quinta-feira, 12 de abril de 2012

A traição está no ar

Leio a noticia de que vazou um documento do PSDB no qual, a partir de orientação verbal do deputado Marcio Bittar, um dirigente local informa a direção nacional sobre a situação do partido no Acre. O pau desce feio principalmente no Normando Sales e no próprio candidato Bocalom. Marcio terá coragem de se responsabilizar pelo texto ou jogará a culpa nas costas do José Wilson? Conheço bem a figura e garanto que tirará o seu da reta. Marcio é frouxo, jamais assumirá o que lá está escrito, embora aquilo seja o mínimo que pensa e fala dos tucanos acreanos.

Creiam no que digo. Marcio considera o Bocalom um provinciano tosco incapaz de pensar além de Acrelândia. O referido autoritarismo e a teimosia do Bocalom não são, segundo Marcio, os seus piores defeitos, mas sim a sua "burrice", a sua limitada capacidade de compreender o Estado em sua verdadeira dimensão. Esta seria, aliás, a razão pela qual, no seu entendimento, o Bocalom se cerca de gente "incompetente e desonesta".

Marcio sempre se jactou de andar em boa companhia. Para isso, buscou apoio em professores universitários e técnicos do setor público. Os melhores exemplos são além de mim, os professores Carlos Cavalcante (Carlitinho), Airton Rocha e Dourado. Embora ele próprio tenha apenas concluído(?) o segundo grau, Marcio percebeu que precisava de um verniz técnico, então arregimentou alguns cérebros que iludiu com boa conversa e conseguiu se capacitar minimamente para o debate público.

O documento do PSDB apenas revela algumas poucas fragilidades da composição que responde pelo PSDB acreano. Entre si verdadeiramente se odeiam e se suportam apenas por projetos eleitorais. É tudo acordo de conveniência. Além disso, sabe o Bocalom que com Marcio Bittar por perto a traição sempre estará no ar.


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