terça-feira, 29 de março de 2011

Morreu um certo José Alencar.

Como político, um não sei o quê. Não lembro de nenhum projeto seu como senador, nenhuma causa importante, nadinha. Se não fosse pela grana que possuia jamais teria sido eleito e também não sairia do baixo clero. Como vice-presidente, uma nulidade bem ao gosto do presidente. De vez em quando uma reclamaçãozinha contra os juros para agradar o empresariado e mais nada. No mensalão, silêncio.

Lembro bem de uma entrevista ao Boris Casoy, ainda na Record. Perguntado sobre o oriente médio disse que, não havendo lugar para convivência pacífica entre palestinos e judeus, uma das partes deveria procurar outro lugar pra viver. Uma estultice.

Dizem que era do tipo gente boa. Tinha mesmo cara de avô de todo mundo. Só não quis mesmo foi ser pai de uma filha nascida em período anterior ao casamento. Consta que morreu sem fornecer material para o exame de DNA determinado pela justiça.

Será lembrado por ter resistido durante anos a uma doença terrível. Apenas isso.

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