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Ban Ki-moon, Obama, Ong's e etanol.

Leio no site do Claudio Humberto que o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon disse nesta sexta (17), que "combater o desmatamento da Amazônia se trata de uma questão mundial e não somente do Brasil. Segundo ele, as ações adotadas pelo governo brasileiro para impedir a destruição da floresta influenciam a estratégia mundial e fazem grande diferença na campanha contra o desmatamento em todo o globo. Ki-moon encerrou sua visita ao país com uma reunião com a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente)". É o circulo se fechando em volta da Amazônia, retirando do Brasil, bem ao gosto das organizações e governos estrangeiros, a nossa autonomia sobre a região. A nossa Ministra certamente adorou a declaração feita de encomenda neste momento de debate do Código Florestal. Isto como se a ONU não fosse o eco dos interesses americanos e europeus. Aliás, noticia-se concomitantemente que os EUA, premidos pela crise, resolveram retirar os subsídios ao etanol de lá. Tudo a ver. Não entendeu...

Líderes de países ricos descartam acordo definitivo em Copenhagen

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Está em todas as manchetes desta segunda-feira. Barack Obama, Hu Jintao e outros líderes europeus e asiáticos decidiram dar um tempo nessa historia de aquecimento global. Vão empurrar as metas de redução de emissões de CO² para depois. Só Estados Unidos e China representam algo como metade de tudo que é consumido e produzido no planeta. Igual medida para as emissões de CO². Sem eles, nada feito. Interessante é saber por que os donos do mundo tomaram tal decisão. Por enquanto, pelo menos publicamente, a versão é de que tais acordos não podem ser feitos às pressas – precisam de mais tempo para definir suas posições. Em outras áreas diz-se que com a crise econômica ainda em voga seria arriscado diminuir ou alterar significativamente o andar da carruagem capitalista. Restrições ambientais podem significar restrições ao crescimento e atrasar a recuperação das economias. Faz sentido. Os aquecimentistas vão espernear. Fazem cálculos em CO², a nova referência quantitativa, e decretam: mai...

O Nobel da Paz. Putz! Por esta nem o marqueteiro do Obama esperava.

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Obama ganha o Prêmio Nobel da Paz. COMENTO Este negócio de prêmio sempre me pareceu fajuto. Estou cansado de ver gente ganhando prêmios e títulos dados pela corriola a que pertence. Artistas são craques nisso. Ambientalistas também. Os caras fazem uma festa e bem no meio do convescote chamam os laureados. Dá-lhe discurso, dá-lhe noticia e dá-lhe mais prestígio. No ano seguinte a roda gira. Outros são premiados e assim todo mundo fica alegrinho, famoso e rico. Foi-se o tempo em que o Nobel da Paz tinha a ver com a luta pela paz, assim como o da medicina tem a ver com medicina, o de física tem a ver com física etc. O ápice da esculhambação foi em 2007 quando deram o prêmio ao farsante Al Gore. De lambuja, ele e aquele filminho vagabundo ganharam também o Oscar. O fim da picada. Só concluo que cada vez mais a mídia se impõe como nosso guia. Ela elegeu Obama e em nove meses deu conta de parir um Nobel pra ele. O que fez pra merecer? Nem ele sabe. Os americanos nem desconfiam. Mas não impor...