Transferência de votos não é pra qualquer um nem de qualquer jeito.
Por falar em transferência de prestígio contabilizado em votos, no Acre, o politico de maior popularidade, o ex-governador Jorge Viana, que já entrou na campanha eleito para o senado juntamente com seu irmão Tião Viana para o governo, está com dificuldades para eleger seu companheiro de chapa Edvaldo Magalhães, que dava como certo que a campanha encangada seria suficiente. Não seria a primeira vez, dado que em 2002 o próprio Jorge, com a Marina Silva, tiraram do quase anonimato e elegeram Senador, Geraldo Mesquita Júnior. O que acontece agora com o Edvaldo Magalhães que, pelo menos por enquanto, não consegue ultrapassar seu principal opositor, o deputado federal Sérgio Petecão? A estratégia é a mesma, deveria ter o mesmo resultado. Não é bem assim. Penso que a transferência de votos como fenômeno político tem uma característica bastante peculiar, ligada ao candidato beneficiário, que é o status de seu nome decorrente de sua expressão e atuação política. Explico. S...