cabral, assim como Edir Macedo, Bill Gates e outros da espécie querem acabar com a pobreza eliminando os pobres no ventre da mãe. Desconfio que o "liberou geral" em relação ao aborto no planeta terá efeito "ambiental" maior do que todas as COP's dos próximos 20 anos.

Em tempo. A frase  do Sérgio Cabral lembra aquela do goleiro Bruno, do Flamengo, quando indagado sob agressões de um colega à namorada. "Quem já não saiu na mão com a esposa...?". Poucos meses depois ele deu sumiço à amante.

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