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Jorge Viana vai relatar o Còdigo Florestal. Que missão!

Se tinha que ser do PT, não poderia ter sido melhor a escolha pelo governo para relatar o Código Florestal. Pela experiência e conhecimento da causa, Jorge Viana reúne entre todos as melhores condições para a missão. Não sei o que ele pensa a respeito já que na Câmara petista votou a favor e petista votou contra. Não há, portanto, uma posição partidária única e fechada. Pelo que se sabe, o governo, este sim, tem posições firmes e contrárias ao texto, o que, de certo modo transfere ao relator certas expectativas. Não será fácil a tarefa do Jorge. Tarefa que, aliás, não é apenas técnica, é política, é de negociador. A vantagem é que terá voltadas para si nos próximos meses as atenções de toda a imprensa e organizações ambientalistas internacionais. Além disso, talvez mais importante, é que se obtiver êxito na empreitada verá seu próprio prestigio batendo no teto junto ao governo. Aguardemos.

Uma brasileira inconformada com a mentira vai aos fatos. É Daniela de Souza Onça.

Peço que leiam. É uma tese de doutorado de uma brasileira que estuda e pensa. Foi defendida este ano na USP. Poucas vezes voces terão oportunidade ver com tanta clareza aquilo que os dogmas ambientais escondem. Embora seja um texto acadêmico, é fácil e gostoso de ler. Um texto sem firulas, sem boçalidade. Límpido. É longo, portanto copiem e leiam aos poucos se necessário. Ao final verão com quantas mentiras se faz um pânico aquecimentista e reconhecerão algumas figuras. Clique no link abaixo. QUANDO O SOL BRILHA ELES FOGEM PARA A SOMBRA - A IDEOLOGIA DO AQUECIMENTO GLOBAL.

Limite: Dois graus?

EcoTretas: Limite: Dois graus? : O Professor Luiz Carlos Molion elaborou mais um artigo muito interessante. Intitulado "Limite: Dois Graus?". É mais uma canelada nos aquecimentistas que recentemente tiveram novos pesadelos com algumas informações produzidas por eles mesmos.

Uma perguntinha aos defensores da maconha que não legislam em causa própria

Voces apresentariam à filha adolescente um cigarrinho de maconha?

O Lobby da Maconha, por Ronaldo Ramos Laranjeira e Ana Cecília Petta Roselli Marques *

Maconheiros e afins estão em extase com a reportagem-propaganda exibida no Fantástico e com a estréia do filme-propaganda nesta semana. Os covardes acham que a guerra contra o tráfico está perdida. Se fossem soldados se tornariam desertores, se fossem médicos largavam o paciente ao ver a radiografia, se fossem jogadores pediam pra sair no primeiro gol contra. Creiam, a guerra não está perdida. Não se depender de gente decente. Leiam abaixo. O Lobby da Maconha, por Ronaldo Ramos Laranjeira e Ana Cecília Petta Roselli Marques *

Não se iludam com a propaganda dos maconheiros.

O artigo abaixo foi escrito em 22 de Julho de 2010 por especialistas. Um deles (Ronaldo Laranjeira) foi o único contrário à descriminação que a Globo entrevistou ontem para o "Fantástico". Os outros 12 que apareceram eram a favor. Muito isenta a reportagem, não? Maconha, o dom de iludir RONALDO RAMOS LARANJEIRA e ANA CECILIA PETTA ROSELLI MARQUES Que nem pesquisadores nem a população se iludam de que exista indicação terapêutica para utilizar maconha que já seja aprovada pela ciência -------------------------------------------------------------------------------- Semanas atrás, a Folha noticiou a proposta de criar-se uma agência especial para pesquisar os supostos efeitos medicinais da maconha, patrocinada pela Secretaria Nacional Antidrogas do governo federal. Esse debate nos dias atuais, tal qual ocorreu com o tabaco na década de 60, ilude sobretudo os adolescentes e aqueles que não seguem as evidências científicas sobre danos causados pela maconha no indivíduo ...

No Acre, pouca farinha, meu pirão primeiro.

O bom secretário Mâncio Lima Cordeiro, da Fazenda do Acre, enfrenta mais uma vez descontentamentos aqui e ali. Passadas as eleições, um tempinho para as coisas se ajeitarem e começam a surgir as reclamações, as cobranças, os compromissos, enfim, é necessário dar respostas às expectativas, todas  legítimas porém inconciliáveis perante as disponibilidades do tesouro. Desta vez até o Judiciário resolveu reclamar. Deve ter suas razões, não creio que o Presidente do Tribunal viesse à planície onde vivem os mortais sem um bornal de bons motivos, não é mesmo? A questão é saber se o cofre aguenta as mãos que todos querem nele enfiar. Nestas circunstâncias a melhor saída é a transparência. Chamar todo mundo de uma vez só para a mesa, expor os números, dividir a folga e tocar pra frente no limite legal. Orçamento é como aniversário em casa de pobre. Se não juntar todo mundo para partir o bolo, a metade vai ficar chupando o dedo.