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Canetada fora do quadrado tem consequências fora da realidade.

Leio nos jornais e Blogs que o governo do Acre pediu um tempo para implementação de medidas de eliminação total de desmatamentos e queimadas no estado. Uns entendem como freio no preservacionismo exacerbado, outros como rendição aos argumentos da oposição, outros mais como mudança de rumos e, por último, há quem entenda como uma recalibragem necessária ao desenvolvimento das forças produtivas. Eu que sempre afirmei a incapacidade dos modelos extrativistas de promoverem a economia acreana, inclino-me a achar que o governador Tião Viana esteve certo desde que passou a repensar a profundidade do projeto florestania. É evidente que ele fez as contas e percebeu que renda, emprego e qualidade de vida não podem ser gerados com atividades de baixo dinamismo. Aplaudo suas tentativas de equilibrar o modelo. O caso atual apenas denota a inviabilidade do cumprimento de decisões que emanadas do conhecimento superficial e do engajamento no politicamente correto vão contra a raci...

De volta pra sala de aula

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Conheço o bom jornalista Antonio Muniz. Pode nem sempre dizer o que pensa e o que sabe, mas certamente não é mais um bate bumbo entre tantos que há. Se os motivos do processo criminal que responde já soam estranhos, a prisão então é de deixar qualquer um perplexo. Se considerarmos os argumentos do Professor Jorge Araken, fica parecendo mais um daqueles processos Kafkianos que recheiam a nossa justiça. A tese levantada ao “Gazeta 24 horas” pelo ilustre professor "Não existe crime sem Lei anterior que o defina. Se a Lei foi extinta não existe crime. Isso faz parte de um princípio universal do Direito. A Lei de Imprensa foi extinta e todas as condenações, automaticamente, devem ser revogadas", é de uma clareza e simplicidade que lhe caberia penitenciar a si mesmo por não ter ensinado direito aos alunos hoje togados. A imagem acima foi capturada DAQUI