Ana Arraes no TCU. Do nepotismo ao afrouxamento do controle.
A nomeação do conselheiro do Tribunal de Contas sempre foi algo nojento, mas desta vez ultrapassou todas os limites. Ana Arraes foi "eleita" na Câmara Federal em um processo que envolve uma forma peculiar de nepotismo (ela é mãe do Governador Eduardo Campos, do Pernambuco), intromissão do executivo (membros do governo fizeram campanha descarada a seu favor) e negociações espúrias (troca de verbas por votos de parlamentares). A mãezona não poupou agradecimentos: Declarou que "é uma honra criar um filho como o Eduardo". Aos colegas parlamentares se saiu com uma novidade, dizendo que o TCU é político. Ao governo sinalizou com uma promessa de recompensa, se dizendo contra a paralisação de obras suspeitas de corrupção. Não sei o que é mais abominável. Na página do TCU encontramos em seu refeencial estratégico: Missão Controlar a Administração Pública para Contribuir com seu aperfeiçoamento em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecido como instituição de ex...