terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Prestem atanção. Esta senhora quer implantar o aborto como politica de saúde pública. Para ela, gravidez indesejada é doença.


“O aborto, como sanitarista, tenho que dizer, ele é uma questão de saúde pública, não é uma questão ideológica. Como o crack, as drogas, a dengue, o HIV, todas as doenças infecto-contagiosas.” Eleonora Menicucci

Andei, como sabem, afastado do Blog. Obrigações pessoais e profissionais e tédio em relação aos acontecimentos. Tudo igual. Agora, porem, surgiu um novo elemento que, penso, vai mobilizar um monte de gente entediada como eu. Estou me referindo a campanha pró-aborto que vem por ai a se levar em conta as palavras da recém-nomeada Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, uma tal Eleonora Menicucci.

Sobre a assassina de fetos diz-se que foi companheira de cela da dona Dilma quando esta participou da luta pela Ditadura comunista contra a Ditadura militar de direita que se implantava no Brasil. Diz-se também que fez abortos, que fornicou com homens e mulheres, que se orgulha de ter uma filha lésbica e outras coisas grandiosas (ver o Blog do Reinaldo Azevedo ai do lado). Sinceramente, por mais interessantes que sejam suas declarações e glorioso o seu passado, só consigo prestar atenção na parte onde diz que aborto e igual ao Crack, a Dengue e ao HIV como questões de saúde publica.

Essa criminosa aborteira se apresenta perante a nação brasileira como sua Ministra comparando vidas humanas a larvas de mosquitos e fica por isso mesmo? Ninguém vai falar nada?

Na campanha eleitoral a dona Dilma quando foi pega em declarações favoráveis ao aborto se penitenciou, voltou atrás, deu o dito pelo não-dito, negociou o apoio de lideres evangélicos e cristãos e jogou a questão no colo da oposição como se esta estivesse inventando moda. Não era. Dona Dilma é sim abortista, sempre foi e agora dá corda ao massacre de crianças indefesas sob o argumento vagabundo de que a mulher tem direito a decidir pelo próprio corpo. E claro que tem. Até o momento em que decide abrir as perninhas e copular com o macho da hora. Depois disso, fertilizada, como qualquer animal ela empresta o próprio ventre a uma vida que se formará, mas que já existe e NAO lhe pertence.

Mulheres tolas, já que não tiveram juízo para se prevenir que ponham na cabeça uma coisa: depois de gerada, a vida dentro de você não lhe pertence, o seu corpo não é seu, você não tem o direito de interromper uma vida que pulsa dentro de si assim como você não pode apagar uma estrela no céu.

A Ministra pode ser sanitarista o escambau, pode ser o que pense ser, mas isto não lhe dá o direito de higienizar a sociedade permitindo ou estimulando o assassinato de crianças indefesas. Vá matar mosquito, vá tratar drogados, vá prevenir o HIV e com isso salvar vidas e não o contrario.

Esses covardes assassinos são os mesmos que distribuem kits de sexualidade nas escolas, que acham que crianças e adolescentes devem ter acesso a pênis de borracha como se eles fossem a Barbie do século 21. De um lado ensinam as crianças a fazerem neném como se fossem comer um sanduíche, de outro querem ensiná-las a abortar os nenéns como se eles fossem o saquinho de batata frita. Vagabundos, covardes e assassinos é o que são. Consola-me saber que não passarão. O Brasil é maior que eles.

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