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Em tempos de COP 16 é bom ter a mente aberta.

Em fevereiro deste ano, ninguém menos que Bill Gates, um dos homens mais ricos do mundo, fundador e dono da Microsoft, resolveu entrar com tudo no debate do aquecimento global. Em reunião extremamente concorrida em Long Beach na California - EUA, ele fez em pouco mais de oito minutos (vídeo abaixo) um discurso sintetizando suas idéias sobre o tema. Pragmático que é, Bill Gates apresentou rapidamente e de modo simples um panorama global relacionado aos efeitos das mudanças climáticas, fazendo questão de assinalar que os mais pobres serão os mais prejudicados. Em seguida propôs de modo bastante elementar a questão do aquecimento global.  ∑ CO² → Aumento de Temperatura → Efeitos Negativos Até ai nada novo, isso quase todo mundo está dizendo. Segundo os aquecimentistas, mais CO² implica mais calor que implica efeitos negativos (derretimento dos gelos, elevação do nível dos oceanos, savanização, desertificação, inundações, perda da produção de alimentos, desaparecime...

Em Cancún, mais um fracasso. A questão é outra.

Em Cancún, no México, a COP 16 se encerra hoje com mais um fracasso anunciado. Há quem acredite piamente que os ambientalistas que lá estiveram discutiram o clima global. A maiorira deles também pensa assim. Não foi nada disso, nem será. Na realidade o que está em discussão permanente sob a capa de aquecimento global é puro neomalthusianismo. Se todos os humanos vivessem como os ingleses a terra suportaria apenas 2,5 bilhões de seres. Se vivessem como americanos não passaríamos de 1,5 bilhões. Hoje já somos quase 7 bilhões e seremos 9 bilhões em 2050. O que está sendo debatido verdadeiramente é como impedir que a população mundial continue crescendo e aumentando os níveis de consumo - a base natural de recursos não suporta este ritmo. A verdadeira questão não tem a ver com a temperatura global. Se trata de responder: Quantas pessoas podem viver na terra? Os vídeos abaixo são esclarecedores.

Um ano depois da COP 15 e do Climategate.

Na próxima semana se realizará em Cancún, no México, a COP 16 que é 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Com muito menos estardalhaço que a COP 15 do ano passado em Copenhagen, políticos e cientistas de todo o mundo tentarão decidir o futuro da humanidade. Eles são "os caras". No ano passado a reunião foi perturbada pelo escândalo conhecido como Climategate que revelou algumas impropriedades éticas de cientistas engajados na tese alarmista AGA - aquecimento global antropogênico. Tais distorções tiveram da imprensa um tratamento compreensivo, na base de "o fim justifica os meios", mas na verdade causaram um rombo significativo na teoria. Hoje, um ano depois, sabe-se mais daquele escândalo e de suas consequências na credibilidade da tese AGA. Recentemente a Royal Society de Londres, principal instituição científica da Grã-Bretanha flexibilizou a sua posição sobre o aquecimento global causado pelo homem. Em um documento publicado após uma re...