quinta-feira, 24 de maio de 2012

Enquanto o mundo acorda, o Brasil fabrica seus próprios pesadelos.

Com a dona Dilma prestes a vetar parte do Código Florestal por imposição de ong's tão barulhentas quanto anti-nacionais e por seus representantes no Brasil, vale a pena ler a entrevista do cientista Bob Carter, ontem, ao Financial Post.

Abaixo alguns trechos traduzidos.

"Nos últimos 18 meses, os formuladores de políticas no Canadá, nos EUA e no Japão calmamente  têm abandonado o objetivo ilusório de prevenir o aquecimento global, reduzindo as emissões de dióxido de carbono. Em vez disso, surgiu uma visão alternativa mais sobre a forma e o custo efetivo de lidar com os riscos inegáveis ​​da mudança climática.

 Esta visão aponta para estabelecer uma política de preparação e de adaptação para eventos climáticos e alterações à medida que ocorram, o que é distintamente diferente da ênfase anterior dada pela maioria dos parlamentos ocidentais para a mitigação do aquecimento global reduzindo as emissões de dióxido de carbono."

"Apesar de um gasto estimado de mais de US $ 100 bilhões desde 1990, procurando um sinal de influência humana na temperatura global, avaliado contra a realidade geológica não existe nenhuma evidência empírica mensurável convincente e muito menos de impacto preocupante humana na temperatura global."

Pois é. Enquanto o mundo lúcido abandona o alarmismo climático e a seita do aquecimento global antropogênico, no Brasil a idiotia institucionalizada afunda o pé no ecologismo bocó e se pretende vanguarda do atraso.

Que a dona Dilma vete e que os parlamentares DERRUBEM o veto.

Robert M. "Bob" Carter is emeritus fellow and science policy advisor at the free market think-tank the Institute of Public Affairs and an adjunct professorial research fellow in earth sciences at James Cook University, Queensland. Carter is a former Director of Australia's Secretariat for the Ocean Drilling Program and a Co-Chief Scientist for drilling leg 181 (retirado do Wikipedia)





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