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Mostrando postagens com o rótulo Fome

A fome na Somália tem a ver, creiam, com o código florestal brasileiro.

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Um relatório  da Pardue University aponta, entre as principais causas da formação de preços dos alimentos, a demanda por biocombustíveis nos EUA. Uma constatação importante é que um número siginificativo de agricultores está migrando da produção de alimentos para a produção de milho para atender a demanda de etanol. Outro ator importante é a China que aumenta suas reservas de soja. Explicando: O negócio é o seguinte. Os caras do IPCC disseram que a queima de combustíveis fósseis via emissões de CO² estão aquecendo o seu traseiro e, por causa disso, é preciso substituí-lo por combustíveis mais "limpos". Bastou isso e o etanol se apresentou rapidinho como o combustível adequado. Nos EUA o etanol vem do milho, no Brasil vem da cana-de-açúcar. Para cumprir as metas dos ambientalistas, os governos tascaram subsídios e o agricultor que é besta, mas nem tanto, correu para os braços do governo com a espiga na mão. Mais milho, mais área plantada, mais etanol e men...

A FAO tem um brasileiro, José Graziano. Que faça lá melhor que fez aqui.

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Depois de inúmeras derrotas na política internacional o Brasil ganhou uma e emplacou o brasileiro José Graziano, cujas letras acompanho desde os tempos da faculdade de agronomia, na direção-geral da FAO, o organismo das Nações Unidas para a agricultura, em um momento importante. Os preços dos alimentos estão há alguns anos em tendência de alta, o que só pode significar escassez para os paises mais pobres do mundo e, consequentemente, fome, doenças e mortes. Pelo menos três fatores são essenciais na discussão da segurança alimentar que o brasileiro vai enfrentar. O primeiro, o aumento populacional e, consequentemente, o crescimento da demanda por alimentos. Em segundo, a expansão da produção de biocombustíveis que incorpora e converte áreas plantadas com culturas alimentares. Em terceiro, a crescente pressão por preservação ambiental que resulta em congelamento das fronteiras agrícolas. Uma equação indigesta, portanto. O resultado dessa equação é, por enquan...

Um bilhão de famintos e ainda tem gente querendo diminuir a mecanização agrícola!

Em artigo publicado no site CONTROVÉRSIA (link ai do lado), o jornalista José Arbex Jr. analisa em poucas palavras a disponibilidade de alimentos no  mundo para ao cabo (a intenção era essa) defender o MST e as invasões de terra e acusar o Agronegócio. Não sei se é do ramo. Mas falou besteira. Em certo ponto afirma "Mesmo levando-se em conta que as compras de máquinas pela Índia e pela China são, em boa parte, responsáveis pelo crescimento do setor, é óbvio que existe uma relação direta entre a crescente mecanização da agricultura e o aumento da fome , como conseqüência da concentração da propriedade e da renda."  Negrito meu. Se a lógica ainda faz sentido, vale dizer que se a mecanização parar de crescer a fome também pára de crescer. Que tal? Não sei se o jornalista é do ramo. Talvez seja apenas mais um atrasado militante da revogação do direito à propriedade. De qualquer forma se o seu objetivo era acusar a CRUTALE de "grileira de terras públicas, expor...

Por que voce se emociona?

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Qual destes merece primeiro a sua lágrima, sua ação e sua doação?

Estamos alimentando a criança errada

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Em artigo publicado originalmente AQUI   e no site Controvérsia (link ai do lado) H. Jeppesen, K. Zawadzky e R Abdelmalack, asseguram que a produção mundial de alimentos é maior que a necessária para alimentar com sobras todos os habitantes da terra. Mesmo assim existem mais de um bilhão de famintos. Na outra ponta, mais de um bilhão de obesos. Além disso, desperdiça-se, segundo os estudiosos, nada menos que 30-40% do que se produz. O que fazer para equilibrar esta equação de modo a que resulte em eliminação da fome no mundo? Tenho dúvidas que o sistema global tenha condições de melhorar significativamente a distribuição de alimentos. Além disso, distribuir nas condições de produção atuais seria manter as zonas da fome em dependência das zonas produtoras. Muito provavelmente a adoção de políticas de redução de preços internacionais poderia aumentar a circulação de mercadorias e alcançar determinadas áreas pobres, entretanto, não creio que sejam suficientes. Não basta oferta...

Lula em Roma

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                                                                            Ricardo Stuckert/PR O Presidente Lula fez nesta segunda-feira declarações que merecem o aplauso dos brasileiros. Na Cúpula Mundial para Segurança Alimentar o presidente chamou à responsabilidade os países desenvolvidos que parecem não enxergar a fome no mundo. Usou para isso a comparação de gastos com a crise financeira recente. “Com menos da metade daquele dinheiro se poderia resolver o problema da fome no mundo”. Pelo menos na contabilidade Lula parece estar certo. Isto se as outras medidas como democratização, acesso à tecnologia, ...

A ética da fome versus a ética ambiental

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Um excelente artigo do Professor José Jesus de Souza Lemos, publicado neste sábado, no jornal “O Imparcial” de São Luis – MA, alerta para a escassez de alimentos no mundo. COMENTO Lemos propõe que regiões potencialmente produtoras aproveitem esta oportunidade para incorporarem ao processo produtivo áreas disponíveis em grande escala. Cita como exemplo o Maranhão, onde segundo ele, um Zoneamento Agroecológico poderia definir a expansão agrícola. Concordo plenamente. Se existem hoje no mundo pelo menos 1 bihão de pessoas famintas como afirma a ONU, é dever da comunidade internacional estimular a produção e distribuição do alimento correspondente. Alimentar as gerações atuais tem o mesmo conteúdo ético que o chamado desenvolvimento sustentável. Ou não? A Amazônia é um caso emblemático desta questão ética. Os defensores de sua intocabilidade apontam como argumento basilar o compromisso transgeracional que devemos assumir. Em síntese, precisamos garantir que as gerações futuras d...